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com 15 cm de dia\u2c6metro. Colocam-se quatro canudos neutros na vertical
apoiados sobre suportes ana´logos aos dos pe\u2c6ndulos ele´tricos. Estes canudos va\u2dco
apoiar o disco de cartolina para que o disco \ufb01que na horizontal. Em cima do
disco colocam-se tre\u2c6s planos de prova de Coulomb, constru´\u131dos como explicado
na Sec¸a\u2dco 7.2. Eles devem estar alinhados ao longo de um dia\u2c6metro do disco.
Um plano de prova \ufb01ca no centro do disco, enquanto que os outros dois \ufb01cam
pro´ximos das bordas opostas. Vamos chama´-los de 1, 2 e 3, com o coletor 2
estando no centro do disco. Inicialmente toca-se com o dedo no disco para
garantir que ele esteja descarregado.
Atrita-se agora um canudo no cabelo para que \ufb01que carregado negativa-
mente. Ele \ufb01ca apoiado verticalmente sobre um suporte apropriado e e´ apro-
ximado do disco, \ufb01cando parado pro´ximo ao coletor 1, sem tocar no disco. O
plano horizontal do disco deve estar aproximadamente na metade da altura
do canudo, Figura 7.6. Retira-se o coletor 2 e o aproximamos do eletrosco´pio
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descarregado, nada ocorre, indicando que este coletor 2 esta´ descarregado. Po-
demos coloca´-lo de volta no centro do disco. Retiramos agora o coletor 1 e o
aproximamos lentamente do eletrosco´pio descarregado, sem deixar que se to-
quem. Como a tira do eletrosco´pio se levanta, isto indica que o coletor esta´
carregado. Aproximando enta\u2dco lentamente o plano de prova 1 dos outros dois
eletrosco´pios carregados, sem deixar que se toquem, observa-se que ele atrai a
tirinha do eletrosco´pio negativo e repele a tirinha do eletrosco´pio positivo, in-
dicando que ele esta´ carregado positivamente. Ele e´ enta\u2dco colocado de volta
em seu lugar original. Retira-se agora o coletor 3 e repete-se o procedimento,
concluindo-se que ele \ufb01cou carregado negativamente.
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Figura 7.6: Experie\u2c6ncia sobre a distribuic¸a\u2dco das cargas em um condutor.
Experie\u2c6ncia 7.4
Repetimos a Experie\u2c6ncia 7.3, mas agora colocando o canudo negativo a uns
5 cm da borda mais pro´xima do disco. Mais uma vez este canudo negativo
\ufb01ca alinhado com os planos de prova de Coulomb na seguinte ordem: canudo
negativo, coletores de carga 1, 2 e 3, respectivamente. Ao repetir o procedimento
anterior, na\u2dco se encontra carga no coletor 2. Encontra-se que o primeiro coletor
\ufb01ca novamente positivo, mas com uma quantidade de carga menor do que a
carga acumulada pelo coletor 1 na Experie\u2c6ncia 7.3. Isto e´ indicado pelas forc¸as
atrativa e repulsiva exercidas pelo coletor 1 da presente experie\u2c6ncia sobre os
eletrosco´pios negativo e positivo. As intensidades destas forc¸as sa\u2dco menores do
que as intensidades das forc¸as ana´logas exercidas pelo coletor 1 na Experie\u2c6ncia
7.3. Apo´s retornar o primeiro coletor para sua posic¸a\u2dco original sobre o disco,
removemos o terceiro coletor e testamos se ele esta´ ou na\u2dco carregado. Mais uma
vez encontra-se que ele \ufb01cou carregado negativamente, mas tambe´m com uma
menor quantidade de carga do que o terceiro plano de prova da Experie\u2c6ncia 7.3.
Isto e´ indicado pelas forc¸as repulsiva e atrativa de menor intensidade que ele
exerce sobre os eletrosco´pios negativo e positivo, respectivamente.
Repetimos a Experie\u2c6ncia 7.3, mas colocando o canudo negativo cada vez
mais afastado do disco. Quanto mais distante ele esta´, menor e´ a quantidade de
cargas opostas coletadas pelos planos de prova 1 e 3. Quando o canudo negativo
esta´ distante 20 cm da borda mais pro´xima do disco, ou ainda mais afastado,
na\u2dco se consegue coletar uma carga com estes planos de prova que seja detecta´vel
nesta experie\u2c6ncia. Ou seja, os eletrosco´pios negativo e positivo na\u2dco reagem mais
a` presenc¸a dos planos de prova.
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Experie\u2c6ncia 7.5
Repetimos a Experie\u2c6ncia 7.3. Devemos observar as forc¸as exercidas pelos
planos de prova carregados sobre as tirinhas dos tre\u2c6s eletrosco´pios (o neutro, o
positivo e o negativo) quando o canudo negativo esta´ a uns 2 cm da borda do
disco.
