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DIREITO PROCESSUAL CIVIL  2° bimestre

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ser tutelado(o juiz analisa através dos fatos));o réu também tem que ser legitimo, (o réu legitimo é aquele que deve responder pelas consequências jurídicas da narrativa de fato) a legitimidade se vincula aos dois polos. Se a parte não for a legitima, o juiz pode julgar o processo improcedente sem o julgamento da demanda. (na investigação de paternidade o Ministerio publico pode assumir o direito alheio por conta da lei que autoriza).
-interesse: interesso do autor na prestação jurisdicional, a utilidade da própria jurisdição, haver violação ou ameaça concreta de direito material. Não pode agir preventivamente antes do vencimento da prestação pedir medidas. Não pode demandar por divida em atraso depois da mesma paga. Tem que haver necessidade do estado interferir na relação. O interesse pode desaparecer no andamento da demanda, ou seja, quando pode perder o objeto. (em caso de falecimento de parte interessada quando a pessos precisa de uti e morre antes).
-possibilidade jurídica do pedido: tem que ter as partes a causa de pedir e o pedido. As partes devem ser bem individualizadas. A causa precisa dos fatos e os fundamentos jurídicos do pedido. Precisam achar as normas jurídicas e as consequência, e depois devem ter o pedido de fato. O resultado do processo deve ser permitido expressamente ou pelo menos não vedado pelo ordenamento. Pedidos fática mente impossíveis (cobrar o terreno na lua e exigir a escritura). Mas existem alguns pedidos só podem ser declarados impossíveis depois de alguma análise de mérito. A consequência deve estar prevista no pedido e no ordenamento se ouver outra previsão que não a do pedido, o juiz somente vai julgar improcedente.
O mérito retira da ação a possibilidade jurídica do pedido, no novo CPC tentando trazer esta possibilidade
-Carência da ação: quando falta algum dos pressuposto existe a carência da ação. 
-Posição do novo CPC. O cod de 2015 extinguiu as condições de ação. mas diz que quanto os pressupostos são meros obstáculos que impedem o juiz de julgar o mérito. Porém a teoria é inteiramente válida, se aproveita para colocar em uma ordem mais atual. Hoje não se pode ver o direito de ação como tirar a jurisdição da inercia, o direito de ação é satisfeito quando a demanda acaba. A tutela jurisdicional efetiva em tem hábil em processo adequado.
Processo adequado, justo. Todos os direitos fundamentais do devido processo respeitados. 
Em um tempo adequado e ver o resultado de forma plena. 
CPC 17 e 18 - Art. 17.  Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade.
Art. 18.  Ninguém poderá pleitear direito alheio em nome próprio, salvo quando autorizado pelo ordenamento jurídico.
Parágrafo único.  Havendo substituição processual, o substituído poderá intervir como assistente litisconsorcial.
Art. 19.  O interesse do autor pode limitar-se à declaração:
I - da existência, da inexistência ou do modo de ser de uma relação jurídica;
II - da autenticidade ou da falsidade de documento.
Art. 20.  É admissível a ação meramente declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito.
Art. 312.  Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia, a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no art. 240 depois que for validamente citado.
O momento que se considera a proposta ação da demanda, o momento que ela foi protocolada
337,§2° elementos da ação, impressão digital de cada ação, se for idêntica há a litispendência, se for parecido teremos a conexa.
Art. 337.  Incumbe ao réu, antes de discutir o mérito, alegar:
I - inexistência ou nulidade da citação;
II - incompetência absoluta e relativa;
III - incorreção do valor da causa;
IV - inépcia da petição inicial;
V - perempção;
VI - litispendência;
VII - coisa julgada;
VIII - conexão;
IX - incapacidade da parte, defeito de representação ou falta de autorização;
X - convenção de arbitragem;
XI - ausência de legitimidade ou de interesse processual;
XII - falta de caução ou de outra prestação que a lei exige como preliminar;
XIII - indevida concessão do benefício de gratuidade de justiça.
§ 1o Verifica-se a litispendência ou a coisa julgada quando se reproduz ação anteriormente ajuizada.
§ 2o Uma ação é idêntica a outra quando possui as mesmas partes, a mesma causa de pedir e o mesmo pedido.
§ 3o Há litispendência quando se repete ação que está em curso.
§ 4o Há coisa julgada quando se repete ação que já foi decidida por decisão transitada em julgado.
§ 5o Excetuadas a convenção de arbitragem e a incompetência relativa, o juiz conhecerá de ofício das matérias enumeradas neste artigo.
§ 6o A ausência de alegação da existência de convenção de arbitragem, na forma prevista neste Capítulo, implica aceitação da jurisdição estatal e renúncia ao juízo arbitral.
497 e ss. Tratam da efetivação da sentença, a atividade satisfativa integra a jurisdição. (não basta a sentença e deve trazer meios de cobrar, ex. multa) cod adotou o novo conteúdo do direito de ação.
Art. 497.  Na ação que tenha por objeto a prestação de fazer ou de não fazer, o juiz, se procedente o pedido, concederá a tutela específica ou determinará providências que assegurem a obtenção de tutela pelo resultado prático equivalente.
Parágrafo único.  Para a concessão da tutela específica destinada a inibir a prática, a reiteração ou a continuação de um ilícito, ou a sua remoção, é irrelevante a demonstração da ocorrência de dano ou da existência de culpa ou dolo.
485, VI quando não á interesse ou legitimidade da parte o juiz não julgará o mérito. 
Art. 485.  O juiz não resolverá o mérito quando:
I - indeferir a petição inicial;
II - o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes;
III - por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;
IV - verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo;
V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa julgada;
VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse processual;
VII - acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer sua competência;
VIII - homologar a desistência da ação;
IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por disposição legal; e
X - nos demais casos prescritos neste Código.
§ 1o Nas hipóteses descritas nos incisos II e III, a parte será intimada pessoalmente para suprir a falta no prazo de 5 (cinco) dias.
§ 2o No caso do § 1o, quanto ao inciso II, as partes pagarão proporcionalmente as custas, e, quanto ao inciso III, o autor será condenado ao pagamento das despesas e dos honorários de advogado.
§ 3o O juiz conhecerá de ofício da matéria constante dos incisos IV, V, VI e IX, em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não ocorrer o trânsito em julgado.
§ 4o Oferecida a contestação, o autor não poderá, sem o consentimento do réu, desistir da ação.
§ 5o A desistência da ação pode ser apresentada até a sentença.
§ 6o Oferecida a contestação, a extinção do processo por abandono da causa pelo autor depende de requerimento do réu.
§ 7o Interposta a apelação em qualquer dos casos de que tratam os incisos deste artigo, o juiz terá 5 (cinco) dias para retratar-se.
20-05-2016
CLASSIFICAÇÃO DAS AÇÕES para classificar as ações de dois tipos
1- TIPO DE TUTELA JURISDICIONAL: o Termo ação pode ser utilizada como sinônimo de tutela jurisdicional, terminologicamente inadequado, mas se utiliza o termo ação como um sinônimo do direito de inovar a tutela jurisdicional.
 CONHECIMENTO: ação de conhecimento é quando o autor pretende obter sentença de mérito. Situação de incerteza então o juiz precisa conhecer os fatos para tomar uma decisão decidir o mérito, o juiz não conhece dos fatos, a situação demanda uma situação probatória, a situação jurídica é colocada em uma situação de incerteza. Acertar o ordenamento jurídico pra dizer