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Código de Processo Civil Comparado

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de procedimento para: 
 
I – a prática de citação, intimação ou notificação de ato; 
II – a obtenção e apresentação de provas e a coleta de depoimentos; 
III – a efetivação de tutela provisória; 
IV – a efetivação de medidas e providências para recuperação e preservação de 
empresas; 
 
V – a facilitação de habilitação de créditos na falência e na recuperação judicial; 
VI – a centralização de processos repetitivos; 
VII – a execução de decisão jurisdicional. 
§ 3º O pedido de cooperação judiciária pode ser realizado entre órgãos jurisdicionais 
de diferentes ramos do Poder Judiciário. 
 
LIVRO III 
DOS SUJEITOS DO PROCESSO 
TÍTULO I TÍTULO II 
DAS PARTES E DOS PROCURADORES DAS PARTES E DOS PROCURADORES 
CAPÍTULO I CAPÍTULO I 
DA CAPACIDADE PROCESSUAL DA CAPACIDADE PROCESSUAL 
Art. 70. Toda pessoa que se encontre no exercício de seus direitos tem capacidade 
para estar em juízo. 
Art. 7º Toda pessoa que se acha no exercício dos seus direitos tem capacidade para 
estar em juízo. 
Art. 71. O incapaz será representado ou assistido por seus pais, por tutor ou por 
curador, na forma da lei. 
Art. 8º Os incapazes serão representados ou assistidos por seus pais, tutores ou 
curadores, na forma da lei civil. 
Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao: Art. 9º O juiz dará curador especial: 
I – incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com 
os daquele, enquanto durar a incapacidade; 
I - ao incapaz, se não tiver representante legal, ou se os interesses deste colidirem 
com os daquele; 
II – réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, 
enquanto não for constituído advogado. 
II - ao réu preso, bem como ao revel citado por edital ou com hora certa. 
Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos 
termos da lei. 
Parágrafo único. Nas comarcas onde houver representante judicial de incapazes ou 
de ausentes, a este competirá a função de curador especial. 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 4.a versão (10.04.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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CPC/2015 CPC/1973 
Art. 73. O cônjuge necessitará do consentimento do outro para propor ação que 
verse sobre direito real imobiliário, salvo quando casados sob o regime de separação 
absoluta de bens. 
Art. 10. O cônjuge somente necessitará do consentimento do outro para propor 
ações que versem sobre direitos reais imobiliários. 
§ 1º Ambos os cônjuges serão necessariamente citados para a ação: § 1º Ambos os cônjuges serão necessariamente citados para as ações: 
I – que verse sobre direito real imobiliário, salvo quando casados sob o regime de 
separação absoluta de bens; 
I - que versem sobre direitos reais imobiliários; 
II – resultante de fato que diga respeito a ambos os cônjuges ou de ato praticado 
por eles; 
II - resultantes de fatos que digam respeito a ambos os cônjuges ou de atos 
praticados por eles; 
III – fundada em dívida contraída por um dos cônjuges a bem da família; III - fundadas em dívidas contraídas pelo marido a bem da família, mas cuja 
execução tenha de recair sobre o produto do trabalho da mulher ou os seus bens 
reservados; 
IV – que tenha por objeto o reconhecimento, a constituição ou a extinção de ônus 
sobre imóvel de um ou de ambos os cônjuges. 
IV - que tenham por objeto o reconhecimento, a constituição ou a extinção de ônus 
sobre imóveis de um ou de ambos os cônjuges. 
§ 2º Nas ações possessórias, a participação do cônjuge do autor ou do réu somente 
é indispensável nas hipóteses de composse ou de ato por ambos praticado. 
§ 2º Nas ações possessórias, a participação do cônjuge do autor ou do réu somente 
é indispensável nos casos de composse ou de ato por ambos praticados. 
§ 3º Aplica-se o disposto neste artigo à união estável comprovada nos autos. 
Art. 74. O consentimento previsto no art. 73 pode ser suprido judicialmente quando 
for negado por um dos cônjuges sem justo motivo, ou quando lhe seja impossível 
concedê-lo. 
Art. 11. A autorização do marido e a outorga da mulher podem suprir-se 
judicialmente, quando um cônjuge a recuse ao outro sem justo motivo, ou lhe seja 
impossível dá-la. 
Parágrafo único. A falta de consentimento, quando necessário e não suprido pelo 
juiz, invalida o processo. 
Parágrafo único. A falta, não suprida pelo juiz, da autorização ou da outorga, 
quando necessária, invalida o processo. 
Art. 75. Serão representados em juízo, ativa e passivamente: Art. 12. Serão representados em juízo, ativa e passivamente: 
I – a União, pela Advocacia-Geral da União, diretamente ou mediante órgão 
vinculado; os Estados e o Distrito Federal, por seus procuradores; 
I - a União, os Estados, o Distrito Federal e os Territórios, por seus procuradores; 
II – o Estado e o Distrito Federal, por seus procuradores; 
III – o Município, por seu prefeito ou procurador; II - o Município, por seu Prefeito ou procurador; 
IV – a autarquia e a fundação de direito público, por quem a lei do ente federado 
designar 
 
V – a massa falida, pelo administrador judicial; III - a massa falida, pelo síndico; 
VI – a herança jacente ou vacante, por seu curador; IV - a herança jacente ou vacante, por seu curador; 
VII – o espólio, pelo inventariante; 
 
V - o espólio, pelo inventariante; 
VIII – a pessoa jurídica, por quem os respectivos atos constitutivos designarem ou, 
não havendo essa designação, por seus diretores; 
VI - as pessoas jurídicas, por quem os respectivos estatutos designarem, ou, não os 
designando, por seus diretores; 
IX – a sociedade e a associação irregulares e outros entes organizados sem 
personalidade jurídica, pela pessoa a quem couber a administração de seus bens; 
 
VII - as sociedades sem personalidade jurídica, pela pessoa a quem couber a 
administração dos seus bens; 
X – a pessoa jurídica estrangeira, pelo gerente, representante ou administrador de 
sua filial, agência ou sucursal aberta ou instalada no Brasil; 
VIII - a pessoa jurídica estrangeira, pelo gerente, representante ou administrador de 
sua filial, agência ou sucursal aberta ou instalada no Brasil (art. 88, parágrafo único); 
XI – o condomínio, pelo administrador ou síndico. IX - o condomínio, pelo administrador ou pelo síndico. 
§ 1º Quando o inventariante for dativo, os sucessores do falecido serão intimados no 
processo no qual o espólio seja parte. 
§ 1º Quando o inventariante for dativo, todos os herdeiros e sucessores do falecido 
serão autores ou réus nas ações em que o espólio for parte. 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 4.a versão (10.04.2015). É permitida a distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente 
trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos 
disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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CPC/2015 CPC/1973 
§ 2º A sociedade ou associação sem personalidade jurídica não poderá opor a 
irregularidade de sua constituição quando demandada. 
§ 2º - As sociedades sem personalidade jurídica,