olho
31 pág.

olho


DisciplinaAnatomia dos Animais Domesticos1.318 materiais37.414 seguidores
Pré-visualização1 página
Profa. Marta Adami
Departamento de Anatomia Veterinária
Escola de Medicina Veterinária e Zootecnica-UFBA
Profa. Marta Adami
Departamento de Anatomia Veterinária
Escola de Medicina Veterinária e Zootecnica-UFBA
\ufffd Constituição: bulbo ocular e anexos: músculos oculares, 
pálpebras, aparelho lacrimal, fáscias orbitais, conjuntiva.
\ufffd Bulbo ocular:
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Referenciais: pólos, meridiano, equador.
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Túnicas:
\u2014 Fibrosa: mais externa córnea
esclera
\u2014Vascular coróide
corpo ciliar
íris
\u2014Nervosa: mais interna \u2013 retina
Túnica fibrosa: constituição e funções;
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdCórnea:
-Animais noturnos: 35% da área de superfície do globo ocular; animais diurnos:
17 a 30%;
-Nutrição da córnea: fluido lacrimal, vasos do limbo da córnea e humor aquoso;
-Curiosidades: coristoma: proliferação dermóide com presença de pelos e tecido
adiposo; lesão congênita.
Túnica fibrosa: constituição e funções;
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdCórnea:
-Animais noturnos: 35% da área de superfície do globo ocular; animais diurnos:
17 a 30%;
-Nutrição da córnea: fluido lacrimal, vasos do limbo da córnea e humor aquoso;
-Curiosidades: coristoma: proliferação dermóide com presença de pelos e tecido
adiposo; lesão congênita.
Quisto dermóide ou coristoma corneoconjuntival em canídeo fêmea 
de 1 ano de idade da raça Pequinês 
Quisto dermóide ou coristoma corneoconjuntival em canídeo fêmea 
de 1 ano de idade da raça Pequinês 
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdTúnica vascular
\ufffdCoróide, corpo ciliar e íris.
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdTúnica vascular
\ufffdCoróide, corpo ciliar e íris.
\u2022Músculos ciliares;
\u2022Humor aquoso;
\u2022Grânulos iridiais:ruminantes e 
equinos.
\u2022Músculos ciliares;
\u2022Humor aquoso;
\u2022Grânulos iridiais:ruminantes e 
equinos.
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdTúnica nervosa
\ufffdRetina
-Contém as células receptoras fotossensíveis (neurônios): cones e 
bastonetes. Cones: percepção da luz em intensidade normal, grande 
acuidade visual. Bastonetes: sensibilidade à luz em baixa intensidade, 
visão de penumbra.
-Disco óptico: ponto cego -saída do nervo óptico-. Ausência de 
fotorreceptores.
-Mácula: área de resolução máxima: maior acuidade visual; maior 
concentração de cones e neurônios ganglionares.
Partes óptica e cega da retina:Partes óptica e cega da retina:
Neurônios fotossensíveis: cones 
e bastonetes (mais externo)
Neurônios ganglionares
bipolares
Neurônios ganglionares
multipolares
Entrada da luz (mais 
interno)
Retina: dez 
camadas e 
três tipos
de neurô-
nios.
Retina: dez 
camadas e 
três tipos
de neurô-
nios.
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Coróide \ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Coróide 
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdTúnica vascular
O esquema superior O esquema superior O esquema superior O esquema superior éééé uma região uma região uma região uma região nãonãonãonão----tapetaltapetaltapetaltapetal. Os . Os . Os . Os 
ffffóóóótons penetrantes excitam os fotorreceptores; a tons penetrantes excitam os fotorreceptores; a tons penetrantes excitam os fotorreceptores; a tons penetrantes excitam os fotorreceptores; a 
energia energia energia energia éééé absorvida e dissipada no epitabsorvida e dissipada no epitabsorvida e dissipada no epitabsorvida e dissipada no epitéééélio lio lio lio 
pigmentar da retina.pigmentar da retina.pigmentar da retina.pigmentar da retina.
Região tapetal: os fótons penetrantes 
excitam os fotorreceptores e são 
refletidos pelo tapetum lucidum, voltando 
aos fotorrepectores. O epitélio pigmentar 
destas regiões não possui pigmento.
