A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
95 pág.
tcc_sobre_entrevista_1

Pré-visualização | Página 19 de 21

reportagem: teoria e técnica da entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: 
Record, 2001. 
71 
 
 
LO PRETE, Renata. Contei a Lula do “mensalão”, diz deputado. Folha de S. Paulo, São 
Paulo, 6 jun. 2005. Painel. Disponível em: 
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0606200504.htm>. Acesso em: 5 ago. 2008. 
 
MARCONDES FILHO, Ciro. A saga dos cães perdidos. 2.ed. São Paulo: Hacker Ed., 2002. 
 
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem 
(understanding media). 4.ed. São Paulo: Cultrix, 1964. 
 
______. A imagem, o som e a fúria. In: ROSENBERG, Bernard; WHITE, David Manning 
(Orgs.). Cultura de massa. São Paulo: Cultrix, 1973. p. 563-570. 
 
MEDINA, Cremilda de Araújo. Notícia: um produto à venda. São Paulo: Alfa-Omega, 1978. 
 
______. Entrevista: o diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986. 
 
MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1985. 
 
MORIN, Edgar. A entrevista nas ciências sociais, no rádio e televisão. In: MOLES, Abraham. 
Linguagem da Cultura de Massas: televisão e canção. Petrópolis: Vozes, 1973. p.125-135. 
 
MÜHLHAUS, Carla. Por trás da entrevista. Rio de Janeiro: Record, 2007. 
 
PINTO, Luís Costa. “O PC é o testa-de-ferro do Fernando”. Veja, São Paulo: Abril, n. 22, 27 
maio 1992. p. 18-22. 
 
PINTO, Lúcio Flávio. O jornalismo vital. Observatório da imprensa. 24 out. 2006. 
Disponível em:<http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=404MEM001>. 
Acesso em: 10 set. 2008. 
 
RIO, João do. O Momento literário. Rio de Janeiro: DNL, 1994. 
 
ROUCHOU, Joëlle. Ouvir o outro: entrevista na história oral e no jornalismo. 
In:CONGRESSO ANUAL DE CIÊNCIA DA COMUNICAÇÃO, 26., 2003, Belo Horizonte. 
Anais eletrônicos... Belo Horizonte: UFMG, 2003. Disponível em: 
<http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/4421/1/NP2ROUCHOU.pdf>. 
Acesso em: 12 ago. 2008. 
 
SHERWOOD, Hugh C. A entrevista Jornalística. São Paulo: Mosaico, 1981. 
 
TABAK, Israel. O repórter em ação. In: CALDAS, Álvaro (Org.). Deu no Jornal: o 
jornalismo na era da internet. 2.ed. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2002. p.59-78. 
 
TRAMONTINA, Carlos. Entrevista. A arte e as histórias dos maiores entrevistadores da 
televisão brasileira. 2.ed. São Paulo: Globo, 1996. 
 
 
 
72 
 
7 ANEXOS 
 
ANEXO A 
 
Entrevista concedida pelo cantor Cazuza à repórter Angela Abreu, publicada na edição 
de número 1077 da revista Veja. (26 de abril de 1989). 
 
 
 
 
73 
 
 
74 
 
 
75 
 
 
 
76 
 
 
 
77 
 
 
78 
 
 
 
79 
 
 
80 
 
 
81 
 
 
ANEXO B 
 
Texto que precede a Entrevista concedida por Pedro Collor de Melo ao repórter Luís 
Costa Pinto, publicado na edição de número 1236 da revista Veja (27 de maio de 1992). 
 
 
 
82 
 
 
83 
 
 
 
84 
 
 
Entrevista concedida por Pedro Collor de Melo ao repórter Luís Costa Pinto, publicado 
na edição de número 1236 da revista Veja (27 de maio de 1992). 
 
 
 
85 
 
 
86 
 
 
87 
 
 
88 
 
 
89 
 
Texto complementar à Entrevista de Pedro Collor de Melo (Veja, 27 de maio de 1992). 
 
 
 
90 
 
91 
 
ANEXO C 
 
Versão online da Entrevista concedida pelo então deputado Roberto Jefferson à 
jornalista Renata Lo Prete, publicada originalmente no jornal Folha de S. Paulo (6 de 
junho de 2005). O jornal disponibiliza apenas conteúdos online de suas publicações 
anteriores. 
 
