Quadro comparativo CPC 1973 x CPC 2015
300 pág.

Quadro comparativo CPC 1973 x CPC 2015


DisciplinaDireito Processual Civil I43.093 materiais747.923 seguidores
Pré-visualização50 páginas
ou de 
inexistência de relação jurídica que constitua o objeto principal de outro processo 
pendente; 
b) não puder ser proferida senão depois de verificado determinado fato, ou 
de produzida certa prova, requisitada a outro juízo; 
b) tiver de ser proferida somente após a verificação de determinado fato ou a produção 
de certa prova, requisitada a outro juízo; 
c) tiver por pressuposto o julgamento de questão de estado, requerido como 
declaração incidente; 
 
V - por motivo de força maior; VI \u2013 por motivo de força maior; 
 VII \u2013 quando se discutir em juízo questão decorrente de acidentes e fatos da navegação 
de competência do Tribunal Marítimo; 
VI - nos demais casos, que este Código regula. VIII \u2013 nos demais casos que este Código regula. 
§ 1o No caso de morte ou perda da capacidade processual de qualquer das 
partes, ou de seu representante legal, provado o falecimento ou a 
incapacidade, o juiz suspenderá o processo, salvo se já tiver iniciado a 
audiência de instrução e julgamento; caso em que: 
§ 1º Na hipótese do inciso I, o juiz suspenderá o processo, nos termos do art. 689. 
 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 1.a versão (18.03.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas 
para novocpc@medina.adv.br. 
80 
CPC/1973 CPC/2015 
a) o advogado continuará no processo até o encerramento da audiência; 
b) o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do 
acórdão. 
 
 § 2º Não ajuizada ação de habilitação, ao tomar conhecimento da morte, o juiz 
determinará a suspensão do processo e observará o seguinte: 
 I \u2013 falecido o réu, ordenará a intimação do autor para que promova a citação do respectivo 
espólio, de quem for o sucessor ou, se for o caso, dos herdeiros, no prazo que designar, de 
no mínimo 2 (dois) e no máximo 6 (seis) meses; 
 II \u2013 falecido o autor e sendo transmissível o direito em litígio, determinará a intimação de seu 
espólio, de quem for o sucessor ou, se for o caso, dos herdeiros, pelos meios de divulgação 
que reputar mais adequados, para que manifestem interesse na sucessão processual e 
promovam a respectiva habilitação no prazo designado, sob pena de extinção do processo 
sem resolução de mérito. 
§ 2o No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que 
iniciada a audiência de instrução e julgamento, o juiz marcará, a fim de que 
a parte constitua novo mandatário, o prazo de 20 (vinte) dias, findo o qual 
extinguirá o processo sem julgamento do mérito, se o autor não nomear novo 
mandatário, ou mandará prosseguir no processo, à revelia do réu, tendo 
falecido o advogado deste. 
§ 3º No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que iniciada a 
audiência de instrução e julgamento, o juiz determinará que a parte constitua novo 
mandatário, no prazo de 15 (quinze) dias, ao final do qual extinguirá o processo sem 
resolução de mérito, se o autor não nomear novo mandatário, ou ordenará o 
prosseguimento do processo à revelia do réu, se falecido o procurador deste. 
§ 3o A suspensão do processo por convenção das partes, de que trata o no 
Il, nunca poderá exceder 6 (seis) meses; findo o prazo, o escrivão fará os 
autos conclusos ao juiz, que ordenará o prosseguimento do processo. 
§ 5o Nos casos enumerados nas letras a, b e c do no IV, o período de 
suspensão nunca poderá exceder 1 (um) ano. Findo este prazo, o juiz 
mandará prosseguir no processo. 
§ 4º O prazo de suspensão do processo nunca poderá exceder 1 (um) ano nas hipóteses do 
inciso V e 6 (seis) meses naquela prevista no inciso II. 
 § 5º O juiz determinará o prosseguimento do processo assim que esgotados os prazos 
previstos no § 4º. 
§ 4o No caso do no III, a exceção, em primeiro grau da jurisdição, será 
processada na forma do disposto neste Livro, Título VIII, Capítulo II, Seção III; 
e, no tribunal, consoante Ihe estabelecer o regimento interno. 
 
Art. 266. Durante a suspensão é defeso praticar qualquer ato processual; 
poderá o juiz, todavia, determinar a realização de atos urgentes, a fim de 
evitar dano irreparável. 
Art. 314. Durante a suspensão é vedado praticar qualquer ato processual, podendo o juiz, 
todavia, determinar a realização de atos urgentes a fim de evitar dano irreparável, salvo no 
caso de arguição de impedimento e de suspeição. 
 Art. 315. Se o conhecimento do mérito depender de verificação da existência de fato 
delituoso, o juiz pode determinar a suspensão do processo até que se pronuncie a justiça 
criminal. 
 § 1º Se a ação penal não for proposta no prazo de 3 (três) meses, contado da intimação do 
ato de suspensão, cessará o efeito desse, incumbindo ao juiz cível examinar incidentemente 
a questão prévia. 
 § 2º Proposta a ação penal, o processo ficará suspenso pelo prazo máximo de 1 (um) ano, 
ao final do qual aplicar-se-á o disposto na parte final do § 1º. 
 TÍTULO III 
 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 1.a versão (18.03.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas 
para novocpc@medina.adv.br. 
81 
CPC/1973 CPC/2015 
 DA EXTINÇÃO DO PROCESSO 
 Art. 316. A extinção do processo dar-se-á por sentença. 
 Art. 317. Antes de proferir decisão sem resolução de mérito, o juiz deverá conceder à parte 
oportunidade para, se possível, corrigir o vício. 
 PARTE ESPECIAL 
 LIVRO I 
 DO PROCESSO DE CONHECIMENTO E DO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA 
TÍTULO VII TÍTULO I 
DO PROCESSO E DO PROCEDIMENTO DO PROCEDIMENTO COMUM 
CAPÍTULO I CAPÍTULO I 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 270. Este Código regula o processo de conhecimento (Livro I), de 
execução (Livro II), cautelar (Livro III) e os procedimentos especiais (Livro IV). 
 
Art. 271. Aplica-se a todas as causas o procedimento comum, salvo 
disposição em contrário deste Código ou de lei especial. 
Art. 318. Aplica-se a todas as causas o procedimento comum, salvo disposição em contrário 
deste Código ou de lei. 
 Parágrafo único. O procedimento comum aplica-se subsidiariamente aos demais 
procedimentos especiais e ao processo de execução. 
Art. 272. O procedimento comum é ordinário ou sumário. 
Parágrafo único. O procedimento especial e o procedimento sumário 
regem-se pelas disposições que Ihes são próprias, aplicando-se-lhes, 
subsidiariamente, as disposições gerais do procedimento ordinário. 
 
CAPÍTULO II 
DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO 
Art. 274. O procedimento ordinário reger-se-á segundo as disposições dos 
Livros I e II deste Código. 
 
CAPÍTULO III 
DO PROCEDIMENTO SUMÁRIO 
Art. 275. Observar-se-á o procedimento sumário: 
I - nas causas cujo valor não exceda a 60 (sessenta) vezes o valor do salário 
mínimo; 
 
II - nas causas, qualquer que seja o valor: 
a) de arrendamento rural e de parceria agrícola; 
b) de cobrança ao condômino de quaisquer quantias devidas ao 
condomínio; 
 
c) de ressarcimento por danos em prédio urbano ou rústico;