Embriologia
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Embriologia


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do pronúcleo feminino
Formação do pronúcleo masculino
Pronúcleos se fundem. Oótide torna-se zigoto
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Sptz de ouriço-do-mar
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Fator inicial de gravidez: proteína imunossupressora secretadas pelas células trofoblásticas. Surge no soro materno dentro de 24 a 48hs após fertilização
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RESULTADOS DA FECUNDAÇÃO
Estimula o ovócito penetrado a completar a segunda divisão meiótica
Restaura o número diplóide normal de cromossomos no zigoto
Resulta da variação da espécie humana através da mistura de cromossomos maternos e paternos
Determina o sexo cromossômico do embrião
Início da clivagem
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Fertilização in vitro
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Clivagem
Divisões mitóticas repetidas do zigoto
Aumento do número de células (blastômeros)
+/- 30 horas após fertilização
Ocorre normalmente quando o zigoto passa pela tuba uterina em direção ao útero
 Ele está situado dentro de uma espessa zona pelúcida.
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Clivagem
9 células: compactação \u2192 mudam sua forma e se agrupam firmemente uns com os outros
3 dias após fecundação: mórula
Mórula:12 a 32 blastômeros
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Clivagem e Formação do Blastocisto
Figure 29\u20132
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Clivagem
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Formação do blastocisto
Espaço preenchido por fluido (da cavidade uterina): cavidade blastocística 	- separação dos blastômeros:	
Trofoblasto - camada celular externa
Massa celular interna (embrioblasto): grupos de blastômeros
6 dias pós-fecundação: adesão ao endométrio adjacente ao pólo embrionário \u2013 trofoblasto prolifera:
Citotrofoblasto: interna
Sinciciotrofoblasto:nenhum limite celular observado
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Implantação
Início: 1ª semana
Término: final da 2ª semana	
Sinciciotrofoblasto invade o tecido conjuntivo endometrial (capilares + glândulas) \u2192 blastocisto vagarosamente aprofunda-se no endométrio
Apoptose de células endometriais + enzimas proteolíticas
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Implantação do Blastocisto
Normalmente a implantação do blastocisto ocorre no endométrio, na porção superior do corpo do útero, um pouco mais freqüentemente na parede posterior do que na anterior.
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Implantação
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Implantação Extra-Uterina
O Blastocisto pode se implantar fora do útero.
95 \u2013 97% das implantações ectópicas ocorrem na tuba uterina( ampola e istmo).
A incidência de gravidez tubária varia de 1 em 80 a 1 em 250 gestações
Causas: mecânica (inflamações e suas consequências, tumores ou anormalidades nas tubas), funcionais (diminuem motilidade da tuba. Ex: fumo) e envelhecimento e drogas hormonais(DIU, pílula do dia seguinte, ...)
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Implantação Extra-Uterina
A gravidez ectópica tubária geralmente leva a ruptura da tuba uterina e hemorragia na cavidade abdominal durante as primeiras oito semanas, seguida de morte do embrião.
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Inibição da Implantação
A implantação pode ser inibida administrando-se doses relativamente grandes de progesterona (pílula do dia seguinte), durante vários dias, começando logo após uma relação sexual. A grande quantidade de progesterona perturba o equilíbrio hormonal entre estrógeno e progesterona necessário para a preparação do endométrio na implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo.
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INIBIÇÃO DA IMPLANTAÇÃO
Um dispositivo intra uterino(DIU), inserido no colo do útero através da vagina e do colo, geralmente interfere na implantação por provocar uma reação inflamatória local.
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Formação do blastocisto
6 dias pós-fecundação: adesão ao endométrio adjacente ao pólo embrionário \u2013 trofoblasto prolifera:
Citotrofoblasto: interna, células monucleadas mitoticamente ativas;
Sinciciotrofoblasto: massa multinucleada que se expande rapidamente sem limite celular visível
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Sinciciotrofoblasto
Erosivo, invade o tecido conjuntivo endometrial
 
Células do sinciciotrofoblasto deslocam células endometriais
Produção de hCG
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Implantação
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Gonadotrofina coriônica humana(HCG): base dos testes de gravidez.
Mantém a atividade hormonal do corpo lúteo no ovário durante a gravidez 
Radioimunoensaios: altamente sensíveis \u2192 detectar HCG e gravidez \u2192 anticorpos específicos para a subunidade beta do hormônio.