 
EXCLUSIVO 
 
Jefferson afirma que foi "informando a todos do governo" sobre a mesada a deputados paga 
por Delúbio e que Lula chorou ao saber do caso 
 
 
Contei a Lula do "mensalão", diz deputado 
DO PAINEL 
 
 
Em sua entrevista à Folha, Roberto Jefferson afirma que levou a questão do "mensalão" a vários 
ministros do governo Lula e ao próprio presidente. Ele acredita que a prática só foi interrompida após 
Lula ser informado por ele, o que teria acontecido em duas conversas no princípio deste ano. 
(RENATA LO PRETE) 
 
 
Folha - Na tribuna da Câmara, o sr. disse ter sido procurado por pessoas que lhe pediam para 
resolver pendências nos Correios, que teria se recusado a traficar influência e que interesses 
contrariados estariam na origem da denúncia da revista "Veja". Por que o sr. não denunciou essas 
pessoas? 
 
Roberto Jefferson - Não se faz isso. Se você for denunciar todo lobista que se aproxima de você, vai 
viver denunciando lobista. 
 
 
Folha - O consultor Arlindo Molina, uma das pessoas que o procuraram para tratar dos Correios, 
afirma que, ao contrário do que o sr. disse no pronunciamento, o conhece há anos. Essa versão 
procede? 
 
Jefferson - A entrevista dele está completamente equivocada, até nas datas. Eu o conheci em março de 
2005. Não é verdade que nos conhecíamos antes disso. 
 
 
Folha - O sr. fala em guerra comercial. Mas não está em curso nos Correios, também, uma guerra 
por espaço entre os partidos? 
 
Jefferson - Não. Mas eu entendo o Fernando Bezerra [senador pelo PTB e líder do governo no 
Congresso] porque, na primeira matéria da "Veja", está dito que ele indicou o Ezequiel Ferreira para a 
diretoria de Tecnologia dos Correios. Mas o Ezequiel nunca assumiu. Por que não mostraram quem 
está no cargo, se 60% daquela fita [a que registra a cobrança de propina] se refere às operações da 
diretoria de Tecnologia? Esconderam o atual, indicado pelo Silvio Pereira [secretário-geral do PT]. O 
Policarpo [Júnior, repórter de "Veja"] protegeu o PT. 
92 
 
 
Folha - Na contramão do que declarou à PF, o ex-presidente do IRB Lídio Duarte diz em gravação 
[divulgada pela "Veja"] que, enquanto esteve no cargo, foi pressionado a destinar mesada de R$ 
400 mil ao PTB. O que o sr. tem a dizer? 
 
Jefferson - É algo que ele terá de esclarecer à PF. Eu tenho dele uma carta em que ele nega ter dado a 
entrevista. Em carta à "Veja", disse que não disse. Na PF, sob juramento, disse que não disse. Quem 
tem de decidir é a Justiça. 
Conheci o doutor Lídio no princípio de 2003, na casa do José Carlos Martinez [presidente do PTB 
morto em outubro daquele ano em acidente aéreo]. Sabendo que o PTB indicaria o presidente do IRB, 
ele veio para se apresentar. Tive excelente impressão. 
Depois da morte do Martinez ele se distanciou completamente do PTB. Por volta de agosto de 2004, 
eu o chamei ao meu escritório no Rio e disse: quero que você me ajude, procurando essas empresas 
que trabalham com o IRB, para fazerem doações ao partido nesta eleição, porque estamos em situação 
muito difícil. Ele ficou de tentar. Em setembro, ele voltou a mim e disse: deputado, não consegui que 
as doações sejam "por dentro", com recibo; querem dar por fora, e isso eu não quero fazer. Eu falei: 
então não faça. 
Na conversa, o Lídio avisou que estava perto de se aposentar. Eu então avisei que iniciaria um 
processo para substituí-lo. Levei aos ministros José Dirceu [Casa Civil] e Antonio Palocci [Fazenda] o 
nome do doutor Murilo Barbosa Lima, diretor técnico do IRB. O nome ficou meses em aberto. A 
imprensa começou a dizer que havia dossiê contra ele. E o doutor Lídio, que dissera que iria se 
aposentar, se agarra com o doutor Luiz Eduardo de Lucena, que é o diretor comercial indicado pelo 
José Janene [líder do PP na Câmara], para ficar na presidência. 
Aí se instala uma queda-de-braço entre o PTB e o PP. O Palocci conversa comigo e diz o seguinte: 
Roberto, vamos fazer uma saída por cima. Nós temos o diretor administrativo, um homem de altíssimo 
gabarito, o