história da filosofia - volume 6 (giovanni reale - dario antiseri)

história da filosofia - volume 6 (giovanni reale - dario antiseri)


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vai 
ale'm da "raziio", 162. 
Capitulo nono 
Josi Ortega y Gasset 
e o diagnostic0 filosofico 
da civilizaqiio ocidental 165 
1. A vida e as obras, 166; 2. 0 individuo 
e sua "circunst8ncia", 167; 3. Geraqdes 
cumulativas, geraqdes polimicas e geraqdes 
decisivas, 167; 4. A diferenqa entre "idtias- 
invenqdes" e "idtias-crenqas", 168; 5. 0 
tesouro dos erros, 168; 6. 0 controle sem 
fim das teorias cientificas, 169; 7. 0 "ho- 
mem-massa", 169. 
TEXTOS - J. Ortega y Gasset: 1. Como distin- 
guir as "cren~as " das "ide'ias-inven@es ", 171. 
Terceira parte 
FENOMENOLOGIA 
EXISTENCIALISMO 
HERMENEUTICA 
Capitulo d6cimo 
Edmund Husserl 
e o movimento fenomenologico - 175 
I. GEnese e natureza 
da fenomenologia 175 
1. A fenomenologia: um mCtodo para "vol- 
tar as proprias coisas", 176; 2. A fenome- 
nologia 6 descrigiio das essencias eiditicas, 
176; 3. Diregiio idealista e diregiio realista 
da fenomenologia, 177; 4. As origens da 
fenomenologia, 177; 4.1. Bolzano e o valor 
16gico-objetivo das "proposigoes", 177; 
4.2. Brentano e a intencionalidade da cons- 
ciencia, 178. 
11. Edmund Husserl 179 
1. Vida e obras, 180; 2. A intuigso eiditica, 
181; 3. Ontologias regionais e ontologia 
formal, 181; 4. A intencionalidade da cons- 
ciencia, 182; 5. "Epoche'" ou redugso feno- 
menologica, 183; 6. A crise das ciencias 
europCias e o "mundo da vida", 184. 
111. Max Scheler 185 
1. Contra o formalismo kantiano, 186; 
2. Valores "materiais" e sua hierarquia, 187; 
3. A pessoa, 187; 4. A simpatia, o amor e a 
fC, 188; 5. Sociologia do saber, 188. 
IV. Desenvolvimentos 
da fenomenologia 190. 
1. Nicolai Hartmann e a anilise fenomeno- 
logica dirigida ao "ser enquanto tal", 191; 
1.1. A concepgiio da Ctica, 191; 1.2. A proble- 
matica ontologica, 191; 2. Rudolf Otto e a fe- 
nomenologia da religiiio, 191; 3. Edith Stein: 
o problema da empatia e a tarefa de uma filo- 
sofia cristii, 192; 3.1. A vida e as obras, 192; 
3.2. Teoria fenomenologica da empatia, 193; 
3.3. A tarefa de uma filosofia cristii, 194. 
TEXTOS - E. Husserl: 1. A intencionalidade 
d o conhecimento, 195; 2. A epoch6 fenome- 
noldgica, 196; 3. "As meras cigncias de fatos 
criam simplesmente homens de fato", 198; 
M . Scheler: 4. Quando uma ide'ia religiosa 
torna possivel a ciincia, 200. 
Capitulo d6cimo primeiro 
Martin Heidegger: 
da fenomenologia 
ao existencialismo 201 
1. Vida e obras, 202; 2. Da fenomenologia 
ao existencialismo, 203; 3 . 0 Ser-ai e a ana- 
litica existencial, 203; 4. 0 ser-no,-mundo, 
205; 5. 0 ser-com-0s-outros, 205; 6. 0 ser- 
para-a-morte, existencia inautentica e exis- 
tincia autentica, 206; 7. A coragem diante 
da angustia, 207; 8. 0 tempo, 207; 9. A 
metafisica ocidental como "esquecimento 
do ser", 208; 10. A linguagem da poesia 
como linguagem do ser, 209; 11. A tCcnica 
e o mundo ocidental, 210. 
T~xros - M. Heidegger: 1. A morte e' " u r n imi- 
nincia ameagadora especiftca ", 21 1; 2. " N o 
tempo da noite d o mundo o poeta canta o 
sagrado ", 213. 
Capitulo dkimo segundo 
Traqos essenciais 
e de&nvolvimentos 
do existencialismo 2 15 
I. Perspectivas gerais 215 
1. A existencia C "poder-ser", isto C, "incer- 
teza, risco e decisiio", 215; 2. Pressupostos 
remotos e pr6ximos do existencialismo, 216; 
3. 0 s pensadores mais representativos do 
existencialismo, 21 7. 
11. Karl Jaspers 
e o naufragio da existencia - 2 18 
1. Vida e obras, 218; 2. A cikncia como 
orientagiio no mundo, 219; 3. 0 ser como 
"oniabrangente", 219; 4. A niio-objetivi- 
dade da existencia, 220; 5. 0 naufragio da 
existencia e os "sinais" da transcendencia, 
220; 6. Existencia e comunicagiio, 221. 
111. Hannah Arendt: 
uma defesa inflexivel 
da dignidade 
e da liberdade do individuo - 223 
1. Hannah Arendt: a vida, 223; 2. As obras: 
uma filosofia em defesa da liberdade, 224; 
3. Anti-semitismo, imperialismo e totalita- 
rismo, 224; 4. A agiio como atividade poli- 
tics por excelencia, 225. 
