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PLATYHELMINTHES CLASSE TURBELLARIA E GRUPO TEMNOCEPHALA

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Slide 1 
 
FILO PLATYHELMINTHES
CLASSE “TURBELLARIA”
 
lide 2 
 
ZAMPARO et al. (2001)
Filogenia dos 
Platyhelminthes
Trematoda
Monogenea
Cestoda
“Turbellaria” 
DALYELLIDAE
TEMNOCEPHALA
TYPHLOPLANIDAE
URASTOMA
FECAMPIIDAE
UDONELLA
ASPIDOBOTHREA
DIGENEA
MONOGENEA
GYROCOTYLIDEA
AMPHILINIDEA
EUCESTODA
NEODERMATA
CERCOMEROMORPHA
 
 
 
 
Slide 3 
 
Características Gerais do filo
 Simetria bilateral:
Cefalização
Concentração de estruturas sensoriais na região anterior 
Avanços Estruturais
 
Slide 4 
 
 Acelomados:
 Triploblásticos:
A
B C
ectoderme
mesoderme
endoderme
A
B
C
acelomados
pseudocelomados
celomados
 
 
 
 
Slide 5 
 
 Parênquima: originado da mesoderme.
SUPORTE CORPORAL
Qualidades hidrostáticas do parênquima
Musculatura
+
 Resultado: Ativo Modo de vida:
Músculos + Par. + Locomoção
 Órgãos e Sistemas:
 
Slide 6 
 
Epitélio ciliado (uma célula com vários cílios).
“Turbilhamento”
Origem do nome do grupo
cílios
 REVESTIMENTO CORPORAL
 
 
 
 
Slide 7 
 
 Proteção contra dessecação
 Cobertura úmida 
para as trocas 
gasosas
 Movimentação
 Adesão ou fixação 
temporária
 Captura de alimento
 Células Glandulares SECRETAM MUCO
 
Slide 8 
 
Estruturas únicas, produzidas 
nas células epiteliais. Produzem 
muco para proteger o animal da 
dessecação e dos predadores.
 RABDITOS
 
 
 
 
Slide 9 
 
 Pode apresentar músculos diagonais e dorsoventrais
 Músculos longitudinais internos
 Músculos circulares externos
MUSCULATURA
Musc. circular
Musc. 
Diagonal Musc. 
Longitudinal
 
Slide 10 
 
Espécimes grandes dependem da contração 
muscular na locomoção
Todos os organismos dependem dos músculos para 
virar e torcer o corpo
Movimento de rastejar
Movimento de planar
 
 
 
 
Slide 11 
 
 SISTEMA DIGESTIVO
Boca: situada na parte anterior, ou meio do corpo (na 
face ventral).
Faringe: revestida pela epiderme, possui glândulas 
epiteliais faringianas (muco que auxilia na captura e 
ingestão do alimento).
Intestino sacular: na maioria dos turbelários 
material digestivo é expelido pela boca. 
(poucos têm anus, outros têm anus temporário). 
 
 
Slide 12 
 
SISTEMA DIGESTIVO EM PLANÁRIA DULCÍCOLA
Faringe
Cordões nervoso
ocelosGânglio
RAMO 
INTESTINAL
 
 
 
 
Slide 16 
 
Turbelários são carnívoros, herbívoros ou detritívoros.
Algumas espécies herbívoras se alimentam de microalgas; 
outras se transformam em carnívoras quando adultas.
As carnívoras se alimentam de qualquer tipo de 
invertebrado desde que possa ser capturado e ingerido.
Hábitos alimentares
Alimentam-se de qualquer material animal disponível.
 
