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Relatorio TCC 2013

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dela.
4C. ANÁLISE FINAL DA EXPERIÊNCIA COM A(S) DISCIPLINA
 As disciplinas em questão são extremamente importantes para uma educação de qualidade, pois não se desenvolve um ensino para as exigências do mundo atual sem um bom planejamento que envolva toda a escola e sua relação com o cotidiano social de alunos e professores. Nesse terceiro encontro toda a turma interagiu compreendendo melhor como um professor iniciante deve se comportar para ministrar uma boa aula. Trata-se de saber desenvolver o planejando de ensino, buscando o equilíbrio emocional, de controle da turma e trabalhando a empatia, requisitos importantes para todos envolvidos.
1D. PONTOS PRINCIPAIS DA(S) DISCIPLINA(S), SEGUNDO O QUE VOCÊ ENTENDEU:
Teorias da Aprendizagem; Dificuldades e Distúrbios de Aprendizagem da Educação Básica e Superior
 Após o estudo das teorias em sala de aula (Inatista, Ambientalista, Piaget, Vygotsky, Bruner, Ausubel, Wallon), notou-se que estas buscam reconhecer a dinâmica dos atos de ensinar e aprender, partindo do reconhecimento da evolução cognitiva do homem, e tentam explicar a relação entre o conhecimento pré-existente e o novo conhecimento. A aprendizagem não seria apenas inteligência e construção de conhecimento, mas, basicamente, identificação pessoal e relação através da interação entre as pessoas. Os ambientes computacionais destinados ao ensino devem trazer à tona fatores pertinentes à mediação humana através da tecnologia. As teorias de aprendizagem têm em comum o fato de assumirem que indivíduos são agentes ativos na busca e construção de conhecimento, dentro de um contexto significativo. 
 Nota-se que a teoria de Wallon é utilizada na maioria das instituições de ensino, como norteadora do processo de aprendizagem, a partir de duas frases deste filósofo podemos ressaltar a grande e importante contribuição que ele nos dá diante do ensino: “A criança responde às impressões que as coisas lhe causam com gestos dirigidos a elas” e também: “O indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna”. Uma outra teoria que me chamou a atenção de forma especial foi a de Ausubel, que propõe que o processo de ensino aprendizagem deve fazer algum sentido para o aluno, ou seja, deve apresentar uma forma objetiva e explicativa do porquê aprender. Isso é algo que nós, professores devemos explorar cada vez mais, porque nem sempre o que nos propomos a ensinar é algo objetivo, claro e que faz sentido no âmbito psicossocial de cada um, há então que se moldar um conteúdo programático específico, levando em consideração as expectativas do aluno, para que acerca disso, torne-se o processo de aprendizagem mais criativo, dinâmico e enriquecedor.
 Sobre os distúrbios de aprendizagem, parecem ser poucos os estudos que procuram encontrar as dificuldades de aprendizagem e suas causas sobre o olhar do professor do Ensino Superior, por isso, surgiu a necessidade de uma maior compreensão das dificuldades de aprendizagem de alunos de 3º a 9º anos que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizagem e que estão repetindo as séries e que não conseguem acompanhar a turma, além de focalizar os distúrbios de aprendizagem durante o Ensino Médio, envolvendo o contexto sócio-cultural onde vivem, assim como, nas suas famílias e sociedade em geral, onde o sistema funciona de acordo com as regras e os padrões pré-estabelecidos, envolvendo a família e os seus padrões individuais, pois a família está em permanente interação com o meio, que a influencia e é por ela influenciado e estes indivíduos nela estão inseridos. Sugere-se então que o aluno com Distúrbios da Aprendizagem tenha um acompanhamento com especialistas na área de seu distúrbio com maior ênfase para que haja um aproveitamento maior em sua vida. 
