Quadro comparativo CPC 1973 x CPC 2015
300 pág.

Quadro comparativo CPC 1973 x CPC 2015


DisciplinaDireito Processual Civil I43.139 materiais748.845 seguidores
Pré-visualização50 páginas
do Brasil, para a indicação de profissionais ou de órgãos 
técnicos interessados. 
§ 2o Os peritos comprovarão sua especialidade na matéria sobre que 
deverão opinar, mediante certidão do órgão profissional em que estiverem 
inscritos. 
 
 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 1.a versão (18.03.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas 
para novocpc@medina.adv.br. 
41 
CPC/1973 CPC/2015 
 § 3º Os tribunais realizarão avaliações e reavaliações periódicas para manutenção do 
cadastro, considerando a formação profissional, a atualização do conhecimento e a 
experiência dos peritos interessados. 
 § 4º Para verificação de eventual impedimento ou motivo de suspeição, nos termos dos arts. 
148 e 467, o órgão técnico ou científico nomeado para realização da perícia informará ao 
juiz os nomes e os dados de qualificação dos profissionais que participarão da atividade. 
§ 3o Nas localidades onde não houver profissionais qualificados que 
preencham os requisitos dos parágrafos anteriores, a indicação dos peritos 
será de livre escolha do juiz. 
§ 5º Na localidade onde não houver inscrito no cadastro disponibilizado pelo tribunal, a 
nomeação do perito é de livre escolha pelo juiz e deverá recair sobre profissional ou órgão 
técnico ou científico comprovadamente detentor do conhecimento necessário à 
realização da perícia. 
Art. 146. O perito tem o dever de cumprir o ofício, no prazo que Ihe assina a 
lei, empregando toda a sua diligência; pode, todavia, escusar-se do 
encargo alegando motivo legítimo. 
Art. 157. O perito tem o dever de cumprir o ofício no prazo que lhe designar o juiz, 
empregando toda sua diligência, podendo escusar-se do encargo alegando motivo 
legítimo. 
Parágrafo único. A escusa será apresentada dentro de 5 (cinco) dias, 
contados da intimação ou do impedimento superveniente, sob pena de se 
reputar renunciado o direito a alegá-la (art. 423). 
§ 1º A escusa será apresentada no prazo de 15 (quinze) dias, contado da intimação, da 
suspeição ou do impedimento supervenientes, sob pena de renúncia ao direito a alegá-la. 
 § 2º Será organizada lista de peritos na vara ou na secretaria, com disponibilização dos 
documentos exigidos para habilitação à consulta de interessados, para que a nomeação 
seja distribuída de modo equitativo, observadas a capacidade técnica e a área de 
conhecimento. 
Art. 147. O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas, 
responderá pelos prejuízos que causar à parte, ficará inabilitado, por 2 (dois) 
anos, a funcionar em outras perícias e incorrerá na sanção que a lei penal 
estabelecer. 
Art. 158. O perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas responderá pelos 
prejuízos que causar à parte e ficará inabilitado para atuar em outras perícias no prazo de 
dois a cinco anos, independentemente das demais sanções previstas em lei, devendo o juiz 
comunicar o fato ao respectivo órgão de classe para adoção das medidas que entender 
cabíveis. 
Seção III Seção III 
Do Depositário e do Administrador Do Depositário e do Administrador 
Art. 148. A guarda e conservação de bens penhorados, arrestados, 
seqüestrados ou arrecadados serão confiadas a depositário ou a 
administrador, não dispondo a lei de outro modo. 
Art. 159. A guarda e a conservação de bens penhorados, arrestados, sequestrados ou 
arrecadados serão confiadas a depositário ou a administrador, não dispondo a lei de outro 
modo. 
Art. 149. O depositário ou administrador perceberá, por seu trabalho, 
remuneração que o juiz fixará, atendendo à situação dos bens, ao tempo do 
serviço e às dificuldades de sua execução. 
Art. 160. Por seu trabalho o depositário ou o administrador perceberá remuneração que o 
juiz fixará levando em conta a situação dos bens, ao tempo do serviço e às dificuldades de 
sua execução. 
Parágrafo único. O juiz poderá nomear, por indicação do depositário ou do 
administrador, um ou mais prepostos. 
Parágrafo único. O juiz poderá nomear um ou mais prepostos por indicação do depositário 
ou do administrador. 
Art. 150. O depositário ou o administrador responde pelos prejuízos que, por 
dolo ou culpa, causar à parte, perdendo a remuneração que lhe foi 
arbitrada; mas tem o direito a haver o que legitimamente despendeu no 
exercício do encargo. 
Art. 161. O depositário ou o administrador responde pelos prejuízos que, por dolo ou culpa, 
causar à parte, perdendo a remuneração que lhe foi arbitrada, mas tem o direito a haver 
o que legitimamente despendeu no exercício do encargo. 
 Parágrafo único. O depositário infiel responde civilmente pelos prejuízos causados, sem 
prejuízo de sua responsabilidade penal e da imposição de sanção por ato atentatório à 
dignidade da justiça. 
 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 1.a versão (18.03.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas 
para novocpc@medina.adv.br. 
42 
CPC/1973 CPC/2015 
Seção IV Seção IV 
Do Intérprete Do Intérprete e do Tradutor 
Art. 151. O juiz nomeará intérprete toda vez que o repute necessário para: Art. 162. O juiz nomeará intérprete ou tradutor quando necessário para: 
I - analisar documento de entendimento duvidoso, redigido em língua 
estrangeira; 
I \u2013 traduzir documento redigido em língua estrangeira; 
II - verter em português as declarações das partes e das testemunhas que 
não conhecerem o idioma nacional; 
II \u2013 verter para o português as declarações das partes e das testemunhas que não 
conhecerem o idioma nacional; 
III - traduzir a linguagem mímica dos surdos-mudos, que não puderem 
transmitir a sua vontade por escrito. 
III \u2013 realizar a interpretação simultânea dos depoimentos das partes e testemunhas com 
deficiência auditiva que se comuniquem por meio da Língua Brasileira de Sinais, ou 
equivalente, quando assim for solicitado. 
Art. 152. Não pode ser intérprete quem: Art. 163. Não pode ser intérprete ou tradutor quem: 
I - não tiver a livre administração dos seus bens; I \u2013 não tiver a livre administração de seus bens; 
II - for arrolado como testemunha ou serve como perito no processo; II \u2013 for arrolado como testemunha ou atuar como perito no processo; 
III - estiver inabilitado ao exercício da profissão por sentença penal 
condenatória, enquanto durar o seu efeito. 
III \u2013 estiver inabilitado para o exercício da profissão por sentença penal condenatória, 
enquanto durarem seus efeitos. 
Art. 153. O intérprete, oficial ou não, é obrigado a prestar o seu ofício, 
aplicando-se-lhe o disposto nos arts. 146 e 147. 
Art. 164. O intérprete ou tradutor, oficial ou não, é obrigado a desempenhar seu ofício, 
aplicando-se-lhe o disposto nos arts. 157 e 158. 
 Seção V 
 Dos Conciliadores e Mediadores Judiciais 
 Art. 165. Os tribunais criarão centros judiciários de solução consensual de conflitos, 
responsáveis pela realização de sessões e audiências de conciliação e mediação e pelo 
desenvolvimento