história da filosofia - volume 5 (giovanni reale - dario antiseri)
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história da filosofia - volume 5 (giovanni reale - dario antiseri)


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"Sturm und Drang" como prehidio 
do romantismo, 6; 2. 0 novo sentido do 
clhssico e da imitagio dos clhssicos, 7; 3. A 
importiincia do renascimento do clissico na 
arte e na filosofia dos romiinticos, 7. 
111. A complexidade 
do fen6meno romiintico 
e suas caracteristicas 
essenciais 9 
1. Como deve ser delineado o problema da 
definiqio do romantismo, 10; 2. A gfnese do 
termo "romiintico", 10; 3. 0 s tempos e os 
lugares em que se desenvolveu o romantis- 
mo, 11; 4. A caracteristira espiritual do ho- 
Capitulo segundo 
0 s fundadores 
da Escola romintica: 
os Schlegel, Novalis, 
Schleiermacher, 
o poeta Holderlin 
e as posi@es de Schiller 
e de Goethe 15 
I. A constituiqiio do circulo 
dos rominticos, 
a revista "Athenaeum" 
e a difusiio do romantismo - 15 
1. Jena e o circulo dos Schlegel, 15. 
11. Friedrich Schlegel, 
o conceit0 de "ironia" 
e a arte 
como forma suprema 
do espirito 16 
1.0 conceit0 de "ironia" em sentido r o m h 
tico, 16; 2. A arte como sintese de finito e 
infinito, 17. 
111. Novalis: 
do idealism0 migico 
ao cristianismo 
como religiiio universal 18 
1.0 idealismo migico: arte e filosofia como 
magia, 18; 2. 0 cristianismo como religiiio 
universal, 19. 
IV. Schleiermacher : 
a interpretagiio da religiio, 
o relanqamento de Platio 
e a hermengutica 20 
1. A importiincia de Schleiermacher, 20; 2. A 
interpretagiio romintica da religiio, 21; 3 . 0 
grande relangamento de Platio, 21; 4. Ori- 
gens da hermentutica filos6fica, 22. 
V. Holderlin 
e a divinizagio da n a t u r e z a 23 
1. Um poeta tipicamente "rom~ntico", 23. 
VI. Schiller: 
a concepqiio da "alma bela" 
e da educaqio estttica - 24 
1. Vida e obras, 24; 2. A beleza como escola 
de liberdade, 24; 3. Poesia ingcnua e poesia 
sentimental, 25. 
VII. Goethe, 
suas relag6es 
com o romantismo 
e a concepqio da natureza - 26 
1. As relag6es com o "Sturm und Drang", 
26; 2. Natureza, Deus e arte, 26; 3. "Wilhelm 
Meister" como romance de formagiio espiri- 
tual, 27; 4. 0 significado de Fausto, 28. 
 TEXT^^ - F. Schlegel: 1. Rumo a nova 
mitologia, 29; Novalis: 2. Cristandade ou 
Europa, 30; Schleiermacher: 3. A herme- 
n8utica, 33. 
Capitulo terceiro 
Outros pensadores 
que contribuiram 
para a superaqiio 
e a dissolu@o do Iluminismo 
e preludios do Idealism0 35 
I. Hamann: 
a revolta religiosa 
contra a raziio iluminista - 35 
1. 0 s limites da razio dos iluministas, 35. 
111. Herder: 
a concepqio antiiluminista 
da linguagem e da historia - 39 
1. 0 homem C "criatura da lingua", a his- 
t6ria C obra de Deus, 39. 
IV. Humboldt 
e o ideal de humanidade- 41 
1. 0 "espirito da humanidade", 41. 
V. 0 s debates 
sobre as aporias 
do kantismo 
e os preliidios do idealismo- 42 
1. As criticas de Reinhold ao kantismo, 42; 
2. As criticas de Schulze ao kantismo, 42; 
3. As criticas de Maimon i "coisa em sin 
kantiana, 43; 4. As criticas de Beck, 43. 
Segunda parte 
FUNDACAO 
E ABSOLUTIZACAO 
ESPECULATIVA 
DO IDEALISM0 
Capitulo quarto 
Fichte e o idealismo i t i c o 47 
I. A vida e as obras 47 
1. A leitura iluminadora de Kant, 47; 2. 0 
period0 berlinense, 48. 
11. 0 idealismo de Fichte 49 
1. A superagiio do pensamento kantiano, 49; 
2. Do "Eu penso" ao "Eu puro", 50. 
111. A "doutrina da c i t n c i a " 51 
1. 0 primeiro principio do idealismo de 
Fichte: o Eu p6e a si mesmo, 51; 2 . 0 segun- 
do principio: o Eu op6e a si um 60-eu, 52; 
3. 0 terceiro principio: a oposigio no Eu 
do eu limitado ao niio-eu limitado, 52; 
4. Explicagiio idealista da atividade cog- 
noscitiva, 53; 5. Explicagio idealista da 
atividade moral, 53. 
11. Jacobi e a reavaliaqiio da ft - 37 
1. A poltmica contra Spinoza, 37; 2. 0 
antiintelectualismo, 37; 3. A reavaliagiio 
da fC. 38. 
