Curso Básico de Astrologia vol. III   Marion D. March & Joan McEvers
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Curso Básico de Astrologia vol. III Marion D. March & Joan McEvers


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marido) (veja seus mapas no Volume II) e Margaret 
Mead (compreensão intuitiva) (mapa na página 50). 
 
Parte II 
 
Introdução 
 
A "Arte" de Interpretar Mapas 
Não é força de expressão: examinar efetivamente um horóscopo \u2014 pegar 
planetas, signos, colocações por Casa e aspectos e, a partir desse conjunto de 
glifos, entender quem é a pessoa, como ela reage à vida, ao amor e à busca da 
felicidade \u2014 é uma "arte". 
Provavelmente existem tantas formas de abordar esse assunto quanto as-
trólogos. Depois de algum tempo, cada um descobre um jeito exclusiva-mente 
seu de delinear, e é assim que deve ser. Mas até atingir esse nível de 
competência, você precisa de algumas normas para ajudá-lo a olhar sem deixar 
passar nada, e a ver com compreensão. 
O Volume II de Curso Básico de Astrologia termina como capítulo 20 que 
se intitula "Etapas de Delineamento". Neste livro, vamos mostrar essas etapas 
na prática. A visão geral é sempre necessária para se entendera síntese do todo, 
para perceber o que toma aquela pessoa ímpar, e pam descobrir a direção ou a 
tendência principal. Em seguida, desmembramos o horóscopo em muitas partes 
\u2014 o Sol, a Lua, o Ascendente e assim por diante \u2014 mas, ao examinar cada 
pedacinho, precisamos nos lembrar sempre do quadro geral do apanhado que 
fizemos. 
Neste volume, vamos mostrar quatro formas diferentes de interpretar um 
mapa. Embora as autoras partilhem dos mesmos pontos de vista quanto ao 
ensino da astrologia, cada uma desenvolveu seu próprio estilo de delineamento. 
Joan começa com o apanhado e vai direto para o Ascendente e a primeira Casa, 
depois para a segunda, a terceira, e assim por diante através da roda. Usa 
decanatos e duades para interpretar o Sol, a Lua e o Ascendente. Delineia cada 
planeta à medida que aparece nas Casas. Examina o signo do planeta, a Casa 
em que está localizado, os aspectos formados e a regência. Prosseguindo pela 
roda, delineia cúspide por cúspide e em seguida se volta para os regentes das 
cúspides. A interpretação do mapa do general George Patton é um bom 
exemplo da abordagem de Joan McEvers. 
 
 
Marion também começa com o apanhado. Em seguida, delineia o Sol por 
signo e Casa, combinando-o com o signo e a Casa do seu regente, e por 
último interpreta os aspectos ao Sol. Usa o mesmo procedimento para a Lua, 
o Ascendente e o regente do mapa (regente do Ascendente). Trabalha a 
seguir com cada uma das Casas, interpretando os planetas à medida que 
aparecem. De vez em quando, há mapas que parecem exigir a interpretação 
ercúrio ou de Vênus. A interpretação dos mapas de Ernest 
a princesa Diana são bons exemplos da técnica de Marion. 
a Marte como co-regente de Escorpião; Marion se refere a 
 regente" e não lhe dá o status de regente na interpretação 
Como explicamos no Volume II, há dois tipos de nodos: os nodos médios 
melhor que o outro. Joan tem um 
istrados os nodos médios. Marion usa 
as American Ephemeris for the Zoth Centra), de Neil Michelsen, que 
apa de Ernest Hemingway fizemos 
uma interpretação em retrospecto, seguindo um método de exame em 
antecipada de M
Hemingway e d
Joan sempre us
ele como "o antigo
de mapas natais. 
e os nodos verdadeiros. Um não é 
computador em cuja memória estão reg
relaciona os nodos verdadeiros. 
Muitos astrólogos têm métodos diferentes de calcular a marca final, ou 
marca do mapa. Joan usa os dez planetas e só recorre ao Ascendente quando 
precisa desempatar. Marion usa os dez planetas mais o Ascendente e o Meio-
do-Céu. Alguns astrólogos atribuem um valor diferente aos luminares, como 
1 para os planetas e 2 para o Sol, a Lua e o Ascendente, e zero para o Meio-
do-Céu. Ou então 1 para cada planeta e o Meio-do-Céu, 2 para o Ascendente 
e a Lua, 3 para o Sol. Nesse caso, mais uma vez, você vai chegar à sua 
própria conclusão. O único fator importante é que a marca precisa casar ou 
combinar com o caráter da pessoa em questão, qualquer que tenha sido o 
método de calculá-la. 
Outra questão para a qual você vai precisar achar suas próprias respostas 
diz respeito às órbitas dos aspectos. Só podemos recomendar que você use 
órbitas mais ou menos estreitas, já que as pessoas comuns sempre reagem a 
órbitas estreitas (abaixo de 5°), quase sempre reagem a órbitas médias (8° ou 
menos), e só às vezes reagem a órbitas amplas (acima de 8°). Em nosso 
delineamento só usamos os aspectos maiores (conjunção, sextil, quadratura, 
trígono, quincunce e oposição). Observem que incluímos o quincunce entre 
os aspectos maiores, concedendo-lhe uma órbita de 5°. Constatamos que 
esses seis aspectos formam o caráter básico e constituem a espinha dorsal 
para a compreensão das necessidades, impulsos, potencial e talento inatos de 
um ser humano. Os aspectos menores são muito importantes na vida 
cotidiana \u2014 dizem respeito aos padrões de hábitos, às pequenas irritações e 
aos pequenos prazeres que tornam a vida o que ela é; porém não moldam a 
personalidade nascente que toma você o que é. Num próximo livro, vamos 
falar mais a respeito dos aspectos menores. 
Queremos mostrar a você uma ampla variedade de métodos de 
delineamento, e com esse intuito apresentamos abordagens diferentes, com 
finalidades também diferentes. Para o m
 
