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Contribuições Henry Ford
Padronização da linha de montagem e a padronização do equipamento utilizado - agilidade e redução nos custos 
Aspectos da produção em massa:
-	O produto é dividido em partes e o processo é dividido em etapas.
-	Cada pessoa ou grupo tem uma função definida, uma tarefa fixa e especializada.
As características da linha de montagem de Ford:
-	Ao invés dos operários pegarem as peças para a montagem, as peças iam até eles.
-	Ao invés do operário se locomover até os carros, os carros se moviam até o posto de trabalho do operário.
-	Introdução de máquinas ao longo do processo.
Conseqüências da linha de montagem de Ford:
-	Diminuição do ciclo de produção de 12 horas e 28 minutos para 1 hora e 33 min
-	Diminuição dos estoques e necessidade de menos investimentos
-	Maior competitividade em função dos menores preços praticados
TEORIA CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO
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	Henri Fayol 
(1841, Constantinopla -1925, Paris)‏
Engenheiro de Minas.
Fundador da Teoria Clássica
Administration Industrielle et Générale (Paris, 1916)
As Seis Funções Básicas das Empresas:
Funções Técnicas.
Funções Comerciais.
Funções Financeiras.
Funções de Segurança.
Funções Contábeis.
Funções Administrativas.
FUNÇÕES UNIVERSAIS DA ADMINISTRAÇÃO.
Previsão
Visualizar o futuro.
Traçar programa de ação.
Organização
Construir o organismo material e social.
Comando
Dirigir o orientar.
Coordenação
Harmonizar atos e esforços.
Controle
Verificar se tudo acontece conforme estabelecido
Críticas sobre a Teoria Clássica da Administração
Abordagem Simplificada da Organização Formal.
Ausência de Trabalhos Experimentais.
Extremo Racionalismo na Concepção da Administração.
Teoria da Máquina.
A Abordagem incompleta da organização.
A Abordagem de Sistema Fechado.
Abordagem Humanística
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Helton Mayo
	Teoristas Humanistas
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Abraham Maslow
Características
Análise do trabalho e adaptação do trabalhador ao trabalho : predomina o aspecto produtivo
Adaptação do trabalho ao trabalhador : predominam os aspectos sociais e individuais
Origem da Teoria das Relações Humanas
Necessidade de se humanizar e democratizar a Administração
Desenvolvimento das ciências humanas
Idéias de John Dewey, Kurt Lewin e Elton Mayo
Conclusões da experiência de Hawthorne
Experiência de Hawthorne - Conclusões
Nível de produção resultante da integração social
Comportamento social do empregados
Recompensas e sanções sociais
Grupos informais
Relações humanas
Importância do conteúdo do cargo
Ênfase nos aspectos emocionais
TEORIA DE MOTIVAÇÃO DE MASLOW
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Figura 5 Pirâmide das necessidades de Maslow
MOTIVAÇÃO
Homem social e não homo economicus;
Recompensas sociais, simbólicas;
Ciclo Motivacional:
Homem social e não homo economicus
Recompensas sociais, simbólicas
Ciclo Motivacional:
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Figura 6 Ciclo motivacional
TEORIA SISTÊMICA E A TEORIA CONTINGENCIAL
Teoria de Sistemas
A Abordagem sistêmica é muito comum na Administração, tendo em vista que a organização apresenta-se como uma estrutura autônoma com capacidade de se reproduzir e pode ser visualizada como um sistema de sistemas. A abordagem sistêmica contrapõe-se à microabordagem do sistema fechado, onde desconsidera-se a dependência organizacional em relação ao ambiente e aos processos de feedback que são essenciais à sobrevivência.
