Alice Bailey & Djwhal Khul   Iniciação Humana e Solar
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Alice Bailey & Djwhal Khul Iniciação Humana e Solar


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Dar um Exemplo á Humanidade 
 
Capítulo IV 
Fundação da Hierarquia 
Seu Aparecimento no Planeta 
O Efeito Imediato 
Abertura do Portal da Iniciação 
 
Capítulo V 
Os Três Departamentos da Hierarquia 
A Obra do Manu 
A Obra do Instrutor do Mundo, o Cristo 
A Obra do Senhor da Civilização, o Mahachohan 
 
Capítulo VI 
A Loja dos Mestres 
As Divisões 
Alguns Mestres e Sua Obra 
O Trabalho Atual 
 
Capítulo VII 
O Caminho Probacionário 
Preparação para a Iniciação 
Métodos de Instrução 
Mestres e Discípulos 
 
Capítulo VIII 
Discipulado 
Descrição de um Discípulo 
O Trabalho a Ser Realizado 
Relações Grupais 
 
Capítulo IX 
O Caminho da Iniciação 
As Duas Primeiras Iniciações 
As Duas Iniciações Subseqüentes 
As Iniciações Finais 
 
Capítulo X 
A Universalidade da Iniciação 
A Iniciação nos vários Planetas 
 5
A Iniciação e os Devas 
Influencia Cósmicas e Iniciações Solares 
 
Capítulo XI 
Os Participantes nos Mistérios 
Corroboração da Iniciação 
Entidade Planetárias 
Os Chefes dos Departamentos 
 
Capítulo XII 
As Duas Revelações 
A Revelação da \u201cPresença\u201d 
A Revelação da Visão 
 
Capítulo XIII 
Os Cetros de Iniciação 
A Finalidade dos Cetros de Poder 
Efeitos da Aplicação do Cetro: 
 A. Sobre os corpos dos iniciados 
 B. Sobre o corpo causal 
 C. Sobre os centros 
 
Capítulo XIV 
A Prestação do Juramento 
O Trabalho da Loja Durante a Iniciação 
Dois Tipos de Juramento 
O Juramento de Iniciação 
 
Capítulo XV 
A Transmissão da Palavra 
As Palavras Solares 
O Uso das Palavras 
 
Capítulo XVI 
A Comunicação dos "Segredos" 
O Segredo Sétuplo 
Os Três Mistérios Solares 
Sua Revelação Sucessiva 
 
Capítulo XVII 
Modalidades de Iniciação 
Iniciações Maiores e Menores 
O Dia da Oportunidade 
 
Capítulo XVIII 
Os Sete Caminhos 
 
Capítulo XIX 
Regras para Solicitantes 
Um Catecismo Esotérico 
Glossários 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 6
 
A CONSTITUICÁO DO HOMEM 
 
A constituição do homem, como considerada nas páginas seguintes, é basicamente tríplice, ou seja: 
 
 
 
I. A Mônada, ou Espirito Puro, O Pai nos Céus. 
 
Este aspecto reflete os três aspectos da Divindade: 
 
1. Vontade, ou Poder o Pai. 
2. Amor \u2014 Sabedoria o Filho 
3. Inteligência Ativa o Espírito Santo. 
 
Este aspecto é apenas alcançado nas iniciações finais, quando o homem se está aproximando do fim 
da sua jornada, sendo já perfeito. A Mônada reflete-se, novamente, em 
 
 
 
II. O Ego, Eu Superior, ou Divindade. 
 
Este aspecto é, potencialmente, 
 
1. Vontade Espiritual Atma. 
2. Intuição Búdi. 
 Amor \u2014 Sabedoria, o principio crístico. 
3. Mente mais elevada ou abstrata Manas Superior. 
 
O Eu Superior começa a fazer sentir a sua força nos homens mais avançados, e, de modo crescente, 
no caminho probacionário, até que, na terceira Iniciação, realiza-se o controle do eu inferior pelo 
superior, e o aspecto mais elevado começa a fazer sentir a sua energia. 
 
