Vozes da Democracia
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HISTÓRIAS DA
COM
UNICAÇÃO
NA
REDEM
OCRATIZAÇÃO 
DO BRASIL
COOJORNAL, GRITO DO
POVO DA ZONA LESTE,
SALAMANDRA-BOI, OBORÉ,
RÁDIO NOVE DE JULHO,
PAPA GOIABA, JORNAL
POSIÇÃO, DIÁRIO DA
MANHÃ, TOP NEWS, CIMI,
FIFÓ, IVAN VALENÇA,
MOMESSO, COOJORNAT,
JORNAL PESSOAL,
ÉLSON MARTINS.
\u201cA coleção que o Intervozes agora publica, sob o sugestivo
título de VOZES DA DEMOCRACIA, mesmo sem esgotar o
tema, representa um inédito passo no sentido do registro da
história das experiências práticas e das propostas da socie-
dade civil para a democratização da comunicação no Brasil.
São 28 textos, pesquisados e escritos por 32 repórteres,
que contemplam uma impressionante diversidade, incluindo
depoimentos, entrevistas e relatos de ações de resistência
coletados em todas as regiões do País e \u2013 mais importante
\u2013 a grande maioria deles desconhecidos porque até hoje
restritos ao espaço local de sua incidência histórica.
(\u2026) Toda a diversidade e riqueza desses depoimentos,
entrevistas e relatos de ações de resistência mostram um
lado quase oculto de nossa realidade histórica: atores
anônimos enfrentando os tempos sombrios da ditadura mili-
tar e contribuindo no longo e inacabado processo de rede-
mocratização do País. Ao mesmo tempo, esses atores mar-
caram posição na disputa em torno de políticas públicas
democráticas de comunicação entre nós.
Esse esforço do Intervozes, que agora se transforma em
livro, faz parte de um movimento mais amplo e de impor-
tantes conseqüências. (\u2026)\u201d 
VENÍCIO ARTUR DE LIMA, maio de 2005
Se fosse para definir em uma palavra, seria diálogo. O
Intervozes \u2013 Coletivo Brasil de Comunicação Social, cons-
tituído juridicamente em 2003, é um coletivo que luta com
base na compreensão de que a comunicação é um direito
humano. Sem o direito à comunicação, não existe democra-
cia e a palavra cidadania transforma-se em mera retórica.
Sem o direito humano à comunicação, os outros direitos
não se efetivam.
Nesse sentido, a comunicação de que falamos não pode
ser compreendida como arena de especialistas. É terreno
de cada cidadão, de qualquer lugar do planeta. A ampliação
radical da sociedade civil na definição das políticas de
comunicação é, portanto, um dos nossos objetivos. 
Na essência do que fazemos, estão os princípios. Verbos
como construir, ouvir, compreender, criar, unir, viver e res-
peitar são os fundamentos da nossa coletividade. Verbos
que orientam tanto a nossa organização interna quanto a
nossa inserção na sociedade.
É na luta, porém, que submetemos a teoria ao crivo da ação.
Desde seu nascimento, o Intervozes trabalha em várias
frentes para difundir a idéia de que a comunicação é um
direito. O que só ocorre a partir do reconhecimento da
sociedade de que se trata de algo fundamental.
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DO BRASIL
COOJORNAL, GRITO DO
POVO DA ZONA LESTE,
SALAMANDRA-BOI, OBORÉ,
RÁDIO NOVE DE JULHO,
PAPA GOIABA, JORNAL
POSIÇÃO, DIÁRIO DA
MANHÃ, TOP NEWS, CIMI,
FIFÓ, IVAN VALENÇA,
MOMESSO, COOJORNAT,
JORNAL PESSOAL,
ÉLSON MARTINS.
\u201cA coleção que o Intervozes agora publica, sob o sugestivo
título de VOZES DA DEMOCRACIA, mesmo sem esgotar o
tema, representa um inédito passo no sentido do registro da
história das experiências práticas e das propostas da socie-
dade civil para a democratização da comunicação no Brasil.
