Ética na Comunicação   Apostila de Códigos
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Ética na Comunicação Apostila de Códigos


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demonstradas ou verificadas.

b) Tratar com respeito a todas as pessoas mencionadas nas informações que
divulgar.
Art. 15 - O jornalista deve permitir o direito de resposta às pessoas envolvidas ou
mencionadas em sua matéria, quando ficar demonstrada a existência de equívocos
ou incorreções.
Art. 16. O jornalista deve pugnar pelo exercício da soberania nacional, em seus

aspectos político, econômico e social, e pela prevalência da vontade da maioria da
sociedade, respeitados os direitos das minorias.
Art. 17 - O jornalista deve preservar a língua e a cultura nacionais.
IV - Aplicação do Código de Ética
Art. 18 - As transgressões ao presente Código de Ética serão apuradas e apreciadas
pela Comissão de Ética.

Parágrafo 1o - A Comissão de Ética será eleita em Assembléia Geral da categoria,
por voto secreto, especialmente convocada para este fim.
Parágrafo 2o - A Comissão de Ética terá cinco membros com mandato coincidente
com o da diretoria do Sindicato.
Art. 19 - Os jornalistas que descumprirem o presente Código de Ética ficam sujeitos
gradativamente às seguintes penalidades, a serem aplicadas pela Comissão de

Ética:
a) Aos associados do Sindicato, de observação, advertência, suspensão e exclusão
do quadro social do Sindicato;
b) Aos não associados, de observação, advertência pública, impedimento
temporário e impedimento definitivo de ingresso no quadro social do Sindicato;
Parágrafo único - As penas máximas (exclusão do quadro social, para os
sindicalizados, e impedimento definitivo de ingresso no quadro social, para os não
sindicalizados) só poderão ser aplicadas após prévio referendo da Assembléia Geral
especialmente convocada para este fim.
Art. 20 - Por iniciativa de cidadão, jornalista ou não, ou instituição atingidos,
poderá ser dirigida à Comissão de Ética para que seja apurada a existência de
transgressão cometida por jornalista.
Art. 21 - Recebida a representação, a Comissão de Ética decidirá sua aceitação
fundamental ou, se notadamente incabível, determinará seu arquivamento,

tornando pública a decisão, se necessário.
Art. 22 - A publicação de penalidade deve ser precedida de prévia audiência do
jornalista, objeto de representação, sob pena de nulidade.
Parágrafo 1o - A audiência deve ser convocada por escrito pela Comissão de Ética,
mediante sistema que comprove o recebimento da respectiva notificação, e
realizar-se-á no prazo de 10 dias a contar da data do vencimento do mesmo.

Parágrafo 2o - O jornalista poderá apresentar resposta escrita no prazo do
parágrafo anterior, ou apresentar suas razões oralmente, no ato da audiência.
Parágrafo 3o - A não observância pelo jornalista dos prazos previstos neste artigo,
implica a aceitação dos termos da representação.
Art. 23 - Havendo ou não resposta, a Comissão de Ética encaminhará sua decisão
às partes envolvidas no prazo máximo de 10 dias, contados da data marcada para
a audiência.
Art. 24 - Os jornalistas atingidos pelas penas de advertência e suspensão podem
recorrer à Assembléia Geral no prazo máximo de 10 dias corridos a contar do
recebimento da notificação.
Parágrafo único - Fica assegurado ao autor da representação o direito de recorrer à
Assembléia Geral, no prazo máximo de 10 dias a contar do recebimento a
notificação, caso não concorde com a decisão da Comissão de Ética.

ÉTICA NA COMUNICAÇÃO LISTA DE CÓDIGOS PROFISSIONAIS

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Art. 25 - A notória intenção de prejudicar o jornalista, manifesta em caso de
representação sem o necessário fundamento, será objeto de censura pública contra
o seu autor.
Art. 26 - O presente Código de Ética entrará em vigor após a homologação em

Assembléia Geral de Jornalistas, especialmente convocada para este fim.