Região tapetal: os fótons penetrantes 
excitam os fotorreceptores e são 
refletidos pelo tapetum lucidum, voltando 
aos fotorrepectores. O epitélio pigmentar 
destas regiões não possui pigmento.
Região de tapete lúcido \u2013 área 
avascular localizada na coróide
Região de tapete lúcido \u2013 área 
avascular localizada na coróide
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdMeios de refração \u2013dióptricos- do bulbo do olho: capacidade de 
modificar o trajeto do raio luminoso para que o objeto possa ser
focalizado na retina.
\ufffdCórnea
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdHumor aquoso
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdLente
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdCorpo vítreo: 99% água, ácido hialurônico e fibras colágenas.
Formação do humor aquoso pelos processos ciliares e drenagemFormação do humor aquoso pelos processos ciliares e drenagem
Córnea
Câmara 
posterior
Corpo ciliar
Esclera
Plexo venoso
Lente: mecanismo de 
suspensão da lente e de 
acomodação visual
Lente: mecanismo de 
suspensão da lente e de 
acomodação visual
Objetos distantes e olho em 
repouso: músculo ciliar relaxado.
Objetos próximos: músculo
ciliar contraído.
Corpo vítreo
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdAnexos do olho
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd Músculos extrextríínsecosnsecos do bulbo do olho e inervação
1- Músculo reto dorsal: nervo
oculomotor.
2-Músculo reto lateral: nervo 
abducente.
3-Músculo reto ventral: nervo 
oculomotor.
4-Músculo reto medial: nervo 
oculomotor.
5-Músculo oblíquo ventral: 
nervo oculomotor.
6-Músculo oblíquo dorsal: 
nervo troclear.
7-Músculo retrator do bulbo: 
nervo abducente (maior parte) 
e nervo oculomotor.
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdAnexos do olho
\ufffd\ufffdFFáásciasscias orbitorbitáárias e localizarias e localizaççãoão
o Periórbita
o Fáscia muscular
superficial
o Fáscia muscular
profunda (bainha do bulbo)
1-Bulbo do olho; 2- periórbita; 3- fáscia muscular 
superficial; 4- músculo levantador da pálpebra; 5-
glândula lacrimal; 6- fáscia muscular profunda; 7-
bainha bulbar; 8- espaço episcleral; 9- músculo reto 
ventral; 10- músculo reto lateral.
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdAnexos do olho
\ufffdAparelho lacrimal;
\ufffdGlândula lacrimal;
\ufffdCamadas do filme lacrimal:
-Camada lipídica: mais externa.
-Camada aquosa \u2013média-
umidificação e nutrição da 
Córnea;
Camada mucigelatinosa \u2013
interna: adesão da película
junto à córnea;
\ufffdPálpebras
-Pálpebras superior e inferior
-Rima palpebral
-Cílios: ausentes na pálpe-
bra inferior dos carnívoros.
\ufffd Conjuntiva: terceira pálpebra; conjuntiva palpebral e
bulbar; sacos conjuntivais; fórnice conjuntival superior e
inferior.
_Terceira pálpebra:
glândula superficial da
terceira pálpebra; glân-
dula profunda: suínos e
bovinos.
\ufffd Nervo óptico e retina
\ufffdCruzamento das fibras do nervo óptico e trajeto do 
impulso nervoso.
\ufffd Após o cruzamento: tractos ópticos \ufffd\ufffd\ufffd\ufffd corpo geniculado late-
ral \ufffd\ufffd\ufffd\ufffd córtex occipital.
Visão binocular: sobreposição dos dois campos visuais; maior noção
de profundidade e visualização de objetos próximos. Animais caça-
dores;
Visão monocular: não há a sobreposição. Campo visual maior, menor
noção de profundidade.
Visão binocular: sobreposição dos dois campos visuais; maior noção
de profundidade e visualização de objetos próximos. Animais caça-
dores;
Visão monocular: não há a sobreposição. Campo visual maior, menor
noção de profundidade.
A miopia e a hipermetropia podem ser corrigidas com 
o uso de lentes divergentes e convergentes, 
respectivamente.
\u2022Curiosidades: Presbiopia- vista cansada - e
astigmatismo:
A miopia e a hipermetropia podem ser corrigidas com 
o uso de lentes divergentes e convergentes, 
respectivamente.
\u2022Curiosidades: Presbiopia- vista cansada - e
astigmatismo: