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NBR NM 26 - AGREGADOS - AMOSTRAGEM

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específicos. Os princípios básicos
de amostragem podem ser utilizados nas
amostragens em caminhões, vagões, barcaças ou
outras unidades de transportes.
5.4.1.3 Para o agregado graúdo ou mistura de
agregado miúdo e graúdo, é necessário um
equipamento mecânico capaz de formar uma
pilha de amostragem, pequena e separada,
composta de materiais extraídos de diversos níveis
e locais da pilha principal, na qual podem ser
coletadas diversas amostras parciais para
formação da amostra de campo.
5.4.1.4 Se for necessário indicar o grau de variação
existente dentro da pilha principal, devem ser
coletadas amostras separadas de diferentes zonas
da pilha.
5.4.1.5 Quando não houver equipamento mecânico
disponível, as amostras de campo devem ser
formadas por pelo menos três amostras parciais,
obtidas no topo, meio e base da pilha, tanto em sua
superfície como em seu interior. Uma tábua inserida
verticalmente na pilha, sobre o ponto de amostragem,
previne uma maior segregação.
5.4.1.6 Nas pilhas de amostragem de agregado
miúdo, a camada exterior que estiver sujeita à
segregação deve ser removida (de aproximadamente
30 cm ou mais) e a amostra deve ser coletada
abaixo dessa camada.
5.4.1.7 Podem ser introduzidos nas pilhas, tubos
de amostragem de aproximadamente 30 mm de
diâmetro por 2 000 mm de comprimento, no mínimo,
em lugares ao acaso, a fim de extrair cinco ou mais
amostras parciais de material, para formar a amostra
composta.
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5.4.2 Muestreo en unidades de transporte
5.4.2.1 En el muestreo de agregados gruesos en
vagones ferroviarios o en barcazas, debe estar previsto
el uso de un equipo mecánico capaz de extraer el
material a diversos niveles y lugares al azar.
5.4.2.2 Cuando no se dispusiera de ese equipo, un
procedimiento común requiere la excavación de tres
o más trincheras a lo largo de la unidad, en puntos
que a través de la apariencia visual suministran una
muestra representativa y aceptable de la
característica de la carga.
5.4.2.3 La parte inferior de la trinchera debe estar
nivelada, poseyendo como mínimo 0,3 m de ancho
y estar a por lo menos 0,3 m por debajo de la
superficie del material.
5.4.2.4 Recoger como mínimo tres muestras
parciales, de por lo menos siete locales diferentes,
igualmente espaciados a lo largo de cada trinchera,
introduciendo una pala en el interior de la misma.
5.4.2.5 El muestreo de agregados gruesos en
camiones se debe hacer de la misma manera
descripta de 5.4.2.1 a 5.4.2.4 con la diferencia que
el número de muestras parciales se debe ajustar de
acuerdo con el tamaño del camión.
5.4.2.6 En el caso de muestreo de agregados finos
en unidades de transporte, se pueden utilizar tubos
muestradores de acuerdo con lo descripto en 5.4.1.7,
para extraer un número apropiado de muestras
parciales para formar una muestra compuesta.
5.4.3 Muestreo en el flujo de descarga de
agregados (compuertas de silos o descargas de
cintas transportadoras)
5.4.3.1 Seleccionar las unidades a ser ensayadas
aleatoriamente.
5.4.3.2 Obtener, como mínimo, tres muestras
parciales aproximadamente iguales, seleccionadas
al azar de la unidad de muestreo, mezclándolas para
formar una muestra de campo, cumpliendo con los
límites mínimos establecidos en 5.5.2.
5.4.3.3 Las muestras parciales se deben obtener de
varias descargas intermitentes de la boca o de la
sección transversal completa del flujo del material, y
si es posible, de varios puntos de la parte superior del
silo. Las muestras se deben recoger luego de la
descarga de por lo menos un metro cúbico del flujo.
NOTA Se debe evitar la recolección de muestras durante la
descarga inicial o final de los silos o cintas transportadoras, con
el fin de reducir la segregación.
5.4.2 Amostragem em unidades de transporte
5.4.2.1 Na amostragem de agregados graúdos
em vagões ferroviários ou em barcaças, deve estar
previsto o uso de um equipamento mecânico capaz
de extrair o material a diversos níveis e lugares ao
acaso.