IV. Jean-Paul Sartre: 
da liberdade absoluta 
e iniitil 2 liberdade hist6rica- 226 
1. Vida e obras, 227; 2. A nausea diante da 
gratuidade das coisas, 227; 3. 0 "em-si" e 
o "para-sin, o "ser" e o "nada", 228; 4. 0 
"ser-para-outros", 228; 5 . 0 existencialismo 
C um humanismo, 229; 6. Critica da raziio 
diakica, 231. 
V. Maurice Merleau-Ponty: 
entre existencialisrno 
e fenomenologia 232 
1. A relagso entre a "consciincia" e o "cor- 
PO", e entre o "homem" e o "mundo", 232; 
2. A liberdade "condicionada", 233. 
VI. Gabriel Marcel Capitulo dkcimo quarto 
e o neo-socratismo Desenvolvirnentos recentes 
cristso 234 da teoria da hermentutica 265 
1. A defesa do concreto, 235; 2. A assimetria 1. Betti 
entre crer e verificar, 235; 3. Problema e a hermeneutics 
metaproblema, 236; 4. Ser e ter, 236. como mitodo geral 
TEXTOS - K. Jaspers: 1. 0s limites da ci8ncia, 
238; H. Arendt: 2. A dignidade humana 
contra toda forma de totalitarismo e ra- 
c i sm~ , 239; J.-P. Sartre: 3. 0 homem "e' 
condenado em todo momento a inventar o 
homem", 242; 4. 0 homem e' responsavel 
por aquilo que pertence a todos os homens, 
243; M. Merleau-Ponty: 5. Para que servem 
os fildsofos?, 244; G. Marcel: 6. Problema 
e metaproblema, 245. 
Capitulo dkimo terceiro 
Hans Georg Gadamer 
e a teoria da hermentutica 249 
I. Estrutura da h e r m e n g u t i c a 250 
1. Origens e objeto da hermeniutica, 250; 
2. 0 que C o"circu10 hermeniutico", 250; 
3 . 0 procedimento hermeniutico como ato 
interpretativo e seu esquema de fundo, 25 1; 
4. A interpretagiio como tarefa possivel, 
mas infinita, 252; 5. Estrutura e fungHo 
dos prC-conceitos e da prC-compreensiio 
do intCrprete, 253; 6. A "alteridade" do 
texto, 253. 
11. Interpretaqio 
e "historia dos efeitos" 254 
1. Valincia hermeniutica da hist6ria dos 
efeitos de um texto, 254; 2. Eficacia da dis- 
&cia temporal para a compreensiio de um 
texto, 255. 
111. "Preconceito", 
"razio" e "tradiqio" 256 
1. 0 s "idola" de Bacon como "preconcei- 
tos", 256; 2. A superagiio de todos os pre- 
conceitos propugnada pelos iluministas C 
um "preconceito" tipico, 256; 3 . 0 conceit0 
romhtico de "tradiqiio", 256; 4. Relagiio 
estrutural entre "raziio" e "tradigiio", 
257. 
TEXTOS - H. G. Gadamer: 1. 0 que e' 
o "circulo hermenEutico ", 258; 2. "Precon- 
ceito" de modo nenhum significa juizo falso, 
260; 3. A ide'ia de "histdria dos efeitos", 
260; 4. Teoria da tradi~iio, 262. 
- 
das cigncias do espirito 265 
1. A vida e as obras, 266; 2. Interpretar t 
entender, 266; 3. A distingiio entre "interpre- 
tagiio do sentido" e "atribuigiio de sentido", 
266; 4. Uma hermeniutica garante dos di- 
reitos do objeto, 267; 5 . 0 s quatro &nones 
do procedimento hermeniutico, 267. 
11. Paul Ricoeur: 
a falibilidade humana 
e o conflito 
das interpretaqijes 268 
1. A vida e as obras, 269; 2. "Eu suporto 
este corpo que governo", 270; 3. Uma von- 
tade humana que erra e que peca, 271; 4. A 
simbolica do mal, 271; 5. A "escola da sus- 
peita", 271; 6 . 0 conflito das interpretaqces, 
272; 7. A realidade do simbolo entre o vetor 
"arqueol6gico" e o "teleol6gico", 272; 8. A 
reconquista da pessoa, 273. 
111. Luis Pareyson 
e a pessoa 
como 6r@o da verdade 274 
1. A vida e as obras, 275; 2. Condiciona- 
lidade historica, carater pessoal e validade 
especulativa da filosofia, 276; 3. A filosofia C 
"tambCm7' expressiio do tempo; e C "tambtm" 
interpretagiio pessoal, 277; 4. A unidade da 
filosofia t a "confilosofia", 277; 5. Plurali- 
dade de vozes que comunicam discutindo, 
278; 6. 0 homem C um ser interpretante e, 
enquanto tal, orgiio da verdade, 278; 7. A 
ontologia do inesgotavel contra o misticismo 
do inefhvel, 278; 8. 0 Deus dos filosofos 
e o Deus da experiincia religiosa, 279; 9. A 
linguagem reveladora do mito, 279. 
IV. Gianni Vattimo: 
hermengutica, 
pensamento