Contabilidade Geral   José Jayme Moraes Junior (2013)
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Contabilidade Geral José Jayme Moraes Junior (2013)


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10.000,00 35.000,00
b)
Diversos
a Diversos
Caixa 29.000,00
Depreciação Acumulada 18.500,00 47.500,00
a Veículos 35.000,00
a Ganhos de Capital 12.500,00 47.500,00
c)
Diversos
a Diversos
Caixa 29.000,00
Depreciação Acumulada 17.500,00 46.500,00
a Veículos 35.000,00
a Ganhos de Capital 11.500,00 46.500,00
d)
Diversos
a Diversos
Caixa 29.000,00
Depreciação Acumulada 13.750,00 42.750,00
a Veículos 35.000,00
a Ganhos de Capital 7.750,00 42.750,00
e)
Diversos
a Diversos
Caixa 29.000,00
Depreciação Acumulada 19.000,00 48.000,00
a Veículos 35.000,00
a Ganhos de Capital 13.000,00 48.000,00
30/09/2008
Alienação de Dois Veículos = 29.000,00
Sabe-se que a vida útil de um veículo é igual a 5 anos
Taxa de Depreciação = 1/5 = 20% ao ano
I \u2013 Cálculo do Valor Contábil do Veículo 1:
Veículo 1 (registrado no balanço em 2007) = 25.000
Período = anterior a 2008 + 9 meses/12 meses 
Período = anterior a 2008 + 3/4 ano = anterior a 2008 + 0,75 ano
Depreciação Acumulada (Veículo 1 até 31/12/2007) = 55%
Depreciação Acumulada = (55% (até 2007) + 20% x 0,75) x 25.000 
 Depreciação Acumulada (Veículo 1) = 70% x 25.000 = 17.500
Valor Contábil (Veículo 1) = Custo de Aquisição \u2013 Dep. Acumulada 
 Valor Contábil (Veículo 1) = 25.000 \u2013 17.500 = 7.500
II \u2013 Cálculo do Valor Contábil do Veículo 2:
Veículo 2 (comprado em 01/04/2008) = 10.000
Período = de abril a setembro = 6 meses/12 meses = 0,5 ano
Depreciação Acumulada = 20% x 0,5 x 10.000 
 Depreciação Acumulada (Veículo 2) = 10% x 10.000 = 1.000
Valor Contábil (Veículo 2) = Custo de Aquisição \u2013 Dep. Acumulada 
 Valor Contábil (Veículo 2) = 10.000 \u2013 1.000 = 9.000
III \u2013 Apuração do ganho ou perda de capital:
Valor da Alienação dos dois Veículos 29.000
(-) Valor Contábil do Veículo 1 (7.500)
(-) Valor Contábil do Veículo 2 (9.000)
Ganho de Capital 12.500
Venda à vista:
Caixa (Ativo Circulante)
a Outras Receitas (Receita) 29.000
Depreciação Acumulada (ANC \u2013 Imobilizado \u2013 Retificadora)
a Veículos (ANC \u2013 Imobilizado) 17.500
Depreciação Acumulada (ANC \u2013 Imobilizado \u2013 Retificadora)
a Veículos (ANC \u2013 Imobilizado) 1.000
Baixa dos Veículos (pelo valor contábil):
Outras Despesas (Despesa)
a Veículos (ANC \u2013 Imobilizado) 7.500
Outras Despesas (Despesa)
a Veículos (ANC \u2013 Imobilizado) 9.000
Lançamento consolidado:
Diversos
a Diversos
Caixa (Ativo Circulante) 29.000
Depreciação Acumulada (ANC) 18.500 (17.500 + 1.000)
a Ganho de Capital (Receita) 12.500 (29.000 \u2013 7.500 \u2013 9.000)
a Veículos (ANC \u2013 Imobilizado) 35.000 (17.500 + 1.000 + 7.500 + 9.000)
Diversos
a Diversos
Caixa (Ativo Circulante) 29.000
Depreciação Acumulada (ANC \u2013 Imobilizado) 18.500 47.500
a Ganho de Capital (Receita) 12.500
a Veículos (ANC \u2013 Imobilizado) 35.000 47.500
A alternativa \u201cb\u201d é a correta.