ÉTICA NA COMUNICAÇÃO LISTA DE CÓDIGOS PROFISSIONAIS

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CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DA

PROPAGANDA

O código dos profissionais da propaganda e publicidade foi aprovado pelo I
Congresso Brasileiro de Propaganda, apresentado pela Associação Brasileira das
Agências de Propaganda, realizado no Rio de Janeiro, em 1957. Compõem-se de
parte normativa e de instruções, tendo sido tomado de aplicação obrigatória pelo
artigo 17, da Lei nº 4.680, de 18 de junho de 1965, que regulamentou a profissão
de publicitário e agenciador de propaganda.
I \u2013 A propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado
produto, serviço, instituição ou idéia, visando a orientar o comportamento humano
das massas num determinado sentido.

II \u2013 O profissional da propaganda, cônscio do poder que a aplicação de sua técnica
lhe põe nas mãos, compromete-se a não utilizá-la senão em campanhas que visem
ao maior consumo dos bons produtos, à maior utilização dos bons serviços, ao
progresso das boas instituições e à difusão de idéias sadias.
III \u2013 O profissional da propaganda, para atingir aqueles fins, jamais induzirá o
povo ao erro; jamais lançará mão da inverdade; jamais disseminará a
desonestidade e o vício.
IV \u2013 No desempenho do seu mister, o profissional da propaganda agirá sempre
com honestidade e devotamento com seus comitentes, de modo a bem servir a eles
e à sociedade.
V \u2013 Nas relações entre os seus colegas, o profissional da propaganda pautará sua
conduta pela estreita observância das definições, normas e recomendações
relativas à ética da profissão, restringindo sua atividade profissional ao setor de sua
escolha, assim elevando, pelo respeito mútuo, pela lealdade e pela nobreza da
atitude, o nível da sua profissão no País.
I \u2013 Definições
1 \u2013 São considerados profissionais da propaganda somente os componentes,
empregados e colaboradores das entidades mencionadas nos Artigos 2, 3, 4, 5 e 6
destas definições e cuja função seja exercida no SETOR DE PROPAGANDA da
entidade.

2 \u2013 O anunciante, também chamado cliente, é a entidade, firma, sociedade ou
indivíduo que utiliza a propaganda.
3 \u2013 A Agência de Propaganda é a firma organizada para exercer as funções
definidas pela ABAP. e que realiza a propaganda para o cliente e promove negócios
para os veículos de propaganda, que a reconhecem como tal e a ela pagam
comissão.

4 \u2013 Veículos de propaganda são os jornais, revistas, estações de rádio, TV,
exibidores de cartazes e outras entidades que recebem autorizações e divulgam a
propaganda, aos preços fixados em suas tabelas.

ÉTICA NA COMUNICAÇÃO LISTA DE CÓDIGOS PROFISSIONAIS

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5 \u2013 Representantes de veículos são organizações especializadas, ou indivíduos que
tratam dos seus representados, em geral sediados em outras praças, dos quais
recebem remuneração, e para os quais também contratam propaganda.

6 \u2013 Corretor é o indivíduo registrado no veículo, onde funciona como intermediário
da publicidade remunerada, estando sujeito à disciplina e hierarquia do veículo.
7 \u2013 Publicidade remunerada pode ser ou não ser propaganda.
8 \u2013 Comissão é a retribuição, pelos veículos, do trabalho profissional, devida
exclusivamente às agências e aos corretores de propaganda. A comissão se destina
à manutenção das agências e dos corretores de propaganda e não poderá ser
transferida aos anunciantes.
II \u2013 Normas
9 \u2013 Os veículos de propaganda reconhecem a necessidade de manter os corretores
e as agências como fonte de negócios e progresso dos seus empreendimentos e,
por isso, a eles reservam o pagamento da comissão com exclusão de quaisquer
outros indivíduos ou entidades.
10 \u2013 A tabela de preços é pública e igual para todos os compradores, dentro de
iguais condições, incumbindo ao veículo observá-la e fazê-la observar por todos os

seus agentes ou prepostos,