 
Na Nova Zelândia, são capazes de comer minhocas 
chegando a reduzir populações de várias espécies de 
minhocas.
Artioposthia triangulata
Planárias terrestres carnívoras
 
 
 
 
Slide 18 
 
 SISTEMA EXCRETOR
 Basicamente osmorregulador porque excreta 
excesso de água. A maior parte dos produtos de 
excreção são liberados por difusão pela parede 
do corpo. 
CÉLULA FLAMA conectadas a um sistema de 
canais coletores que formam um sistema protonefridial.
Canal 
coletor
Célula 
flama
 
 
Slide 19 
 
 
 
 
 
Slide 21 
 
O número de células flamas é relacionado com o 
tipo de ambiente do turbelário.
Planária dulciaquícola Planária marinha
Quantidade muito reduzida em 
ambiente marinho

↓ quantidade em água salobra
↑ quantidade em água doce
 
Slide 22 
 
 SISTEMA NERVOSO
Varia desde uma rede simples com uma pequena 
concentração de neurônios na cabeça (Acoela) até um 
arranjo bilateral distinto, com gânglio cerebral bem 
desenvolvido e cordas nervosas longitudinais.
Sistema nervoso em escada
Mais desenvolvidos
 
 
 
 
Slide 23 
 
 
 
Slide 24 
 
 ÓRGÃOS SENSORIAIS
 Possuem receptores tácteis (em maior concentração na 
região ventral) em grande número na superfície do corpo.
 Aurículas: estruturas sensoriais que 
respondem a estímulos químicos.
Aurículas
Gânglio cerebral
Terminações nervosas
 
 
 
 
Slide 25 
 
 
 
Slide 26 
 
 Ocelos: estruturas sensoriais que respondem 
a estímulos luminosos.
 
 
 
 
Slide 27 
 
 SISTEMA REPRODUTOR
São Monóicos/hermafroditas e se reproduzem tanto 
ASSEXUADAMENTE como SEXUADAMENTE.
 Reprodução Assexuada
Comum entre os turbelários 
dulcícolas e os terrestres, ocorre 
através da fissão transversal.
A capacidade regenerativa tem uma polaridade anterior-posterior.
NEOBLASTOS: células totipotentes responsáveis pela 
capacidade de cicatrização e regeneração.
 
 
Slide 28 
 
 Reprodução sexuada
Sistema masculino
Possuem testículos únicos, pares ou múltiplos;
Canais coletores partem dos testículos e se unem 
formando uma vesícula seminal;

Glândulas prostáticas abrem na vesícula seminal 
suprindo os espermatozoides de fluído seminal;

Átrio genital (câmara muscular do ÓRGÃO COPULADOR)
ÓRGÃO COPULADOR pode ser: papila tipo pênis, ou pode 
ser um cirro eversível (através do qual os espermatozóides 
são forçados a sair através da ação da musculatura do 
átrio).
 
 
 
 
Slide 29 
 
Sistema feminino
[turbelários arcoóforos tem germovitelários e 
os neoóforos tem ovário]
Ovários pareados
Oviducto
Vitelário (Glândulas vitelogênicas) – nos turb. neoóforos
Receptáculo seminal
Bursa/Bolsa copulatória
Útero
 
Slide 30 
 
Ovos tipo ENTOLÉCITO nos turbelários arcoóforos, 
vitelo é parte integral do citoplasma do ovo;
Ovos ECTOLÉCITOS nos turbelários neoóforos.
Turbelários dulciaquícolas produzem dois tipos de ovos:
Ovos de verão - com cápsula 
fina, que eclodem em curto 
tempo;
Ovos de outono - com 
cápsula mais grossa e mais 
resistente, que permanecem 
dormentes no inverno.
 Ovos
A maioria dos turbelários produzem poucos ovos e com 
desenvolvimento direto. 
 
 
 
 
Slide 31 
 
 ARCÓFOROS: os mais primitivos, a gônada produz óvulos + 
grânulos de vitelo, chamado GERMOVITELARIO. SÃO ÓVULOS 
ENDOLECITOS. 
 NEÓFOROS: a gônada está dividida em duas regiões, o OVÁRIO, 
(GERMÁRIO), que produz os óvulos, e outra região o VITELARIO, 
que produz o vitelo. 
Os ovos sem vitelo são produzidos no ovário. o vitelo é transportado 
pelo dutos vitelínicos e depositados ao lado dos óvulos dentro de 
cápsulas, um processo que resulta em ÓVULOS ECTOLÉCITOS. 
 Em ambos casos, os ovos são levados pelo oviducto em direção ao 
átrio feminino, que possui câmeras especiais para estocar o esperma 
(receptáculo seminal ou bursa copulatória)
 Poro genital único ou separado (poro genital)
 Copulação por fertilização cruzada
 
