Patologias do Cotovelo
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Patologias do Cotovelo


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PATOLOGIAS DO COTOVELO
Anatomia
\uf0d8 Ossos:
Úmero, Ulna e Rádio.
\uf0d8 Articulações:
Umeroulnar\uf0e8 Flexão / Extensão;
Umerorradial\uf0e8 Flexão / Extensão e Pronação / Supinação;
Radioulnar proximal\uf0e8 Pronação / Supinação;
\uf0d8 Músculos:
Flexores\uf0e0 Braquial, Bíceps Braquial e Braquiorradial;
Extensores\uf0e0 Tríceps Braquial e Anconeo;
\uf0d8 Ossos:
Úmero, Ulna e Rádio.
\uf0d8 Articulações:
Umeroulnar\uf0e8 Flexão / Extensão;
Umerorradial\uf0e8 Flexão / Extensão e Pronação / Supinação;
Radioulnar proximal\uf0e8 Pronação / Supinação;
\uf0d8 Músculos:
Flexores\uf0e0 Braquial, Bíceps Braquial e Braquiorradial;
Extensores\uf0e0 Tríceps Braquial e Anconeo;
Anatomia
Anatomia
Supinadores \uf0e0 Bíceps Braquial e Supinador;
Pronadores \uf0e0 Pronador Redondo e Pronador Quadrado.
\uf0d8 Músculos que atuam no punho, com origem no cotovelo:
Epicôndilo Medial \uf0e0 Flexor radial do carpo, flexor ulnar do carpo, palmar
longo, flexor superficial dos dedos e flexor profundo dos dedos;
Epicôndilo Lateral \uf0e0 Extensor radial longo e curto do carpo, extensor
ulnar do carpo e extensor dos dedos.
\uf0d8 Nervos:
Ulnar (medialmente), Radial (lateralmente) e Mediano (anteriormente).
Anatomia
ERLC
ERCC
ECD
EUC
EPICONDILITE LATERAL 
DO COTOVELO
Introdução
\uf0d8 Também conhecida como cotovelo de tenista;
\uf0d8 Geralmente é atribuída ao esforço excessivo e/ou
repetitivo;
\uf0d8 Degeneração do tecido conjuntivo \uf0e0 inserção comum
de vários músculos;
\uf0d8 Extensor radial curto do carpo e parte superficial do
supinador têm a mesma origem \uf0e0 epicôndilo lateral,
cápsula articular e ligamento anular.
Fisiopatologia e Etiologia
Fisiopatologia:
\uf0fc Microrruptura degenerativa da origem dos músculos, devido ao envelhecimento
biológico;
\uf0fc Microrruptura traumática da origem dos músculos devido a trauma direto ou
esforço repetitivo;
\uf0fc Pode estar associada à Síndrome do Túnel do Carpo, bursite olecraniana, etc;
Etiologia:
\uf0fc 95% dos pacientes são sedentários;
\uf0fc 75% dos casos têm idade entre 35 e 55 anos;
\uf0fc Acometimento similar quanto ao gênero;
\uf0fc Epicondilite lateral 7x mais comum que a medial.
Avaliação
Quadro clínico:
\uf0d8 Dor sobre o epicôndilo lateral, com possível irradiação para os músculos extensores;
\uf0d8 Início gradativo e torna-se intensa e persistente;
\uf0d8 Mobilidade ativa e passiva sem alterações;
Palpação:
Dor à palpação do epicôndilo lateral;
Testes:
Dor à extensão resistida do punho;
Dor à supinação resistida;
RX:
Sem alterações.
Tratamento
Alto índice de cura com tratamento conservador\uf0e0 80%.
Médico:
\uf0fc Repouso;
\uf0fc Medicação (analgésicos e AI);
\uf0fc Infiltrações;
FISIOTERAPIA:
Fase Aguda:
\uf0fc Repouso;
\uf0fc Imobilização\uf0e0 tala de velcro;
\uf0fc Eletroterapia\uf0e0 sem acúmulo de calor\uf0e0 USP, CDB (+ sobre a lesão), CIV, laser;
\uf0fc Crioterapia;
\uf0fc Bandagem Funcional
Tratamento
Fase Sub-aguda:
\uf0fc Alongamento leve\uf0e0 extensores do punho e dedos;
\uf0fc Fortalecimento leve\uf0e0 extensão do punho e dedos, supinação e pronação;
\uf0fc Eletroterapia \uf0e0 Pouco acúmulo de calor \uf0e0 USP, Laser, CDB (inversão de
polaridade), CIV;
\uf0fc Contraste;
Fase Final:
\uf0fc Alongamentos progressivos;
\uf0fc Fortalecimentos progressivos;
\uf0fc Eletroterapia (?)\uf0e0 Acúmulo de calor;
\uf0fc Retorno progressivo às AVD\u2019s.
SÍNDROMES COMPRESSIVAS 
NO NÍVEL DO COTOVELO
Síndromes Compressivas
\u201cUm nervo pode ser comprimido em múltiplos locais, desde sua origem até
sua terminação.\u201d (Kleinert, 1993).
Síndrome do Túnel Radial, ou Síndrome do Supinador:
\uf0d8 O nervo radial passa pelo sulco formado entre os músculos braquial,
braquiorradial e extensor radial longo do carpo, sobre o capítulo e a cabeça do
rádio;
\uf0d8 O nervo pode ser comprimido, principalmente:
\uf0fc Bandas fibrosas\uf0e0 junto à cabeça do rádio;
\uf0fc Parte tendínea do músculo extensor radial curto do carpo;
\uf0fc Borda proximal do músculo supinador;
\uf0fc Banda fibrosa na borda distal do músculo supinador.
Síndromes Compressivas
Diagnóstico:
\uf0fc Dor no terço proximal e dorsal do antebraço, com piora ao
esforço;
\uf0fc Possível diminuição da força de preensão;
\uf0fc Diagnóstico diferencial: epicondilite lateral;
Tratamento:
\uf0fc Medidas antinflamatórias e imobilização;
\uf0fc Cirurgia de liberação do nervo radial nos locais de
compressão.
BURSITE 
OLECRANIANA
Bursite Olecraniana
\uf0d8 Inflamação da Bursa do olécrano;
\uf0d8 Epidemiologia:
\uf0fc Traumas locais repetitivos;
\uf0fc Excesso de treinos de alta resistência de contração do tríceps
braquial;
\uf0fc Ocupacional:
\uf0fc Apoio do cotovelo em superfícies rígidas;
\uf0fc Esforços intensos e repetitivos;
\uf0fc Comum em lutas e halterofilismo \uf0e0 atritos e grande contrações do
tríceps;
Bursite Olecraniana
Bursite Olecraniana
Avaliação:
\uf0fc Palpação\uf0e0 localização da bursa!
Tratamento:
\uf0fc Antinflamatórios;
\uf0fc Eletroterapia;
\uf0fc Crioterapia.
OBRIGADO!
vinisina@gmail.com