2D. RELAÇÃO DO CONTEÚDO COM O SEU DIA A DIA NA SALA DE AULA:
 Uma das grandes forças que impulsionam o comportamento humano é a motivação que se produz a partir de estímulos gerados pelas necessidades fisiológicas (alimentar-se, respirar, raciocinar), sociais (relações interpessoais no trabalho, na família), de auto-realização (fazer o que gosta, superar desafios), culturais (busca por conhecimento, liberdade, pelo sentimento de inclusão, luta contra os preconceitos), ideológicas (liberdade de expressão), entre outras. Estas são necessidades que, tanto na área educacional, como em qualquer outra área, vão determinar a diferença entre o êxito profissional e o fracasso. A sala de aula se torna um momento de aplicação prática de todos os conhecimentos adquiridos ao longo da formação do professor – formação histórica e profissional. Formação que deve estar coerente com a realidade de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem.
3D. APLICAÇÃO DO APRENDIZADO NA SALA DE AULA
 A motivação do aluno vai depender da capacidade do professor (criatividade, poder de persuasão, controle da turma). É bom que o professor tenha, além da teoria e da prática, manejo para ensinar os conceitos científicos de forma didática. Ele pode criar técnicas para lidar com os discentes, ministrando os conteúdos em várias perspectivas: cultural, social científica, ideológica, política – compreender a realidade na concepção do real concreto. A nossa própria construção sócio-histórica nos coloca diante de situações ou zonas de conforto que nos “impede” de atuarmos efetivamente frente aos problemas. O próprio sistema capitalista contribui para a construção de realidades negativas, na medida em que funciona como instrumento seletivo e não como elemento de autonomia e democratização. Na sala de aula cada um está atrelado aos elementos de oportunidades, basta encararmos o problema de frente e sujeitar nossas próprias atitudes a auto-avaliações.
4D. ANÁLISE FINAL DA EXPERIÊNCIA COM A(S) DISCIPLINA
 O mundo se organiza hoje dentro de novas formas de trabalho, consumo e manutenção da vida. Uma gigantesca infra-estrutura científica, tecnológica e humana se perpetua e rege essa realidade. Exige-se, então, uma busca incessante por formação profissional e atualizações através de uma educação eficaz capaz de incluir todos nessa nova conjuntura. Mas nada é tão simples: a visão humana sobre a ciência e a tecnologia modifica drasticamente a vida em todos os seus aspectos, colocando a educação diante de uma grande questão: como ensinar difundindo a informação em busca da produção do conhecimento prático? É preciso construir no ambiente educacional ações que possibilitem práticas efetivas de excelência do ensino. É nesse contexto que a universidade precisa refletir sobre seu papel social e ideológico, na formação de educadores.
1E. PONTOS PRINCIPAIS DA(S) DISCIPLINA(S), SEGUNDO O QUE VOCÊ ENTENDEU:
A Comunicação Escrita Na Docência Universitária; Desenvolvimento Do Plano De Ensino; Técnicas Especiais De Planejamento De Aula
 No meio acadêmico, a comunicação escrita através de boletins, publicação de resultados de pesquisas e até mesmo de resultados de avaliações ou agenda de trabalhos é muito importante uma vez que os participantes deste meio são, em sua grande maioria, adultos ou jovens com atividades não acadêmicas paralelas como trabalho, cursos profissionalizantes, família, etc. Neste contexto, a utilização de email, murais de avisos e até redes sociais podem e devem compor o instrumental de comunicação entre professores e alunos. 
 Estudamos os aspectos e os segredos básicos da comunicação escrita. Os pontos fracos e os pontos fortes no dia-a-dia da prática docente. “Tornar o nosso pensamento conhecido dos outros, é tornar comum aos outros o nosso pensamento. Tornar comum é comunicar-se, é gerar comunicação saudável, em que a ideia e a resposta se correspondam. Comunicar bem é tornar comum nas outras pessoas o que temos em mente. A comunicação, escrita ou verbal, deve vir acompanhada de atrativos, de referências fortes o suficiente para produzir motivações ou persuasão naqueles que