Colocamos enta\u2dco 2 ou 3 canudos negativos juntos, um ao lado do outro.
Mais uma vez eles devem \ufb01car a uns 2 cm da borda do disco. Eles devem estar
igualmente eletrizados, sendo atritados da mesma forma no cabelo. Repetimos
a Experie\u2c6ncia 7.3 e observamos que mais uma vez o coletor 1 \ufb01cou carregado
positivamente, como antes. Mas agora ele exerce uma forc¸a de atrac¸a\u2dco bem
maior sobre a tirinha do eletrosco´pio neutro do que a forc¸a atrativa exercida
pelo primeiro coletor da Experie\u2c6ncia 7.3. Ele tambe´m exerce uma forc¸a atrativa
maior sobre a tirinha do eletrosco´pio negativo e uma forc¸a repulsiva maior sobre
a tirinha do eletrosco´pio positivo. Por este motivo, conclu´\u131mos que este plano
de prova possui uma maior quantidade de carga do que a quantidade de carga
coletada pelo primeiro plano de prova da Experie\u2c6ncia 7.3. As intensidades das
forc¸as exercidas pelo terceiro coletor sobre as tirinhas dos eletrosco´pios nesta
experie\u2c6ncia tambe´m sa\u2dco maiores do que as forc¸as ana´logas exercidas pelo terceiro
coletor de cargas na Experie\u2c6ncia 7.3. De acordo com isto, conclu´\u131mos que ele
adquiriu uma maior quantidade de carga negativa do que o terceiro coletor da
Experie\u2c6ncia 7.3.
Experie\u2c6ncia 7.6
Recortamos uma placa de cartolina com dimenso\u2dces de 10 por 7 cm. O lado
maior vai \ufb01car na horizontal e o menor na vertical. Prende-se um canudo pla´stico
na vertical no centro de uma das faces da cartolina. A parte inferior do canudo
e´ presa a um suporte conveniente, como uma massa de modelar ou o copo de
cafe´ com gesso e colchete do pe\u2c6ndulo ele´trico. Depois que a placa esta´ pronta,
toca-se na cartolina com o dedo para que ela \ufb01que descarregada. Carregam-se
dois eletrosco´pios por atrito, um positivamente e outro negativamente. Vai-
se utilizar aqui um coletor de carga feito de uma tira de papel de alum\u131´nio
presa na ponta de um canudo pla´stico, ver a Sec¸a\u2dco 7.2 (Figura 7.3). Carrega-se
um canudo por atrito negativamente e ele e´ \ufb01xado verticalmente em um suporte
igual ao do pe\u2c6ndulo ele´trico. Colocam-se afastados na mesa os dois eletrosco´pios
carregados, a placa descarregada e o canudo atritado na vertical.
Aproxima-se o canudo atritado de uma borda lateral da placa, sem deixar
que se toquem. Deixando-os pro´ximos um do outro, separados por 1 ou 2 cm,
raspa-se a tira de papel de alum\u131´nio do coletor de carga pela outra borda lateral
da placa, Figura 7.7. Aproxima-se enta\u2dco a tira lentamente dos dois eletrosco´pios
carregados, sem deixar que ela os toque. Pelo comportamento dos eletrosco´pios,
conclui-se que a tira do coletor \ufb01cou carregada negativamente.
Descarrega-se a tira do coletor tocando-a com o dedo. Agora raspa-se esta
tira na borda da placa que esta´ pro´xima do canudo atritado, tomando o cuidado
para na\u2dco deixar a tira tocar no canudo atritado. Em seguida aproxima-se a tira
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Figura 7.7: Experie\u2c6ncia sobre a distribuic¸a\u2dco das cargas em um condutor.
lentamente dos dois eletrosco´pios e descobre-se que neste caso ela \ufb01cou carregada
positivamente.
Experie\u2c6ncia 7.7
Repetimos a Experie\u2c6ncia 7.6, mas colocando agora o canudo negativo a
cerca de 5 cm da borda mais pro´xima do reta\u2c6ngulo. Ao repetir o procedimento
anterior, encontra-se mais uma vez que o lado mais afastado do reta\u2c6ngulo \ufb01cou
negativamente carregado, enquanto que o lado menos afastado do reta\u2c6ngulo
\ufb01cou positivamente carregado. Mas as quantidades destas cargas coletadas sa\u2dco
menores do que as cargas ana´logas coletadas na Experie\u2c6ncia 7.6. Pode-se estimar
estas quantidades coletadas de carga pelas forc¸as exercidas pela tira eletrizada
sobre os eletrosco´pios positivo e negativo.
Quando o canudo negativo esta´ afastado 20 cm da borda mais pro´xima do
reta\u2c6ngulo, ou quando esta´ ainda mais afastado, na\u2dco se coleta uma quantidade
aprecia´vel de carga pela tira de papel de alum\u131´nio.
Experie\u2c6ncia 7.8
Repetimos a Experie\u2c6ncia 7.6 mas agora colocando