Filariose Linfática
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Filariose Linfática


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Prof. Dr. Reginaldo G. Lima-Neto
Filariose Linfática
Universidade Federal de Pernambuco
Departamento de Medicina Tropical
Disciplina de Parasitologia
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Microfilárias de Wuchereria bancrofti (com bainha) e Mansonella ozzardi em membrana filtrante corada por Giemsa 
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Adultos machos e fêmeas - vasos e gânglios linfáticos humanos
Longevidade - vivem em média quatro a oito anos. 
Sítios anatômicos acometidos
	Pélvica (pernas e escroto)
	Mamas e braços
Periodicidade - noturno
HABITAT
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Culex quinquefasciatus
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A parasitose se caracteriza por uma variedade de manifestações
clínicas que podem ser devidas aos vermes adultos no sistema linfático ou a resposta imune-inflamatória do hospedeiro contra microfilárias.
As quatro principais formas clínicas da filariose linfática são: 
Assintomática ou doença subclínica; 
Manifestações agudas; 
Manifestações crônicas; 
Eosinofilia pulmonar tropical (EPT). 
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
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Clinico
Laboratorial 
Pesquisa de microfilárias (gota espessa, sangue colhido por punção digital entre 22-24 horas)
Pesquisa de vermes adultos (USG)
Pesquisa de antígenos (ELISA e imunocromatografia rápida).
DIAGNÓSTICO
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Tratamento coletivo.
Saneamento básico.
Controle do inseto (organofosforados ou, no caso de resistência, carbamatos e piretróides. Também pode-se usar larvicidas biológicos, como Bacillus sphaericus ou B. thuringiensis).
Expectativa da OMS - eliminação da filariose linfática como problema de saúde pública no mundo até o ano de 2020.
PROFILAXIA
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Contra o parasito, o medicamento utilizado é o citrato de dietilcarbamazina (DEC).
Ivermectina (não atua sobre o verme adulto)
Albendazol (não atua sobre microfilárias)
TRATAMENTO