Alice Bailey & Djwhal Khul   Iniciação Humana e Solar
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Alice Bailey & Djwhal Khul Iniciação Humana e Solar


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físico) serão observados e a vida desta maneira influenciada e regulada. 
 
A questão toda do estado do som e das palavras, sagradas ou de outro tipo, tem que ser assumida 
pelos solicitantes á Iniciação. Isto é algo que precisa ser mais ativamente encarado por todos os 
grupos ocultistas. 
 
 
Regra VIII 
 
 
Quando o discípulo se aproxima do portal, os Sete maiores devem despertar e provocar 
uma resposta dos sete menores, sobre o duplo círculo. 
 
Esta regra é muito difícil e contém em si elementos perigosos para o homem que começa a trilhar 
prematuramente o caminho final. Literalmente, ele pode ser assim interpretado: o candidato à 
iniciação deve de certo modo desenvolver a vibração dos sete centros da cabeça e assim lançar à 
aumentada atividade vibratória os sete centros no corpo no plano etérico; afetando também, através 
da vibração reciproca, os sete centros físicos que são inevitavelmente estimulados quando os sete 
centros etéricos se aproximam de sua vibração máxima. Não é necessário ampliar este ponto além 
de assinalar que como os sete centros na cabeça, ao se tornarem capazes de (178) responder ao 
Ego, os sete centros seguintes, 
 
1. A cabeça, considerada como uma unidade, 
2. O coração, 
3. A garganta, 
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4. O plexo solar, 
5. A base da coluna, 
6. O baço, 
7. Os órgãos reprodutores, 
 
são também afetados, mas segundo a linha de purificação e controle. Isto produzirá resultados nos 
órgãos nitidamente físicos, através dos quais o homem atua no plano físico. Para ilustrar: O homem 
pode então transferir conscientemente o fogo e a energia criativos, dos órgãos reprodutores para a 
garganta, ou, através do controle consciente do coração, produzir uma elevação de ânimo do corpo 
físico. Isto não será alcançado através das práticas de Hatha Yoga, nem concentrando a atenção nos 
órgãos do corpo físico, mas através do desenvolvimento do controle pelo Deus interno, Que trabalha 
através do centro da cabeça e assim domina tudo mais. 
 
O solicitante, por isso, aplicará todas as suas energias no desenvolvimento da vida espiritual, a qual 
será expressão do correto pensar, da meditação e do serviço. Através do profundo estudo de tudo 
que deva ser conhecido com relação â energia e seus pontos focais, ele coordenará sua vida de 
modo que a vida do espirito possa fluir através dela. Este estudo somente pode ser desenvolvido com 
segurança, atualmente, no trabalho grupal e sob a direção de um instrutor; os discípulos 
comprometer-se-ão a não permitirem experimentação em suas vidas e nenhuma descuidada 
vulgaridade com os fogos do corpo. Simplesmente aplicar-se-ão a uma compreensão teórica e uma 
vida de serviço. 
 
Os centros então desenvolver-se-ão normalmente, enquanto o solicitante se decide a amar 
perfeitamente seu irmão na verdade e de fato, a servir devotadamente, a pensar inteligentemente e a 
manter uma estreita observação sobre si mesmo. Ele também registrará tudo que em sua vida interior 
lhe pareça relacionado com a evolução dos centros. Este registro pode ser apreciado e comentado 
pelo instrutor, uma dedução procurada, e a quota de informação assim ganha, anotada para 
referência grupal. Desta maneira, muito conhecimento pode ser armazenado e usado. 
 
O solicitante que faz mau uso do conhecimento, que se dedica a práticas do tipo "exercícios 
respiratórios para o desenvolvimento , ou se concentra nos centros, inevitavelmente fracassará em 
sua (179) tentativa de alcançar o Portal e pagará o preso em seu corpo, pelo aparecimento da 
loucura, de condições neurastênicas e de varias enfermidades físicas. 
 
 
Regra IX 
 
Que o discípulo se funda no circulo dos seus outros "eus". Que uma cor única os misture e 
sua unidade apareça. Somente quando o grupo é conhecido e sentido, pode a energia 
emanar sabiamente. 
 
