APOSTILA PRÓTESE TOTAL
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APOSTILA PRÓTESE TOTAL


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deve apresentar RECORTE MUSCULAR de modo a evitar interferências durante os movimentos naturais da musculatura.
Deve apresentar ADAPTAÇÃO PERIFÉRICA, que resultará no "selamento periférico" imprescindível para a retenção do aparelho.
MOLDAGEM FUNCIONAL COM ELASTÔMEROS:
1 - Posição do paciente e do operador: As posições, tanto do paciente quanto do operador, na moldagem da maxila e na moldagem da mandíbula, são as mesmas que para a moldagem preliminar ou moldagem anatômica.
2 - Material e instrumental necessários: Como o material necessário é o mesmo tanto para a moldagem da maxila como para a moldagem da mandíbula, variando apenas a moldeira empregada, nos limitaremos a citar um vez o material e instrumental necessários.
Silicona ou Mercaptana (tipo leve) + adesivo;
Moldeira individual para maxila e/ou mandíbula;
Placa de vidro ou bloco de papel para espatulação;
Espátula de aço inox nº 36;
Espátula Le Cron;
Godiva em bastão (verde);
Lamparina;
Lâmpada de Hannau ou similar.
Tanto as SILICONAS como as MERCAPTANAS são apresentadas em várias composições de fluidez e escoamento, de forma a nos permitir selecionar aquela que mais se adapte a cada caso.
É característico desses materiais, uma espessura mínima para escoamento e polimerização, envolvendo a necessidade de moldeiras especiais.
Assim é que sempre utilizaremos moldeiras em resina acrílica, preferencialmente, prensada.
3 - Moldagem funcional da maxila e/ou mandíbula:
Como em situações anteriores, não há necessidade de repetir toda a explicação. Vamos nos restringir a abordar os passos que se diferenciam de uma técnica para outra.
Quando nos utilizamos de siliconas ou mercaptanas, como material de moldagem funcional, a moldagem das bordas (selamento periférico), será executada antes da moldagem do corpo ou base.
* Com o auxílio da lamparina, plastificamos a godiva em bastão, que será aplicada sobre a borda da moldeira. É recomendável aplicar a godiva por partes (lado direito, p.ex.) para melhor controle das manobras de moldagem. 
* Com a lâmpada de Hannau, replastifica-se a godiva aplicada à moldeira, tomando cuidado com o superaquecimento (cuidado para não queimar o paciente!).
* A moldeira será levada à boca, quando se executam todos os movimentos dos tecidos paraprotéticos naquela área. Com auxílio da espátula Le Cron, recortam-se os excessos de godiva que tenham escoado para a zona secundária de suporte. Repete-se a manobra de moldagem, a fim de obter uma borda uniforme.
* Examina-se com atenção: a moldagem da borda deve se apresentar lisa e arredondada, com o forma do sulco.
* Repete-se a manobra, para as outras regiões a serem moldadas, até contornar a totalidade da moldeira.
Julgando satisfatória a moldagem das bordas, passaremos à moldagem do corpo.
* Aplica-se o adesivo (próprio do material que está sendo utilizado), tanto na face interna, quanto nas bordas da moldeira.
* O material de moldagem é manipulado e carregado na moldeira.
A seqüência de passos é repetitiva em relação às outras técnicas já abordadas.
* Pequenas falhas, que não comprometam a estabilidade do molde, podem ser corrigidas, acrescentando nova camada de material de moldagem sobre toda a superfície de moldagem.
* A remoldagem será feita sem pressão, para evitar a deformação do material base (não esquecer que estamos trabalhando com materiais elásticos).
Não é possível remoldar a região de selamento periférico. Falhas nessa área, comprometem a totalidade do molde.
* Aprovado nos testes, o molde estará pronto para a confecção do modelo funcional, ou modelo de trabalho ou modelo definitivo.
CAPÍTULO VI
- Bases de prova 
- Confecção das bases de prova 
- Registros prévios necessários à confecção da prótese 
- Dimensão vertical 
- Planos de orientação 
- Relação Central 
- Métodos de registro da relação central.