Slide 32 
 
OCELOS PLANÁRIA DE ÁGUA 
DOCEAURICULA
 
 
 
 
Slide 33 
 
Sistema Reprodutor (Planárias)
APARELHO 
MASCULINO
CANAIS 
COLETORES
TESTICULOS
OVÁRIO
PORO 
GENITAL
VESICULA 
SEMINAL
OVIDUCTO
APARELHO 
FEMININO
 
 
Slide 34 
 
 Cópula e postura
Detalhe das cápsulas ovígeras 
de planárias dulciaqüícolas.
Planárias em cópulas e 
posturas das cápsulas 
ovígeras.
 
 
 
 
Slide 35 
 
Slide 37 
 
TEMNOCEPHALIDA
São platelmintos, considerados Turbelários 
na antiga classificação, sendo hoje 
agrupados no SUBFILO Rhabdocoela.
 
Slide 39 
 
Faringe bulbosa; intestino de fundo cegosem diverticulos; ovos ectolecitos producidos 
por ovários que usualmente estão separados da glândula de vitelo. Grupo extramente 
grande e diverso, dividido em 4 subordens.
CLASSE: TEMNOCEPHALIDA: pequenos simbionte de crustáceos, tartarugas e 
insetos aquáticos; região anterior com tentáculos e a posterior com ventosa (e.g., 
Temnocephala).
SUBFILO RHABDOCOELA
 
 
 
 
Slide 40 
 
Uma das característica comuns a todas as espécies 
deste grupo é seu modo de vida associado a um 
hospedeiro.
Os temnocefalídeos são, talvez, os 
turbelários mais evoluídos.
Mostram uma transição entre vida livre e 
parasitismo.
 
 
Slide 41 
 
Epibiontes ou Comensais ou Parasitos?
Inicialmente foram considerados como sendo anelídeos 
hirudíneos (sanguessugas), ao serem encontrados 
sobre crustáceos de água doce.
Sua especificidade ao hospedeiro faz com que a hipótese 
de que estes sejam somente ‘EPIBIONTES’ seja descartada, 
sendo tratados atualmente como FORÉSIA.
A espécie Scutariella didactyla é parasita de um camarão do 
gênero Trogocharis. 
Estes temnocefalídeos vivem nas brânquias do camarão, e 
se alimentam dos fluidos do corpo hospedeiro.
 
 
 
 
Slide 42 
 
Temnocephala (Temnocephalidae)
No Brasil temos como representantes do grupo:
Didymorchis (Dydimorchiidae)
 
Slide 43 
 
São todos epibiontes de um grupo restrito de 
animais dulciaquícola.
São hospedeiros dos temnocefalídeos:
• Crustáceos das famílias:
Aeglidae, Parastacidae, Trichodactylidae, Palaemonidae
• Moluscos da família Ampulariidae
• Hemípteros das famílias Belostomatidae e Naucoridae
• Tartarugas de água doce
Temnocephalidae
 
 
 
 
Slide 44 
 
Temnocephala sp. vivo no 
hospedeiro Parastacus sp.
Temnocephala trapeziformis 
corado e montado em lâmina.
Alguns exemplos...
 
Slide 45 
 
 Evolução ao parasitismo no grupo:
Epiderme sincicial 
formada por placas.
Tegumento (tecido) 
de sincício unicoEpiderme com células 
bem delimitadas.
 
 
 
 
Slide 46 
 
Temnocephala trapeziformis
ocelos
Poros 
excretores
boca
faringe muscular
saco intestinal
tentáculos
ventosa
 
 
Slide 47 
 
Sistema reprodutor (temnocefalídeos)
Ovário
Vesícula
‘resorbens’
Vagina
Átrio e poro 
genital
Testículos
Cirro
Bulbo 
prostático