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Análise Experimental do Comportamento I

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MOTIVAÇÃO E EMOÇÃO 
UNIDADE 1 - TEXTO - 01
PROFª.: Maria de Fátima Leite Ferreira
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO CONCEITO DE MOTIVAÇÃO
Motivação – origem latina no verbo “movere” que significa movimento, agitação.
Apesar das diversas teorias existentes há um certo acordo de que motivo é um fator interno que explica o comportamento de uma pessoa.
Principais conceitos motivacionais:
Motivo: fonte que inicia, mantém, e determina a intensidade e freqüência de um comportamento, geralmente dirigido para um objetivo.
( necessidade – deficiências baseadas em exigências corporais específicas, homeostase –manutenção do estado de equilíbrio interno do organismo.
( Impulso – estado interno que resultar de uma necessidade orgânica e impede à ação (drive).
( Padrões de ação fixa (anteriormente denominados instintos) – respostas complexas a determinados indícios que ocorrem em função de uma predisposição genética do indivíduo.
( Incentivo: 
 objetos condições ou estímulos externos ao organismo.
Pode ser:
•Positivo: instiga aproximação
•Negativo: instiga afastamento.
( Desejo – deficiência baseada na aprendizagem ou em alguma combinação de exigências corporais e aprendidas
As teorias motivacionais apresentam duas principais origens:
	Vertente filosófica
	Vertente biológica
	Filosofia dualista (Sócrates e Platão)
os homens são agentes livre que se elevam acima dos animais em função de sua alma.
O comportamento é determinado pela paixão e pela razão (está exclusiva aos homens)
Hedonismo (empiristas britânicos e utilitaristas)
- as ações são determinadas segundo sua conseqüência)
	Sob forte influência darwinista surgem teóricos como Freud, W. James e McDougal que sugerem que os instintos são a fonte da motivação.
 A noção de instinto começa a declinar quando surge o behaviorismo de Watson.
Estas influências diversas conduzem a diferentes modelos de teorias.
Classificação das teorias motivacionais:
1 – modelo hedonista – o comportamento seria movido pela busca de prazer e evitação do sofrimento.
2– instinto – sob forte influência darwiniana, determina que certos comportamento são herdados, hoje é mais comum o uso da expressão “padrões de ação fixa”.
3 – modelo homeostático – pressupõe que o corpo tem padrões de referência, ou pontos estabelecidos, para cada uma de suas necessidades, que aponta para um estado ótimo de funcionamento. Quando as condições corporais se afasta de um de seus padrões de referência surge a necessidade, que ativa um motivo, acionando assim um comportamento dirigido ao retorno do estado de equilíbrio.
4 – modelo de incentivo - os incentivos alteram as emoções e cognições, iniciando a motivação. 
5 – modelo humanista – o que move o ser humano é sua tendência ao desenvolvimento.
6 – modelo cognitivista – negando a psicologia mecanicista, afirma que a percepção é que determina a ação. A noção de vontade desempenhou um importante papel nesta teoria.
PRÁTICA: automonitoramento (durante um único dia) do comportamento alimentar.
AUTOMONITORAMENTO
FOLHA DE REGISTRO DIÁRIO
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