INTRODUÇÃO 
De posse dos moldes, tanto maxilar como mandibular, nossa preocupação será obter, no menor espaço de tempo possível, os modelos em gesso. Uma vez que será sobre esses modelos que iremos construir a prótese, devemos utilizar gessos especiais, de alta dureza e mínima, ou nenhuma, alteração dimensional.
Os gessos para tal finalidade são denominados de gessos "pedra" (os fabricantes americanos costumam usar o sufixo "stone", pedra em português, como indicativo da finalidade do gesso).
Obtido a partir de um molde "funcional", deverá conter toas as características e acidentes anatômicos que serão reproduzidas pela dentadura.
Da fidelidade do modelo funcional, depende o sucesso ou insucesso de nosso trabalho.
A técnica de obtenção dos modelos é mesma descrita para a obtenção do "modelo de estudo" (vide Capítulo IV), apenas relembrando que o gesso a ser utilizado será o gesso pedra. O modelo obtido será designado, por força de sua função: MODELO DE TRABALHO ou segundo modelo ou modelo definitivo, dando-se preferência à primeira denominação.
O modelo vazado deve ser deixado em repouso até a completa cristalização do gesso e evaporação da água. Dessa forma sua superfície atingirá a máxima dureza e consistência necessárias a continuação dos trabalhos de laboratório.
No caso de pasta ZOE, a separação molde/modelo é feita por imersão em água quente, durante cerca de 5 minutos; a pasta zincoeugenólica amolecerá e a remoção torna-se simples. O aquecimento excessivo ou prolongado pode acarretar a adesão da pasta ao gesso o que dificulta, enormemente a sua remoção.
Quando o material utilizado foi silicona ou mercaptana, a separação é feita por tração simples.
BASES DE PROVA
Conceito:
A base de prova (chapa de prova) é a base provisória de uma dentadura, preparada sobre o modelo de trabalho, com material adequado e que permite a realização de todas as operações prévias para a confecção de uma prótese total, sem se deformar ou romper.
moldeiras individuais em resina acrílica. Evidentemente aqui não construímos um cabo!
* Como vamos continuar utilizando o modelo até o fim de nosso trabalho, é interessante que este seja duplicado. Dessa forma não corremos o risco de danificá-lo ou perdê-lo quando da prensagem da chapa de prova
* Para maior facilidade de trabalho e maior rapidez, poderemos nos utilizar de resina acrílica quimicamente ativada, que é prensada (em muflo ou não) durante cerca de 15 minutos. Assim economizamos o tempo necessário à polimerização térmica.
Resina acrílica adaptada
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* Seguem-se os mesmos passos da confecção da moldeira individual. É muito utilizada pela facilidade de construção e por não correr risco de danificar o modelo. Quando são necessários alívios, estes podem ser feitos com cera e protegem o modelo.
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Materiais termoplásticos-
* Sob esse título englobamos as "placas de polietileno" que vieram substituir a placa base convencional. Trata-se de placas plásticas, termoplásticas, de espessura fina ou média, transparentes ou leitosas, que são adaptadas à vácuo, sobre o modelo. Seu uso tem se tornado corriqueiro, pela facilidade e rapidez de confecção.
* Necessitam equipamento específico (sistema de aquecimento e vácuo).
A base de prova, independentemente do material e técnica de confecção, tem como sua principal finalidade: permitir o registro das Relações maxilo-mandibulares, na boca do paciente e transferir esses registros para um instrumento de laboratório.
As relações maxilo-mandibulares de interesse protético , compõe os:
REGISTROS PRÉVIOS À CONFECÇÃO DE PRÓTESE TOTAIS MUCOSUPORTADAS
Sob este título iremos estudar:
 Dimensão vertical.
 Planos de orientação.
 Relação Central.
Todo nosso trabalho localiza-se em uma região da face do paciente denominada: 
REGIÃO PROTÉTICA que compreende o terço inferior da face do paciente.
A plenitude da harmonia facial prende-se à reconstituição do terço inferior da face por meio da prótese.
A determinação da Dimensão Vertical prende-se
Elen
Elen fez um comentário
tem sim, manda seu email
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KARINE
KARINE fez um comentário
Oi.. Tem como enviar esse arquivo pro meu email?/
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