Fim da 2ª semana: quantidade suficiente para dar um teste positivo para a gravidez, mesmo que a mulher não saiba que está grávida.
HCG
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Cavidade Amniótica e Disco Embrionário
Aparece um pequeno espaço no embrioblasto, que é o primórdio da cavidade amniótica.
Ocorrem mudanças morfológicas no embrioblasto que resultam na formação de uma placa bilaminar de células achatadas, o disco embrionário.
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Disco Embrionário
O Disco Embrionário é formado por duas camadas:
	- EPIBLASTO- Conjunto celular mais interno do embrioblasto, formado por células colunares altas, relacionado com a cavidade amniótica.
	- HIPOBLASTO- Camada celular inferior do embrioblasto, composto por pequenas células cubóides, adjacente a cavidade exocelômica ou saco vitelino primitivo. Somente participará da formação das membranas extra embrionárias. 
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DISCO GERMINATIVO
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Âmnio e Saco Vitelino
O epiblasto forma o assoalho da cavidade amniótica e é continuo perifericamente com o âmnio.
O hipoblasto forma o teto da cavidade exocelômica e é continuo com a membrana exocelômica.
MEMBRANA EXOCELÔMICA + HIPOBLASTO = SACO VITELINO PRIMITIVO 
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Mesoderma Extra-Embrionário
O mesoderma extra embrionário( camada de tecido conjuntivo que circunda o âmnio e o saco vitelino) cresce a partir do citotrofoblasto.
Assim que se formam o âmnio, o disco embrionário e o saco vitelino primitivo, surgem cavidades isoladas, as lacunas \u2013 no sincíciotrofoblasto.
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Lacunas
As lacunas logo se tornam preenchidas por uma mistura de sangue materno, proveniente dos capilares endometriais rompidos, e restos celulares das glândulas uterinas erodidas. O sangue materno nas lacunas contém HCG produzido pelo sincíciotrofoblasto. O fluído nos espaços lacunares passa por difusão ao disco embrionário e fornece material nutritivo para o embrião.
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Lacunas
A comunicação dos capilares endometriais rompidos com as lacunas estabelece a CIRCULAÇÃO UTEROPLACENTÁRIA PRIMITIVA.
O sangue oxigenado das artérias endometriais passa para as lacunas e o sangue pobremente oxigenado é removido pelas veias endometriais.
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10º Dia
O concepto humano(embrião e membranas extra-embrionárias) está completamente implantado no endométrio.
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Reação Decidual
Reação decidual- Com a implantação do concepto, as células do tecido conjuntivo endometrial se transformam e acumulam glicogênio e lipídios no citoplasma, fornecendo ao embrião, um sítio imunologicamente privilegiado.
No embrião de 12 dias as lacunas sinciciotrofoblásticas adjacentes fundem-se para formar as redes lacunares. 
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Celoma Extra-Embrionário
Enquanto ocorrem mudanças no trofoblasto e no endométrio, o mesoderma extra embrionário cresce e surgem no seu interior espaços celomicos extra-embrionários.
Estes espaços fundem-se e formam uma grande cavidade, o celoma extra-embrionário.
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Divisão do Mesoderma
Com o aparecimento do celoma extra embrionário, o mesoderma extra embrionário se divide em duas porções: uma que reveste o citotrofoblasto e epitélio amniótico, chamada mesoderma somático, e uma porção que reveste o citotrofoblasto e o epitélio do saco vitelino, denominada mesoderma esplâncnico.
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Saco Vitelino Secundário
No pólo embrionário aparece uma região no mesoderma extra embrionário que constituirá o pedúnculo do embrião, que representa o futuro cordão umbilical.
Com cerca de 12 dias de desenvolvimento o hipoblasto se prolifera e reveste todo o saco vitelino primitivo, que passa a se chamar saco vitelino secundário ou definitivo.
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Desenvolvimento do Saco Coriônico
O fim da segunda semana é caracterizado pelo surgimento das vilosidades coriônicas primárias.
alessandra
alessandra fez um comentário
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Edilene
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Ana
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Gláucia
Gláucia fez um comentário
material muito bacana, obrigada!
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Bruna
Bruna fez um comentário
Muito b
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