A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
4 pág.
Nomenclatura Química Orgânica

Pré-visualização | Página 1 de 1

NOMENCLATURA DOS COMPOSTOS ORGÂNICOS
A cadeia principal contém o maior número de carbonos, o maior número de ramificações e envolve as ligações duplas e triplas. Numera-se a cadeia principal o mais próximo das ligações duplas e/ou triplas e deforma a resultar em menores números.
RAMIFICAÇÃO + PREFIXO + INFIXO + SUFIXO
Prefixos: indica o número de carbonos na cadeia principal
	Número de carbonos
	Prefixo
	Número de carbonos
	Prefixo
	1
	Met
	7
	Hept
	2
	Et
	8
	Oct
	3
	Prop
	9
	Non
	4
	But
	10
	Dec
	5
	Pent
	11
	Undec
	6
	Hex 
	12
	Duodec
Infixos: indica o tipo de ligações feitas entre os carbonos na cadeia principal
	Tipo de ligações
	Infixo
	Somente ligações simples
	an
	Presença de ligações duplas
	en
	Presença de ligações triplas
	in
Ramificações: indica os radicais, sempre em ordem alfabética 
	Radical
	Ramificações
	Radical
	Ramificações
	–CH3
	Metil
	CH3–CH–CH2–CH3
 |
	Sec-butil
	–CH2–CH3
	Etil
	–CH2–CH–CH3
 |
	Isobutil
	–CH2–CH2–CH3
	n-Propil
	 CH3
 |
CH3–C–CH3
 |
	Terc-butil
	–CH–CH3
 |
 CH3
	Isopropil
	–CH2–CH2–CH2–CH3
	n-Butil
Sufixos: é característico de cada função.
Os hidrocarbonetos têm terminação – O – segundo a IUPAC.
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 
	Etano
	-
O álcool possui terminação – OL – pela IUPAC, mas de maneira usual temos a seguinte nomeação: álcool + nome do grupo ligado a hidroxila + ICO. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	
 OH
	Etanol
	Álcool etílico
Na nomeação do fenol, segundo a IUPAC, usa-se o prefixo – HIDROXI. Já usualmente, o hidroxi-benzeno é chamado de FENOL. Exemplo:
	 Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	OH 
 CH3 
	Orto-metil-hidroxi-benzeno
	Orto-metil-fenol
O aldeído de acordo com a IUPAC tem a terminação – AL –, mas usualmente relacionamos seu nome ao seu ácido carboxílico, aldeído + nome do ácido ou prefixo do ácido + aldeído. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 O
 H
	Etanal
	Aldeído acético ou acetaldeído
Nas cetonas usa-se a terminação – ONA – pela IUPAC, na maneira usual a cetona é dividida em grupo maior e grupo menor, nomeando a cadeia menor depois a cadeia maior acrescentando o final – CETONA. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 O
 
	Pentan-2-ona
	Etil-propil-cetona
Os éteres são divididos em dois radicais, sendo que o radical menor ganha a terminação – ÓXI – e o radical maior, – ANO – segundo a IUPAC, já na forma usual é usado – ÉTER + nome do grupo menor + nome do grupo maior + ICO. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	
 O 
	Etoxi-isopropano
	Éter-etil-isopropílico
Os ésteres, de acordo com a IUPAC, são divididos em cadeia da carbonila tem terminação – ato, e a cadeia do oxigênio, cuja terminação é – ila, mas usualmente, como nos aldeídos, têm seus nomes derivados dos ácidos carboxílicos correspondentes, como no exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 O
 OCH3
	Butanoato de metila
	Butirato de metila
Nos ácidos carboxílicos além do sufixo – óico há o acréscimo da palavra ácido antes do nome da cadeia principal na nomenclatura IUPAC. Usualmente seus nomes estão relacionados com a origem do ácido ou de suas propriedades. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 O
 OH
	Ácido butanóico
	Ácido butírico
As animas primarias possuem os nomes dos radicais mais o sufixo – amina – e as aminas secundárias e terciárias possuem a seguinte regra de nomeação: N + (cadeia menor + IL) + (cadeia maior + amina), segundo a IUPAC. Usualmente, há duas maneiras de se nomear as aminas, uma é o nome da cadeia + IL + AMINA e a outra considera o grupo amina (NH3) como uma radical – amino. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	
 
 NH2
	Etil-amina
	Amino-etano
De acordo com a IUPAC, nas amidas nomeia-se a cadeia da carbonila e acrescenta o sufixo – AMIDA. Mas de maneira usual, assim como nos ácidos carboxílicos, seus nomes estão relacionados com a origem do ácido ou de suas propriedades. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 
 O
 NH3
	Etanamida
	Acetamida
Nos haletos o halogênio é considerado como um radical segundo a IUPAC, porém usualmente usa-se o NOME DO HALETO + DE + NOME DO GRUPO. Exemplo:
	Estrutura
	Nome IUPAC
	Nome usual
	 
 Cl 
		
	2-cloro-butano
	Cloreto de butano
Quando os compostos são formados por ciclos, acrescenta-se o prefixo – CICLO – ao nome da cadeia principal e estes ciclos tendo ramificações, estas são chamadas de orto ou o (1 e 2), meta ou m (1 e 3) e para ou p (1 e 4) de acordo com o lugar da ramificação.
Obs.: Utiliza-se DI, TRI, TETRA para indicar o número das ligações múltiplas.
Referências bibliográficas: 
Carvalho, Geraldo Camargo. Química orgânica moderna. Distribuição da Livraria Nobel S.A.. Vol. 1.
https://www.algosobre.com.br/quimica/nomenclatura-dos-compostos-organicos.html Acessado em 29/04/2016.
http://www.infoescola.com/quimica/funcao-amida/ Acessado em 29/04/2016.
http://brasilescola.uol.com.br/quimica/nomenclatura-das-aminas.htm Acessado em 29/04/2016.

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.