O eu Superior reflete-se 
 
 
 
III. Na personalidade, ou eu inferior, o homem do plano físico. 
 
Este aspecto também é tríplice: 
 
1. Corpo mental manas inferior. 
2 Corpo emocional corpo astral. 
3. Corpo Físico o físico denso e o corpo etérico. 
 
Por isso, a finalidade da evolução consiste na conscientização do aspecto Egoico pelo homem, 
subordinando a natureza inferior ao seu controle. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 7
 
CAPÍTULO I 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
 
(21) Antes de abordarmos o tema dos artigos que se seguem, sobre a Iniciação, sobre os Caminhos 
que se abrem diante do homem aperfeiçoado e sobre a Hierarquia Oculta, podem ser feitas certas 
elucidações que parecem essenciais para o estudo criterioso e para a compreensão das idéias aqui 
expostas. 
 
Deve-se ter em mente que, em todo este livro, são citados fatos e feitas declarações precisas, que 
não podem ser comprovadas de imediato pelo leitor. A fim de que não seja imaginado que a autora 
reivindique para si qualquer crédito ou autoridade pessoal pelo conhecimento exposto, a Sra. Bailey 
desautoriza, enfaticamente, quaisquer reivindicações ou alegações do gênero. Ela não pode 
proceder de outro modo, senão apresentar estas declarações como fatos. Não obstante, 
recomendaria àqueles que encontrarem algo de meritório nestas páginas, que não se sintam 
chocados pela aparência de dogmatismo na apresentação. Também, a personalidade inadequada da 
autora não deve ser um empecilho para a análise franca da mensagem à qual o seu nome aconteceu 
ficar ligado. Nomes, personalidades e a voz da autoridade externa, ocupam pequeno espaço em 
assuntos espirituais. Já isto representa um guia seguro, cuja garantia deriva do reconhecimento e da 
direção internos. Portanto, não é essencial que o leitor receba a mensagem destas páginas como 
apelo espiritual segundo uma conceituação idealística, como uma exposição de fatos ou como uma 
teoria desenvolvida por um estudante e apresentada à consideração dos demais estudantes. A cada 
qual ela é oferecida segundo a resposta interna que possa evocar, pela inspiração e luz que possa 
trazer, não importa a sua natureza. 
 
Nestes dias de esfacelamento das formas tradicionais e da construção de novas, há necessidade de 
adaptação. Precisamos evitar o perigo de cristalização através da flexibilidade e expansão. A "velha 
ordem esta mudando", mas basicamente, é urna mudança de dimensão e de aspecto, e não de 
material ou de fundamento. Os fundamentos sempre foram verdadeiros. A cada geração cabe urna 
parcela na preservação dos aspectos essenciais da forma tradicional e amada. mas cabe-lhe, 
igualmente, a sua expansão e o seu enriquecimento. Cada ciclo terá de acrescentar as conquistas de 
novas pesquisas e trabalhos científicos, eliminando aquilo que está gasto e destruído de valor. Cada 
época terá de construir o produto e os triunfos de seu (22) período, abandonando as realizações 
passadas que possam diminuir e distorcer os contornos atuais. Acima de tudo, a cada geração é 
dada a alegria de demonstrar a força dos fundamentos antigos e a oportunidade para construir, sobre 
eles, urna estrutura que atenda às necessidades da vida interna em evolução. 
 
As idéias aqui expostas são corroboradas por determinados fatos contidos na literatura ocultista 
ainda existente. Estes fatos são em número de três: 
 
(A) Na criação do sol e dos sete planetas sagrados que compõem o nosso sistema solar, o nosso 
Logos empregou matéria que já estava impregnada com determinadas qualidades. A Sra. Besant 
declara na sua obra "Avatares" (segundo alguns de nós, uma de suas mais valiosas obras, por ser 
urna das mais sugestivas) que "o nosso sistema solar é formado de matéria já existente, de matéria 
já dotada de determinadas propriedades..." (pg. 48). Deduzimos, portanto, que esta matéria possuía 
determinadas faculdades latentes que tiveram de se demonstrar de urna forma peculiar, sob a Lei de 
Causa e Efeito, como ocorre com tudo no universo. 
 
B) Toda manifestação é de natureza sétupla e a Luz Central a que chamamos de Divindade, o Raio 
único da Divindade, manifesta-se primeiramente como Trindade e depois como um Setenário. O 
Deus Único manifesta-se como Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo, e estes três aspectos 
são novamente refletidos através dos Sete Espíritos diante do Trono, ou os sete Logos Planetários. 
Os estudantes de ocultismo de origem não cristã, poderão denominar de Raio Único a estes Seres, 
atuante através