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SLIDE - Direito undividual e coletivo

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DIREITO DO TRABALHO
Conceito
Complexo de regras, princípios e institutos jurídicos que regulam as relações de emprego, no plano específico do contrato ou no âmbito dos vínculos entre os seres coletivos que representam os sujeitos do contrato.
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DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO
Objetivos
Regula o contrato de emprego
Fixa direitos, obrigações e deveres das partes no contrato
Objetivo histórico de aperfeiçoar as condições de trabalho
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DIREITO COLETIVO DO TRABALHO
Autonomia privada coletiva
Regula as relações entre organizações coletivas (sindicatos) de empregados e de empregadores ou entre aquelas e as empresas
Regula aspectos relativos à representação e atuação coletiva dos trabalhadores
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DIREITO DO TRABALHO – Princípios aplicáveis
Conceitos 
proposições gerais inferidas da cultura e ordenamento jurídico que conformam a criação, revelação, interpretação e aplicação do Direito (Maurício Godinho Delgado)
Diretrizes gerais e centrais, proposições fundamentais, comandos jurídicos, proposições ideais
Funções
Informadora – fase pré-jurídica
Normativa – fase jurídica típica
Interpretativa – orientação ao intérprete
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DIREITO DO TRABALHO – Princípios aplicáveis
PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO
Dignidade da pessoa humana
Não-discriminação - isonomia
Justiça social
Equidade
Solidariedade
PRINCÍPIOS ESPECIAIS DE DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO
Proteção (norma mais favorável, condição mais benéfica, in dubio pro misero)
Inalterabilidade contratual lesiva
Irredutibilidade, intangibilidade e integralidade salarial
Primazia da realidade sobre a forma
Continuidade da relação de emprego
Despersonalização do empregador, alteridade, irretroatividade das nulidades
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DIREITO COLETIVO DO TRABALHO
Direito individual: construído a partir de uma relação entre seres teoricamente desiguais.
 Ser coletivo: empresa/empregador
 Ser individual: empregado
Direito coletivo: construído a partir de uma relação entre seres teoricamente equivalentes.
 Ser coletivo: empresa/empregador/sindicato patronal 
Ser coletivo: sindicato profissional
 
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DIREITO COLETIVO - PRINCÍPIOS
1 . QUE ASSEGURAM CONDIÇÕES DE EMERGÊNCIA E AFIRMAÇÃO DO SER COLETIVO PROFISSIONAL
Liberdade de associação e sindical
Reunião (CF, art. 5º, XVI e XVII)
Associação (CF art. 5º, XX)
Liberdade sindical (CF, art. 8º, V) – sindicalização forçada – práticas anti sindicais – garantias à atuação sindical
Autonomia sindical
Garantia de autogestão
Sem interferência empresarial ou do Estado
Livre estruturação interna – livre atuação externa – sustentação econômico-financeira – unicidade sindical (CF, art. 8º, II)
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DIREITO COLETIVO - PRINCÍPIOS
2. QUE REGEM AS RELAÇÕES ENTRE OS SERES COLETIVOS
Interveniência sindical na normatização coletiva
Condição de validade para o processo de negociação
Visa assegurar a efetiva equivalência entre os sujeitos (CF, art. 8º, III e VI)
Equivalência dos contratantes coletivos
Natureza: seres coletivos
Processos de atuação – instrumentos eficazes de atuação e pressão
Lealdade e transparência na negociação coletiva
Visa assegurar condições efetivas de concretização da equivalência teórica
Lisura na conduta negocial – lealdade – boa-fé
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DIREITO COLETIVO - PRINCÍPIOS
3. QUE REGEM AS RELAÇÕES ENTRE NORMAS COLETIVAS NEGOCIADAS E NORMAS ESTATAIS
Criatividade jurídica da negociação coletiva
Processos negociais coletivos tem real poder de criar norma jurídica
Princípio de descentralização política e autogestão
Normas jurídicas – cláusulas contratuais
Adequação setorial negociada
Possibilidades e limites 
Critérios de harmonização entre normas negociadas e normas jurídicas
Autorização: padrão superior ao legal; parcelas de indisponibilidade relativa
Limites: não prevalece se implicar ato de renúncia
 não prevalece se abranger direitos de indisponibilidade absoluta
 interesse público, patamar mínimo 
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DIREITO COLETIVO DO TRABALHO
NEGOCIAÇÃO COLETIVA
Modalidade de autocomposição de conflitos
Convenção coletiva: ajuste entre entidades sindicais (CLT, art. 611)
Acordo coletivo: ajuste entre sindicato representante de uma categoria e empresa (CLT, art. 611, § 1º)
Natureza jurídica: contrato lato sensu na formação; norma jurídica, quanto ao conteúdo (contrato-ato-regra na teoria mista)
Participação sindical obrigatória (CF, art. 8º, VI)
Princípio da boa-fé objetiva
Dever de negociar em clima de paz (greve e lockout)
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DIREITO COLETIVO DO TRABALHO
NEGOCIAÇÃO COLETIVA
Celebração: convocação de assembléia geral
Aprovação 
Conteúdo: cláusulas normativas; cláusulas obrigacionais (CLT, art. 613) 
Limites: CLT, art. 9º e 444
Efeitos: regência dos contratos individuais
Prorrogação, revisão, denúncia, revogação