São 28 textos, pesquisados e escritos por 32 repórteres,
que contemplam uma impressionante diversidade, incluindo
depoimentos, entrevistas e relatos de ações de resistência
coletados em todas as regiões do País e \u2013 mais importante
\u2013 a grande maioria deles desconhecidos porque até hoje
restritos ao espaço local de sua incidência histórica.
(\u2026) Toda a diversidade e riqueza desses depoimentos,
entrevistas e relatos de ações de resistência mostram um
lado quase oculto de nossa realidade histórica: atores
anônimos enfrentando os tempos sombrios da ditadura mili-
tar e contribuindo no longo e inacabado processo de rede-
mocratização do País. Ao mesmo tempo, esses atores mar-
caram posição na disputa em torno de políticas públicas
democráticas de comunicação entre nós.
Esse esforço do Intervozes, que agora se transforma em
livro, faz parte de um movimento mais amplo e de impor-
tantes conseqüências. (\u2026)\u201d 
VENÍCIO ARTUR DE LIMA, maio de 2005
Se fosse para definir em uma palavra, seria diálogo. O
Intervozes \u2013 Coletivo Brasil de Comunicação Social, cons-
tituído juridicamente em 2003, é um coletivo que luta com
base na compreensão de que a comunicação é um direito
humano. Sem o direito à comunicação, não existe democra-
cia e a palavra cidadania transforma-se em mera retórica.
Sem o direito humano à comunicação, os outros direitos
não se efetivam.
Nesse sentido, a comunicação de que falamos não pode
ser compreendida como arena de especialistas. É terreno
de cada cidadão, de qualquer lugar do planeta. A ampliação
radical da sociedade civil na definição das políticas de
comunicação é, portanto, um dos nossos objetivos. 
Na essência do que fazemos, estão os princípios. Verbos
como construir, ouvir, compreender, criar, unir, viver e res-
peitar são os fundamentos da nossa coletividade. Verbos
que orientam tanto a nossa organização interna quanto a
nossa inserção na sociedade.
É na luta, porém, que submetemos a teoria ao crivo da ação.
Desde seu nascimento, o Intervozes trabalha em várias
frentes para difundir a idéia de que a comunicação é um
direito. O que só ocorre a partir do reconhecimento da
sociedade de que se trata de algo fundamental.
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5 Elementos - Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental
Abrinq - Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Ação Educativa - Assessoria Pesquisa e Informação
ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância
Ashoka - Empreendedores Sociais
Cedac - Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária
CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e 
Ação Comunitária
Conectas - Direitos Humanos
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
Instituto Kuanza
ISA - Instituto Sócio Ambiental
Midiativa - Centro Brasileiro de Mídia para Crianças e Adolescentes
Conselho Editorial
Comitê Editorial Âmbar de Barros - ANDI/Midiativa - Presidente
Antonio Eleilson Leite - Ação Educativa
Cristina Murachco - Fundação Abrinq
Emerson Bento Pereira - Imprensa Oficial
Hubert Alquéres - Imprensa Oficial
Isa Maria F. da Rosa Guará - CENPEC
Júlia Mello Neiva - Conectas
Liegen Clemmyl Rodrigues - Imprensa Oficial
Luiz Alvaro Salles Aguiar de Menezes - Imprensa Oficial
Maria de Fátima Assumpção - Cedac
Maria Inês Zanchetta - ISA
Mônica Pilz Borba - 5 Elementos
Rosane da Silva Borges - Instituto Kuanza
Silvio Barone - Ashoka
Taís Buckup - Ashoka
Vera Lucia Wey - Imprensa Oficial
Esta publicação foi possível graças
a um programa de ação social da
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VOZES DA
DEMOCRACIA
HISTÓRIAS DA
COMUNICAÇÃO
NA REDEMOCRATIZAÇÃO 
DO BRASIL
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Adriano de Angelis
Gustavo Gindre
João Brant
Jonas Valente
Márcio Kameoka
Priscila Carvalho
Tatiana Lotierzo
Álvaro Malaguti