10 métodos de estudo para acelerar seus estudos - UNIVERSITÁRIO ATIVO
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10 métodos de estudo para acelerar seus estudos - UNIVERSITÁRIO ATIVO


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para acelerar seus
MÉTODOS
ESTUDOS
MÉTODOS
ESTUDOS
As 10 melhores técnicas de estudo,
cientificamente comprovadas
Site: http://bit.ly/1P5soec
Você está com uma grande quantidade de matérias? Estudando para o 
ENEM? Concursos? Pois bem, que tal começar a estudar com técnicas cien-
ti\ufb01camente e\ufb01cazes? Nós reunimos aqui as 10 melhores técnicas de apren-
dizagem publicadas pela revista cientí\ufb01ca Psychological Science in the 
Public Interest. No resultado divulgado algumas surpresas foram reveladas. 
Diversas técnicas como resumir, grifar e reler conteúdos foram classi\ufb01cadas 
como as de mais baixa e\ufb01cácia.
Três práticas foram consideradas como de média e\ufb01cácia: interrogação ela-
borativa, auto-explicação e estudo intercalado. E duas que obtiveram o mais 
alto grau de utilidade na aprendizagem, que foram as técnicas de teste 
prático e prática distribuída.
Lembre-se de que o ranking re\ufb02ete os resultados do estudo, porém cada 
pessoa tem o seu estilo de estudo e nada está escrito em pedra. Dito isto, 
falemos agora sobre as dez técnicas, das piores para as melhores.
1. Grifar \u2013 Baixa e\ufb01cácia
Chegou a hora de deixar os marca textos de lado. Este estudo apontou que 
a técnica de apenas grifar partes importantes de um texto é pouco efetiva 
pelos mesmos motivos pelos quais é tão popular: praticamente não requer 
esforço.
Ao fazer um grifo, seu cérebro não está organizando, criando ou conectando 
conhecimentos. Então, grifar só pode ter alguma (pouca) utilidade quando 
combinada com outras técnicas.
2. Releitura \u2013 Baixa e\ufb01cácia
Somente reler um conteúdo é pouco efetivo. O estudo, no entanto, mostrou 
que determinados tipos de leitura (massive rereading) podem ser melhores 
do que resumos ou grifos, se aplicados no mesmo período de tempo. A dica 
é reler imediatamente depois de ler, para \ufb01xar melhor o conteúdo.
3. Mnemônicos \u2013 Baixa e\ufb01cácia
A mnemónica é um processo intelectual que consiste em estabelecer uma 
associação ou uma ligação para relembrar alguma coisa. As técnicas mne-
motécnicas consistem basicamente em associar as estruturas e os conteúd-
os que se pretende memorizar com determinadas sequências de letras que 
tenham relação com o conteúdo estudado.
São as famosas fórmulas, rimas e paródias que aprendemos para gravar 
aquele conteúdo difícil.
O estudo da Psychological Science in the Public Interest mostrou que os 
mnemônicos só são efetivos quando as palavras-chaves são importantes e 
quando o material estudado inclui palavras-chaves fáceis de memorizar.
Assuntos que não se adaptam bem a geração de palavras-chaves não con-
seguem ser bem aprendidos com o uso de mnemônicos. Então a dica é utili-
zar apenas em casos especí\ufb01cos e pouco tempo antes de teste.
 
 
4. Visualização \u2013 Baixa e\ufb01cácia
Os pesquisadores pediram que estudantes imaginas-
sem \ufb01guras enquanto liam textos. O resultado positivo 
foi apenas em relação à memorização de frases. Em 
relação a textos mais longos, a técnica mostrou-se 
pouco efetiva.
Porém mapas mentais costumam ser mais e\ufb01cazes 
para estudos, já que consistem em não só desenhos, 
mas em uma conexão de ideias e conceitos.
5 - Resumos \u2013 Baixa e\ufb01cácia
Resumir os pontos mais importantes de um texto com as principais ideias 
sempre foi uma técnica quase intuitiva de aprendizagem.
Porém o estudo mostrou que os resumos são úteis para provas escritas, mas 
não para provas objetivas.
Embora tenha sido classi\ufb01cado como de baixa e\ufb01cácia, a técnica de resumir 
ainda é mais útil do que grifar e reler textos. O estudo diz que a técnica até 
pode ser uma estratégia efetiva para estudantes que já são hábeis em pro-
duzir resumos.
 