4.2.2.6. Depreciação de Bens Adquiridos Usados
No caso de bens adquiridos usados, a taxa anual de depreciação será determinada
considerando-se o maior entre os seguintes prazos:
I \u2013 Metade da vida útil do bem adquirido novo; e
II \u2013 Restante da vida útil, considerada em relação à primeira instalação para utilização do
bem.
Exemplo: A Cia J4M2 adquiriu um equipamento novo em 10/03/2004, com tempo de
vida útil estimado em 4 anos. Em 25/11/2006, a Cia J4M2 vendeu este equipamento, agora
usado, para a empresa Kaprisma. Qual será a taxa anual de depreciação utilizada pela Cia.
Kaprisma para o referido bem?
Metade da Vida Útil do Equipamento = 2 anos
O equipamento estaria totalmente depreciado em fevereiro de 2008.
Tempo de Vida Útil Restante = 2 meses (11 e 12/2006) + 1 ano (2007) + 2 meses (01 e
02/2008)
Tempo de Vida Útil Restante = 1 ano e 4 meses
Portanto, prevalecerá o tempo de 2 anos 
 Taxa de Depreciação Anual = 1/2 anos = 50% ao ano
4.2.2.7. Pontos Importantes da Resolução CFC no 1.177/2009
\u2013 A despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado a menos
que seja incluída no valor contábil de outro ativo.
\u2013 O valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua
vida útil estimada.
\u2013 O valor residual e a vida útil de um ativo são revisados pelo menos ao final de cada
exercício e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, a mudança deve ser
contabilizada como mudança de estimativa contábil.
\u2013 A depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo exceda o seu valor contábil,
desde que o valor residual do ativo não exceda o seu valor contábil. A reparação e a
manutenção de um ativo não evitam a necessidade de depreciá-lo.
\u2013 O valor depreciável de um ativo é determinado após a dedução de seu valor residual. Na
prática, o valor residual de um ativo frequentemente não é significativo e por isso
imaterial para o cálculo do valor depreciável.
Valor Depreciável = Base de Cálculo da Depreciação
Custo de Aquisição do Bem
(+) Gastos com instalação
(+) Acréscimos Posteriores
(-) Valor Residual
Base de Cálculo da Depreciação
Atenção! Não confundir o valor depreciável com o valor contábil:
Valor Contábil = Custo de Aquisição \u2013 Depreciação Acumulada
\u2013 O valor residual de um ativo pode aumentar. A despesa de depreciação será zero
enquanto o valor residual subsequente for igual ou superior ao seu valor contábil.
\u2013 A depreciação do ativo se inicia quando este está disponível para uso, ou seja, quando
está no local e em condição de funcionamento na forma pretendida pela administração.
A depreciação de um ativo deve cessar na data em que o ativo é classificado como
mantido para venda ou, ainda, na data em que o ativo é baixado, o que ocorrer primeiro.
Portanto, a depreciação não cessa quando o ativo se torna ocioso ou é retirado do uso
normal, a não ser que o ativo esteja totalmente depreciado. No entanto, de acordo com
os métodos de depreciação pelo uso, a despesa de depreciação pode ser zero enquanto
não houver produção.
\u2013 Terrenos e edifícios são ativos separáveis e são contabilizados separadamente, mesmo
quando sejam adquiridos conjuntamente. Com algumas exceções, como as pedreiras e os
locais usados como aterro, os terrenos têm vida útil ilimitada e, portanto, não são
depreciados. Os edifícios têm vida útil limitada e, por isso, são ativos depreciáveis. O
aumento de valor de um terreno no qual um edifício esteja construído não afeta o valor
contábil do edifício.
Método de depreciação
\u2013 O método de depreciação aplicado a um ativo deve ser revisado pelo menos ao final de
cada exercício e, se houver alteração significativa no padrão de consumo previsto, o
método de depreciação deve ser alterado