IV. Problemas morais 5 5 
1. Fundagio idealista da Ctica, 55; 2. Signi- 
ficado e funcio do direito e do Estado, 56; 
3. 0 papel hist6rico da nagiio alemz, 56. 
Jndice geral IX 
V. A segunda fase do pensamento 
de Fichte (1 800-1 8 14) 57 
1. Relagoes e diferengas entre as duas fases 
da filosofia de Fichte, 57; 2. Aprofundamen- 
tos do idealismo em sentido metafisico, 
57; 3. A componente mistico-religiosa no 
segundo Fichte, 58. 
VI. Conclus6es: 
Fichte e os romiinticos 5 9 
1.0 idealismo de FichteC idealismo "Ctico", 59. 
MAPA CONCEITUAL - 0 EU puro e os trts 
principios fundamentais da doutrina da 
citncia, 60. 
TEXTOS - J. G. Fitche: 1. Primeira introdu@o 
a doutrina da ciBncia (1 797), 61. 
Capitulo quinto 
Schelling 
e a gestaqio romintica 
do idealism0 77 
I. A vida, 
o desenvolvimento 
do pensamento 
e as obras de Schelling 77 
1. A vida e as obras, 77. 
11. 0 s inicios do pensamento 
de Schelling 
em Fichte (1795-1796) 
e a filosofia da natureza 
(1797-1799) 79 
1.0 ponto de partida: o idealismo de Fichte, 
79; 2. A unidade de espirito e natureza, 80; 
3. A natureza como gradual desdobramento 
da inteligincia inconsciente, 80; 4. A alma 
do mundo e a natureza do homem, 81. 
111. Idealism0 transcendental 
e idealismo estktico ( 1 8 0 0 ) 82 
1. Partir do subjetivo para atingir o objetivo, 
82; 2. A "atividade real" e a "atividade 
ideal" do Eu: o ideal-realismo, 83; 3. A ati- 
vidade estttica, 83; 4. A atividade da arte e 
as caracteristicas da criagiio artistica, 84. 
V. As ultimas fases 
do pensamento de Schelling - 87 
1. A fase da teosofia e da filosofia da liber- 
dade (1804-1811), 87; 1.1. A natureza de 
Deus, 87; 1.2. A justificagio metafisica da 
luta entre o bem e o mal, 87; 2. A "filosofia 
positiva" (a partir de 1815), 88. 
VI. Conclus6es 
sobre o pensamento 
de Schelling 89 
1. Urn juizo hist6rico dificil, 89 
MAPA CONCEITUAL - A filosofia da identida- 
de, 90. 
TEXTOS - Schelling: 1. A necessidade da 
filosofia da natureza, 91; 2. Caracteristica 
da produ~iio este'tica, 91; 3. 0 verdadeiro 
drgiio da filosofia: a arte, 92. 
Capitulo sexto 
Hegel e o idealismo a b s o l u t o 95 
I. A vida, as obras 
e a gcnese do pensamento 
de Hegel 9 5 
1. A vida, 96; 2. 0 s escritos hegelianos: as 
obras da juventude e as obras-primas da 
maturidade, 97; 3. Diversas avaliagoes das 
obras-primas de Hegel, 97. 
11. 0 s fundamentos do sistema - 99 
1. 0 s fundamentos do pensamento hege- 
liano, 100; 2. A realidade como espirito: 
determinagio preliminar da nogio hegelia- 
na do espirito, 101; 2.1. A realidade niio C 
"subst2ncia", mas "sujeito" ou "espirito", 
101; 2.2. Critica a Fichte, 101; 2.3. Critica 
a Schelling, 102; 2.4. A nova concepgio 
hegeliana do espirito como infinito; 2.5. 0 
espirito como processo que se autocria em 
sentido global, 103; 2 .6 .0 processo triadic0 
do espirito em sentido "circular" dialitico, 
103; 2.7. Alguns corolirios essenciais do 
pensamento hegeliano, 104; 2.8. 0 "nega- 
tivo" como momento dialCtico que leva o 
espirito ao positivo, 104; 3. A dialitica como 
lei suprema do real e como processo do pen- 
samento filosofico. 104: 3 .1 .0 mitodo aue 
IV. A filosofia da identidade torna possivel o cdnhecjmento do absolAo, 
(1801-1804) 104; 3.2. Diferengas entre a dialttica he- 84 geliana e a clissica dos gregos, 105; 3.3 A 
1. A raziio como absoluto. 84; 2. A identi- estrutura triadica do Drocesso dialitico. 106: 
dade absoluta, 85; 3. Da identidade infinita 3 .4 .0 primeiro moriento da dialttica (tese); 
absoluta 2 realidade finita e diferenciada, 85. 106; 3.5. 0 segundo momento da dialitica 
(antitese), 107; 3 .6 .0 terceiro momento da 
dialitica ou momento especulativo (sintese), 
108; 4. A dimensiio do "especulativo", o 
significado do "aufheben" e a "proposi- 
qiio especulativa", 108; 4.1. 0 momento 
"especulativo" como novidade da dialitica 
hegeliana, 108; 4.2. 0 momento "espe- 
culativo" como "superaqio" no sentido 
de "retirada-conservaqiio" dos momentos 
precedentes,