 
profundidade passo a passo, fundamentado sempre com dados biográficos. O 
apa da princesa Diana também foi delineado em profundidade, mas no caso 
ela só dispomos dos fatos ocorridos até o presente; não sabemos como ela 
ai se conduzir ou usar seu potencial no futuro. A abordagem do mapa do 
eneral George Patton é também profunda e metódica, porém pautada por 
ma técnica diferente, usando apenas os dados biográficos essenciais desse 
omem fascinante, para tomar o seu aprendizado significativo e interessante. 
o horóscopo de Barbra Streisand, usamos uma técnica totalmente diferente, 
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chamamos "ampliação" \u2014 cobrimos e explicamos todas as facetas do 
apa (planetas, Casas e aspectos), mas não seguimos metodicamente Casa 
or Casa, concentrando-nos, pelo contrário, nas áreas que se destacam: 
onfigurações, padrão do mapa, ausências, superabundância etc. Com o 
tuito de mostrar algumas outras técnicas de interpretação, lançamos mão de 
tores que permitem aprofundar a compreensão, como por exemplo as Partes 
rábicas e as Estrelas Fixas. (Veja Volume II, terceira parte.) 
Na segunda parte deste livro mostramos outra maneira de ampliar um 
apa, para o exame de fatores específicos, como tendências vocacionais, 
parência, necessidades de relacionamento e vigor ou debilidade físicas. 
É claro que você pode criar a sua própria técnica de interpretação de 
apas, e provavelmente vai fazê-lo. Para demonstrar como é fácil fazer a 
daptação ao seu estilo, veja o método usado por Gloria Stein, uma das mais 
ompetentes professoras da Aquarius Workshops. Ela começa com a visão 
eral, de acordo com o roteiro de "Etapas de Delineamento" do Volume II. 
m seguida, delineia a Sol e a Lua, seus signos, Casas, regentes, decanatos e 
spectos. O próximo passo é a interpretação do conceito do eu \u2014 o que ela 
z examinando o Ascendente, seu signo, decanato, regente e aspectos, além 
os planetas na primeira Casa, que reforçam a auto-imagem. 
Para avaliar as origens, as raízes e a atitude da pessoa em relação a si 
esma, ela delineia a cúspide da quarta Casa, seu regente, os aspectos ao 
gente e os planetas na quarta Casa. Em seguida passa para a capacidade de 
ciocínio e de comunicação, através da interpretação de Mercúrio por 
osicionamento, signo e aspectos, passando então para a avaliação da terceira 
asa (onde também examina o condicionamento recebido na infância e os 
mãos) e a nona Casa \u2014 onde examina não apenas a expressão da mente 
uperior mas também os princípios morais e a consciência