Espessura Mínima
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como um resumo dos fatores limitantes, estão apresentados a seguir.
FATORES LIMITANTES DA ESPESSURA
Fator 1:	10\u2022Sv\u2022Z = q\u2022L2 + 2\u2022Q\u2022L => Resist. Flexão
				10\u2022Sv => C1;L2 => C2;2\u2022Q\u2022L => C3;Daí:
				C1\u2022Z => C2\u2022q + C3, sendo q = P1 + P2
Fator 2:	d\u2022E\u2022I = 600\u2022L4\u2022q + 800\u2022Q\u2022L3 => Resist. Flexão
				d\u2022E => C4; 600\u2022L4 => C5; 800\u2022Q\u2022L3 => C6; Daí:
				C4\u2022I = C5\u2022q + C6, sendo q = P1 + P2
Fator 3:	Relação D/t < 100
Diâmetro
Externo
(pol).
Ident.
(SCH)
Espessura
Nominal
(mm)
Peso de Válvula
Gaveta - 150#
(n)
Vão Entre
Suportes
(m)
Espessura Mínima
Obtida no Critério
(mm)
Fator
Limitante
da Espessura
2
40
3,9
150
5,0
3,2
Resistência Flexão
3
40
5,5
300
6,0
3,6
Resistência Flexão
4
40
6,0
420
7,0
4,1
Resistência Flexão
6
40
7,1
770
8,0
4,2
Resistência Flexão
8
20
6,4
1.390
8,3
4,2
Resistência Flexão
10
20
6,4
2.200
8,7
4,4
Resistência Flexão
12
20
6,4
3.120
9,4
4,9
Resistência Flexão
14
---
6,4
4.110
10,0
5,7
Resistência Flexão
16
10
6,4
5.400
10,4
6,0
Resistência Flexão
18
10
6,4
6.200
10,8
6,0
Resistência Flexão
20
10
6,4
7.850
11,0
6,1
Resistência Flexão
22
10
6,4
9.930
11,0
6,1
Resistência Flexão
24
10
6,4
12.00
11,0
6,1
Relação D/t
	
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5 - CONCLUSÃO
Observa-se na comparação dos valores que as espessuras obtidas pelo critério sugerido são superiores às arbitrarias, conforme pode ser observado na tabela abaixo:
Diâmetro
2\u201d
3\u201d
4\u201d
6\u201d
8\u201d
10\u201d
12\u201d
14\u201d
16\u201d
18\u201d
20\u201d
22\u201d
24\u201d
Espessura
Arbitrária
2,7
2,9
3,1
3,9
4,1
4,7
4,7
4,7
4,7
4,7
4,7
4,7
4,7
(mm)
Obtida
3,2
3,6
4,1
4,2
4,2
4,4
4,9
5,7
6,0
6,0
6,1
6,1
6,1
Considerando que os parâmetros que nortearam a elaboração do presente trabalho estão descritos e, portanto, permitem uma aplicação dos resultados obtidos de maneira adequada às suas limitações, a sua utilização em substituição aos anteriores acarretaria em tomadas de decisão mais consistentes a respeito da correta interpretação dos dados levantados e, principalmente, das conclusões e ações a serem tomadas.
 
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BIBLIOGRAFIA
SILVA TELLES, PEDRO CARLOS, Tubulações Industriais - Cálculo, 7ª Edição, LTC - Livros Técnicos Científicos, 1987.
BEER, FERDINAND P. & JOHNSTON JR, E. RUSSEL, Resistência dos Materiais, McGraw-Hill do Brasil, 1982.
AMERICAN NATIONAL STANDARD INSTITUTE (ANSI), American National Standard Code for Pressure Piping, ANSI B.31.3, 1990.
AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE (API), Specification 5L, Specification Lines Pipes, 37ª Edição, 1988.
SILVA TELLES, PEDRO CARLOS & PAULA BARROS, DARCY G., Tabelas e Gráficos para Projetos de Tubulação, 4ª Edição, Editora Interciência Ltda, 1978.
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A., Departamento de Produção, Especificação de Engenharia ET-200-03, 1991.
CIWAL S.A ACESSÓRIOS INDUSTRIAIS, Catálogo \u201cCIWAL 82\u201d, 1ª Edição, Gráficos Buriti, 1982.
P1 = Ptubo\u2022L\u2022pi [r2 - (r - t)2]
P2 = Págua\u2022L\u2022pi (r - t)2
GELOG/GEIN - I Encontro Técnico sobre Inspeção de Equipamentos
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GELOG/GEINSP - I Encontro Técnico sobre Inspeção de Equipamentos \ufffdPAGE \ufffd7\ufffd
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