O conceito de sistemas é resultante do uso da tecnologia, permitindo uma visão na qual "o todo é mais do que a soma das partes", ou seja, as organizações são analisadas como "sistemas abertos", mantendo um contínuo intercâmbio com o ambiente. Na realidade, sistema é um todo organizado ou complexo; um conjunto ou combinação de coisas ou partes, formando um todo complexo ou unitário. A partir da definição de sistema, na qual as unidades estão reciprocamente relacionadas, decorrem duas características básicas:
Propósito ou objetivo: todo o sistema tem um propósito. Os elementos do sistema definem uma combinação que visa um objetivo à alcançar;
Globalismo ou totalidade: qualquer estimulação em qualquer unidade do sistema afetará todas as demais unidades. Há uma relação de causa e efeito entre as diferentes partes do sistema.
Os sistemas abertos são compostos por seus elementos (partes) e as relações entre eles, ou seja, as relações são os laços que ligam os elementos entre si. A caracterização dos sistemas dá-se pelos parâmetros:
Entrada ou insumo – é a força de arranque de um sistema, permite a operação do sistema;
Processamento ou transformador – é o fenômeno que produz mudança, converte entradas em saídas;
Saída ou resultado – é a finalidade para qual se reuniram elementos e relações do sistema. Devem ser coerentes com a finalidade do sistema;
Retroação ou retroalimentação - função que visa comparar a saída a determinados padrões estabelecidos. Visa manter ou aperfeiçoar o desempenho do processo;
Ambiente – é o meio que envolve externamente o sistema.
A organização como um sistema aberto
A organização recebe insumos (entradas) do ambiente, processa e transforma seus insumos em produtos acabados e exporta (saídas) certos produtos para o meio ambiente. Este ciclo (entrada, processamento e saída) se repete constantemente. As organizações recebem informações (feedback) que permite corrigir seus desvios e evitar a desorganização. Além disso, a organização tende a diferenciação, isto é, à multiplicação e à elaboração das funções, permitindo á chegada ao objetivo, diferenciação esta que pode ser feita de diversas maneiras.
Figura 7 O sistema aberto
Fonte: Bio (1996)
A relação entre o sistema aberto e o ambiente é constante, ou seja, eles estão inter-relacionados, tendo em vista que as entradas de um sistema partem do ambiente e retornam através das saídas geradas pelo processamento.
O sistema recebe influências do ambiente através de entrada e efetua influências através de saídas, entretanto as influências exercidas pelo sistema retornam ao mesmo através da retroação. Assim, a viabilidade de um sistema depende da sua capacidade de adaptar-se, mudar e responder às exigências e demandas do ambiente externo.
Ao contrário do que afirmavam Taylor, Fayol e Weber, no qual através do modelo racional, as organizações são um sistema fechado e determinístico, isto é, um sistema determinístico é aquele em que uma mudança específica em uma de suas variáveis produzirá um resultado particular com certeza, as organizações possuem características de um sistema aberto e probabilístico. O comportamento humano nunca é totalmente previsível, as pessoas são complexas e não pode-se esperar um comportamento previsível.
A organização, sendo um sistema aberto, precisa conciliar dois processos opostos:
Homeostasia – tendência do sistema em permanecer estático ou em equilíbrio, mantendo seu status quo interno;
Adaptabilidade – a mudança na organização do sistema para conseguir um novo e diferente estado de equilíbrio com o ambiente externo.
As organizações tem fronteiras que as diferenciam dos ambientes. As fronteiras variam quanto ao grau de permeabilidade que por sua vez definirá o grau de abertura do sistema em relação ao ambiente.
Teoria Contingencial
A visão de contingência procura entender as relações dentro e dentre os subsistemas, bem como entre a organização e seu ambiente, e procura definir padrões de relações ou configurações de variáveis. Esta visão enfatiza a natureza multivariada das organizações e tenta entender como as organizações operam sob condições variáveis e em circunstâncias específicas 
A estrutura mais apropriada: é dependente das contingências da situação para cada organização individual.
A abordagem contingencial: pode ser vista pela aplicação de relações SE – ENTÃO
Contribuição: identificação das variáveis que influenciam projeto geral das organizações (tecnologia,