6 - Interrogação Elaborativa \u2013 E\ufb01cácia Moderada
A técnica de interrogação elaborativa consiste em criar explicações que justi-
\ufb01quem por que determinados fatos apresentados no texto são verdadeiros.
O estudante devem concentrar-se em perguntas do tipo Por quê? Em vez de 
O quê?. Por exemplo.
Note que esse tipo de estudo requer um esforço maior do cérebro, pois se 
concentra em compreender as causas de determinado fato, investigando 
suas origens.
Falando especi\ufb01camente de concursos públicos, a interrogação elaborativa 
é um grande diferencial na hora de responder redações e questões discursi-
vas.
 
7 - Auto-Explicação \u2013 E\ufb01cácia Moderada
A auto-explicação mostrou ser uma técnica útil para aprendizagem de con-
teúdos mais abstratos. Na prática, trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo 
com suas próprias palavras para você mesmo.
A pesquisa mostrou que a técnica é mais efetiva se utilizada durante o 
estudo, e não após.
 
8 - Estudo Intercalado \u2013 E\ufb01cácia Moderada
A pesquisa procurou saber se era mais efetivo estudar tópicos de uma vez ou 
intercalando diferentes tipos de conteúdos de forma aleatória.
Os cientistas concluíram que intercalar tem utilidade maior em aprendizados 
envolvendo tarefas cognitivas (como ciências exatas).
O principal benefício da intercalação é fazer com que a pessoa consiga man-
ter-se mais tempo estudando.
9 - Teste Prático \u2013 Alta e\ufb01cácia
Realizar testes práticos sobre o que você está estudando é uma das duas 
melhores maneiras de aprendizagem. A pesquisa cientí\ufb01ca mostrou que esta 
técnica é até duas vezes mais e\ufb01ciente do que as demais
 
 
 
10 - Prática Distribuída \u2013 Alta e\ufb01cácia
A prática distribuída consiste em distribuir o estudo ao longo do tempo, em 
vez de concentrar toda a aprendizagem em um bloco só, por exemplo estu-
dar na véspera da prova.
Pesquisas mostram que o tempo ideal de distribuição das sessões de estudo 
é de 10% a 20% do período que o conteúdo precisa ser lembrado. Por exem-
plo, se você quer lembrar algo por cinco anos, você deve rever seus estudos 
a cada seis meses. Se quiser lembrar por uma semana, deve estudar uma 
vez por dia.
A prática distribuída também pode ser interpretada como a distribuição do 
estudo em pequenos períodos ao longo do dia, dando intervalos com 
períodos de descanso. Por exemplo, uma hora de manhã, uma hora à tarde e 
outra hora à noite.
 
ax2 + bx + c 
ax2 + bx + c = 0 
x2 y
LOREM IPSUM
AaBbCc
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5 hábitos para 
 mais produtivo
deixar o seu dia muito
Àquela hora em que o alarme toca e você coloca o modo soneca mil vezes 
até perceber que perdeu a hora da aula ou do estágio. Ai começa a marato-
na: trocar de roupa correndo, engole o café, torce pra não ter perdido o 
ônibus e chega que nem um doido na aula e depois \ufb01ca morrendo de sono, 
quem nunca?
Essa rotina é normal para muita gente que acorda cedo. Mas, depois de um 
tempo é preciso perceber a importância de acordar bem, ou seja, reservar 
algum tempo pela manhã para dar ao seu corpo a chance de despertar com-
pletamente e \ufb01car disposto para enfrentar o resto do dia. Nós do UA sabe-
mos o quanto é difícil perder aqueles minutinhos preciosos de sono, mas 
acredite mudar alguns hábitos matutinos pode melhorar o seu dia em 100%, 
ajudando até mesmo a sua concentração e capacidade de estudar.
1) Não utilize o modo \u201csoneca\u201d
Nós sabemos que é quase irresistível não colocar o modo soneca e poder 
dormir por mais alguns minutos. Mas de acordo com a Fundação Nacional do 
Sono dos EUA, cerca de 1/3 dos americanos dizem que dormem menos do 
que precisam para funcionar bem. Uma pesquisa de um hospital de Nova 
York comprovou que essa funcionalidade do celular é muito mais vilã do que 
mocinha, porque ela nos interrompe bem no meio de um ciclo do sono. O 
efeito de uma boa noite de descanso no organismo pode ser cortado através 
da \u201csoneca\u201d, porque voltamos a dormir, apenas para sermos despertados 
bruscamente alguns minutos depois. Isso provoca um choque de cansaço 
logo no início da manhã, causando aquela sensação de estar zonzo quando 
levantamos.
Então nada de dormir por mais 5 minutinhos. Quer