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EXERCÍCIOS HISTORIA COC

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terra” e, dessa forma, empreendiam incursões a fim de disputar a posse das rique-
zas naturais nela existentes.
( ) O pau-brasil, árvore então encontrada em abundância na Floresta Atlântica, era o
principal produto brasileiro comercializado na Europa, onde o utilizavam como
matéria-prima nas manufaturas têxteis.
( ) Na exploração econômica do pau-brasil, o escambo representou a principal
forma de relações comerciais entre europeus e indígenas da América Portu-
guesa.
( ) A exploração do pau-brasil só se tornou economicamente rentável para os portu-
gueses com a introdução da mão-de-obra escrava africana.
( ) Tanto franceses como portugueses aproveitavam-se das desavenças entre grupos
tribais para a obtenção de homens para o trabalho e para a guerra.
( ) A presença de Jean de Léry em solo brasileiro está associada ao episódio da criação
da França Austral, momento em que aquela potência expandiu os seus domínios
até o extremo sul do continente americano.
HISTÓRIA - O descobrimento do Brasil e o período pré-colonial
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5. UFSC
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães
choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do
Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu
PESSOA, Fernando. Apud: SARONI, Fernando.
Registrando a História. Volume 1. São Paulo: Editora FTD, 1997.
Tendo o texto por referência, assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s).
01. A poesia refere-se às navegações portuguesas, entre as quais a viagem de Pedro
Álvares Cabral, em 1500.
02. Segundo o poeta, as navegações, por seus perigos, causaram grande sofrimento às
mães, filhos e noivas dos marinheiros que se arriscaram para que o mar fosse con-
quistado pelos portugueses.
04. As navegações portuguesas foram um fato isolado da História da Europa, uma vez
que só os portugueses dispunham, na época, de capitais, tecnologia e motivação para
empreendê-las.
08. A poesia refere-se ao Bojador, primeira conquista portuguesa, uma colônia árabe ao
sul da Península Ibérica, conquistada a mando do rei de Portugal.
16. O sacrifício “valeu a pena” para Portugal. Basta mencionar que as descobertas por-
tuguesas permitiram a acumulação de capital que, já no século XVII, possibilitou o
início da industrialização em solo português.
32. As navegações portuguesas do século XV e XVI tiveram como objetivo conquistar o
litoral africano e retomar a posse das colônias americanas que tinham sido conquis-
tadas pelos mouros.
Dê, como resposta, a soma das alternativas corretas.
6. UNESP-SP
“Vi também as coisas que trouxeram ao rei, do novo país do ouro: um sol todo em ouro medin-
do uma toesa de largura: do mesmo modo, uma lua toda de prata e igualmente grande; também
dois gabinetes repletos de armaduras idênticas e toda sorte de armas por eles usadas, escudos,
bombardas, armas de defesa espantosas, vestimentas curiosas (…).”
Dürer, Albert, pintor alemão, 1471-1528.
“As pessoas (…) tanto homens quanto mulheres, andam nuas assim como suas mães as pari-
ram, exceto algumas das mulheres que cobrem suas partes com uma única folha de grama ou tira
de algodão (…). Eles não possuem armas, exceto varas de cana cortadas (…), e tem receio de usá-
las (…); são tratáveis e generosos com o que possuem (…). Entregavam o que quer que possuíam,
jamais recusando qualquer coisa que lhes fosse pedida (…).”
Trecho da Carta de Cristóvão Colombo, de 15 de fevereiro de 1493.
Os textos referem-se aos habitantes da América na época dos descobrimentos.
a) Dê dois exemplos de grupos indígenas que podem ser identificados com os textos.
b) Por que os dois relatos são diferentes?
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7. Unirio
“A 16 de setembro, vimos flutuar pequenos maços de ervas marinhas que pareciam ainda
frescas..., o que fez todos acreditarem que a terra se aproximava.”
COLOMBO, Cristóvão. In: ISAAC, J. & ALBA. A História Universal
– Idade Média. São Paulo: Mestre Jou, 1967, p.193.
Este breve fragmento, extraído do diário de bordo escrito em 1492 por Cristóvão Colom-
bo, tem um significado especial no processo de expansão das fronteiras européias. Pode-
mos afirmar que a chegada à América faz parte do processo da(o):
a) expansão da economia mercantil e do fortalecimento da classe burguesa;
b) ampliação do movimento da Reconquista e da consolidação dos Reinos Cristãos Ibéricos;
c) decisão tomada no Tratado de Tordesilhas e do fortalecimento econômico da Espanha;
d) utilização de novas rotas em direção ao Oriente e da tomada de Constantinopla pelos turcos;
e) descobrimento das novas técnicas de navegação e da assinatura da Bula Inter Coetera.
8. Cefet-PR Alguns historiadores afirmam que as conseqüências do modelo de colonização
adotado pelos portugueses para a exploração do Brasil são ainda muito perceptíveis (de-
vastação do meio ambiente, exploração do trabalhador rural, conflitos rurais, etc). Este
modelo é conhecido como plantation ou plantagem e suas principais características são:
a) minifúndio, monocultura, mão-de-obra escrava;
b) latifúndio, mão-de-obra assalariada, policultura;
c) latifúndio, policultura, mão-de-obra escrava;
d) latifúndio, mão-de-obra escrava, monocultura;
e) latifúndio, trabalho assalariado, monocultura.
9. UECE A descoberta de novas terras por navegadores portugueses e espanhóis alimen-
tou a imaginação dos europeus e fomentou uma visão paradisíaca do novo mundo. Com
respeito a esta “visão do paraíso” nos trópicos, é correto afirmar:
a) os europeus esperavam encontrar monstros e outras entidades mitológicas, o que se
confirmou na presença de animais pré-históricos e seres humanos estranhos;
b) os temores com relação ao inesperado levavam muitas vezes os europeus a demons-
trar uma violência desumana contra os nativos do chamado Novo Mundo;
c) as descrições dos novos territórios, com suas florestas exuberantes e seus pássaros
exóticos, vinham confirmar as expectativas de descoberta do Paraíso na Terra;
d) o encontro com seres de uma nova cultura, em um ambiente natural diferente, criou um
clima propício ao entendimento mútuo e ao respeito pela vida humana, como era prega-
do pelos religiosos europeus.
10. UFR-RJ Os portugueses foram os primeiros europeus a lançarem-se no processo de
expansão marítima, no século XV. Isto ocorreu devido a inúmeros fatores de ordem in-
terna, tais como: a precoce centralização política a uma burguesia forte e uma certa expe-
riência em navegação. Em relação a outros fatores que favoreceram a expansão marítima
portuguesa, podemos citar:
a) a necessidade de descobrir novas jazidas de metais preciosos para cunhagem de moe-
das e o desejo de chegar às Índias para monopolizar o comércio de especiarias;
b) a necessidade de descobrir novas jazidas de metais preciosos para cunhagem de moe-
das e a feitura de uma aliança com a Espanha, visando uma ação conjunta em relação
ao descobrimento da América;
c) a necessidade de descobrir novas jazidas de metais preciosos para a cunhagem de
moedas e o desejo de fundar novas cidades na costa africana, levando-lhes o desenvol-
vimento técnico dos europeus;
d) a necessidade de expandir a fé católica, bem como a necessidade de se chegar às
Índias viajando para o Ocidente, a fim de divulgar os novos preceitos do Calvinismo;
e) a necessidade de descobrir novas jazidas de metais preciosos para cunhagem de moe-
das e o objetivo de chegar às Índias para desenvolver a cultura de ambos países.
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