5.4.2.2 Quando não se dispor desse equipamento,
um procedimento comum requer a escavação de
três ou mais trincheiras ao longo da unidade, em
pontos que, através da aparência visual forneçam
uma amostra representativa e aceitável das
características da carga.
5.4.2.3 A parte inferior da trincheira deve estar
nivelada, possuindo no mínimo 0,3 m de largura e
estar a pelo menos 0,3 m abaixo da superfície do
material.
5.4.2.4 Coletar no mínimo três amostras parciais, de
pelo menos sete locais diferentes, igualmente
espaçados ao longo de cada trincheira, introduzindo
uma pá no interior da mesma.
5.4.2.5 A amostragem de agregados graúdos em
caminhões deve ser feita da mesma maneira descrita
de 5.4.2.1 a 5.4.2.4 com a diferença de que o número
de amostras parciais deve ser ajustado de acordo
com o tamanho do caminhão.
5.4.2.6 No caso da amostragem de agregados
miúdos em unidades de transporte, podem ser
utilizados tubos amostradores conforme descrito
em 5.4.1.7, para extrair um número apropriado de
amostras parciais para formar uma amostra
composta.
5.4.3 Amostragem no fluxo de descarga de
agregados (comportas de silos ou descargas de
correias)
5.4.3.1 Selecionar as unidades a serem ensaiadas
aleatoriamente.
5.4.3.2 Obter, no mínimo, três amostras parciais
aproximadamente iguais, selecionadas ao acaso da
unidade de amostragem, misturando-as para formar
uma amostra de campo, atendendo aos limites
mínimos estabelecidos em 5.5.2.
5.4.3.3 As amostras parciais devem ser obtidas de
várias descargas intermitentes da boca ou da seção
transversal completa do fluxo do material, e se
possível, de vários pontos da parte superior do silo.
As amostras devem ser coletadas após a descarga
de pelo menos um metro cúbico do fluxo.
NOTA Deve ser evitada a coleta de amostras durante a
descarga inicial ou final dos silos ou correias transportadoras,
a fim de reduzir a segregação.
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5.4.3.4 Geralmente, há necesssidade de um
dispositivo especial, adequado para cada caso. Este
dispositivo consiste de uma bandeja de dimensões
apropriadas, que intercepte a seção transversal
completa da calha da correia ou da comporta do silo,
retendo a quantidade necessária de material, sem
desviar o fluxo. Pode ser necessária a utilização de
um trilhamento suportando o carrinho amostrador
que passa sob o fluxo do material.
5.4.3.5 Sempre que for possível, manter os silos
cheios ou quase cheios para reduzir a segregação.
5.4.4 Amostragem em correias transportadoras
5.4.4.1 Selecionar as unidades a serem ensaiadas
aleatoriamente.
5.4.4.2 A coleta das amostras deve ser feita com
as correias paralisadas.
5.4.4.3 Obter no mínimo três amostras parciais
aproximadamente iguais, escolhidas ao acaso na
unidade de amostragem e combiná-las formando
uma amostra de campo, em quantidades suficientes
para atender a Subseção 5.5.2.
5.4.4.4 Inserir dois moldes com forma compatível à
da correia, ao longo do fluxo de agregados e distanciá-
los de forma a obter entre eles uma amostra parcial
em quantidade desejada.
5.4.4.5 Recolher cuidadosamete todo o material que
estiver entre os moldes em um recipiente. Coletar os
agregados finos restantes na correia em uma bandeja
com auxílio de uma escova e uma pá. Colocar ambos
os materiais no recipiente de amostragem.
5.5 Número e dimensão das amostras
5.5.1 O número de amostras parciais é definido em
função do volume de material e da maior ou menor
variação de suas características. O número deve ser
suficiente para abranger todas as possíveis variações
e assegurar representatividade da amostra.
5.5.2 Com exceção das jazidas ou depósitos naturais,
a amostra de campo necessária para constituir a
amostra de ensaio deve ser formada pela reunião de
amostras parciais, em número suficiente para atender
aos valores indicados a seguir.
5.5.2.1 A Tabela 1 refere-se