Uma coisa que todos os discípulos e solicitantes à iniciação têm que fazer é encontrar aquele 
particular grupo de servidores ao qual pertencem no plano interno, reconhecê-los no plano físico e 
unirem-se a eles no serviço pela raça. Este reconhecimento estará baseado: 
a) Na unidade do objetivo. 
b) Na unidade da vibração. 
c) Na identidade na afiliação grupal. 
d) Nos laços cármicos de antiga existência. 
e) Na capacidade de trabalhar em relação harmônica. 
 
Superficialmente, esta pode parecer uma das regras mais fáceis, mas, na prática, não é assim. Os 
equívocos ocorrem com facilidade e o problema de trabalhar harmonicamente no alinhamento grupal 
não é tão simples como possa parecer. A vibração egóica e o relacionamento podem existir e, no 
entanto, as personalidades externas pedem não se harmonizar. É a tarefa, então, do solicitante, 
fortalecer o laço de seu Ego sobre sua personalidade, de modo que a relação esotérica do grupo se 
torne possível no plano físico. Ele fará isso disciplinando sua própria personalidade, e não corrigindo 
seus irmãos. 
 
 
Regra X 
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O Exército da Voz, os devas em suas fileiras cerradas, trabalham incessantemente. Que o 
discípulo aplique-se à consideração de seus métodos; que ele aprenda as regras pelas 
quais o Exército trabalha dentro dos véus de Maya. 
 
(180) Esta regra se refere ao trabalho de investigação ocultista, que deve ser perseguido, num certo 
momento, por todos os que buscam a iniciação. Embora não seja seguro para o não-iniciado interferir 
na evolução paralela dos devas, contudo é necessário e seguro investigar o procedimento seguido 
pelos construtores, os métodos por eles seguidos, reproduzindo do arquétipo, através do etérico, 
aquilo a que chamamos de manifestação física; seus grupos devem ser de algum modo conhecidos 
teoricamente e os sons, pelos quais são lançados à atividade, considerados. Isto envolve, portanto, o 
estudo organizado, por todos os solicitantes: 
 
1. Do propósito do som. 
2. Do significado esotérico das palavras, da gramática e da sintaxe. 
3. Das leis da vibração e da eletricidade, bem como de outros estados subsidiários que se 
relacionam com a manifestação da divindade e da consciência, por intermédio da substancia 
dévica e da atividade dos devas controladores. As leis do macrocosmo serão investigadas e 
a correspondência entre as atividades do microcosmo e a manifestação ativa do 
macrocosmo, reconhecidas. 
 
 
Regra XI 
 
Que o discípulo transfira o fogo do triângulo inferior para o superior e preserve aquilo que 
for criado pelo fogo do ponto do meio do caminho. 
 
Isto significa, literalmente, o controle, pelo iniciado, do impulso sexual, como habitualmente 
compreendido e a transferência do fogo que agora normalmente vitaliza os órgãos reprodutores, para 
o centro da garganta, assim levando a criação no plano mental, por intermédio da mente. Aquilo que 
vier a ser criado precisará então ser nutrido e sustentado pela energia do amor da natureza, 
emergindo do centro do coração. 
 
O triângulo ao qual nos referimos é: 
 
1. O plexo solar. 
2. A base da coluna. 
3. Os órgãos reprodutores. 
 
Ao passo que o superior é, como assinalado. 
 
1. A cabeça. (181) 
2. A garganta. 
3. O coração. 
 
Isto poderia ser interpretado, pelo leitor superficial, como uma injunção à vida celibatária e o 
compromisso, do solicitante, em abster-se de toda manifestação física do impulso sexual. Não é isso. 
Muitos iniciados alcançaram seu objetivo enquanto participavam do devido e prudente uso da relação 
conjugal. Um iniciado cultiva uma especial atitude mental, na qual há um reconhecimento de que 
todas as formas de manifestação são divinas e que o plano físico é tanto uma forma de expressão 
divina como qualquer dos planos superiores. Ele se conscientiza de que a manifestação mais baixa 
da divindade deve estar sob o controle consciente daquela divindade encarnada, e que todos os atos 
de cada espécie devem ser regulados pelo esforço em cumprir todo dever e obrigação, controlar 
cada ação e fato e utilizar