António Rodrigues   Radiestesia Clássica e Cabalística
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António Rodrigues Radiestesia Clássica e Cabalística


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radioatividade e observar se emitem ondas eletromagnéticas de baixa 
freqüência e seus efeitos nos seres vivos. 
Radioatividade na vida cotidiana 
A radioatividade nos locais de trabalho e residenciais. A emissão de 
gases do tipo radônio pode ser perigosa quando a emissão ultrapassa os 
limites estabelecidos mundialmente. Essa radiação é ionizante, apresenta alta 
freqüência e comprimento de onda extremamente pequeno, não perceptíveis 
pelos cinco sentidos. Essas partículas que emitem os elementos radioativos 
possuem uma grande energia, capaz de arrancar os elétrons dos átomos que 
atravessam, afetando inclusive as células humanas. O problema ocorre em 
lugares fechados, sem ventilação, como a presença de porões, adegas, etc. O 
gás radônio se 
 
 
 
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dissipa rapidamente, com uma vida média de 3,8 dias, espaço de tempo no qual 
decompõe-se, transformando-se em polônio radioativo que emite, também, 
radiações nocivas até tornar-se estável. O problema maior é ficar exposto a 
essas radiações por dez anos ou mais, ao dormir, oito horas/dia, que altera, 
inexoravelmente, o organismo do ser vivo. Se houver emissão de radioatividade 
pelo solo/rocha de um local, o problema consiste na concentração anômala nos 
edifícios sem ventilação, como em garagens fechadas ou no caso do edifício ter 
sido construído com materiais especialmente radioativos. 
Existem muitos elementos que podem emitir radioatividade nos 
materiais de construção civil ou em locais emissores. Não é aconselhável dizer 
quais são os tipos de materiais, solos ou rochas que podem ser radioativos, pois 
o mesmo material, por exemplo, areia empregada na fabricação do concreto 
pode ser radioativa ou não, depende da fonte do material, etc. Deve-se, então, 
fazer a medição dos materiais utilizados, bem como dos locais para a instalação 
das moradias. Como? Pela radiestesia, o meio mais barato e um dos mais 
eficazes e rápido para a detecção dessas anomalias; utiliza-se o gráfico citado 
em itens anteriores. No entanto, deve-se levar em conta um importante fator: 
treinar a captação dessa anomalia em locais previamente conhecidos para se 
estabelecer um parâmetro cerebral com a vibração emitida pela radioatividade. 
Não se pode empregar o gráfico diretamente nos locais sem antes o seu 
organismo conhecer a emissão radioativa ionizante. 
Contaminação química 
A contaminação química é analisada de forma ampla, principalmente no 
meio atmosférico, na bioesfera, pelo ar que respiramos, e nos líquidos e 
alimentos que ingerimos no dia-a-dia. O problema principal ocorre com as 
condições nocivas invisíveis, vindos do ar, dos líquidos e sólidos ingeridos, 
bem como daqueles que afetam nossa pele e organismo interno. Na maioria das 
vezes, distinguimos essa contaminação pelos cinco sentidos, a nocividade 
evidente de um líquido contaminado, do ar insalubre e de alimentos estragados. 
O próprio organismo reage se defendendo pelas das manifestações orgânicas de 
rejeição. No entanto, os elementos químicos mais prejudiciais à saúde são os 
inodoros, invisíveis, que contaminam o ar, os líquidos e alimentos. Nesse 
sentido, podemos classificar os poluentes em três categorias principais: 
poluentes 
 
 
 
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atmosféricos, poluentes das águas (rios, mares e fontes de água potável) e 
poluentes dos alimentos (hortifrutigranjeiros). 
Poluentes atmosféricos 
Como sabemos, as principais fontes de contaminação atmosférica são 
as instalações industriais e as centrais termoelétricas, além da poluição 
automotiva, principalmente nas grandes cidades. Existe um paralelo entre o 
crescimento da industrialização, a poluição atmosférica e o agravamento de 
doenças respiratórias, asmas, alergias e cânceres pulmonares. 
As centrais termoelétricas emitem anidrido sulfúrico e resíduos de 
combustão como fuligens semi-sólidas; a indústria do petróleo libera 
hidrocarbonetos, compostos de enxofre, óxidos de nitrogênio, mercaptanos e 
fenóis; as siderúrgicas, as indústrias químicas, de adubos e fertilizantes, 
fundições, indústrias do alumínio, do chumbo, zinco, cimento, de agrotóxicos 
emitem poluentes atmosféricos extremamente nocivos. O mesmo ocorre com a 
emissão de poluentes durante os processos de combustão, dependendo do tipo 
de combustível empregado. Alguns exemplos são emissão de substâncias 
sólidas, óxido de enxofre e nitrogênio, anidridos, materiais e ácidos orgânicos. 
Nas grandes cidades, todos os cidadãos são atingidos inexoravelmente, 
afetando diretamente os mais vulneráveis, como as crianças, pessoas idosas e 
enfermos. A poluição produzida pelos veículos a motores à explosão é uma das 
mais recentes, porém considerada uma das mais perigosas pelos pesquisadores. 
Catalogada como de máxima periculosidade, pela emissão de chumbo, 
monóxido e dióxido de carbono e hidrocarbonetos. Nas residências e edifícios, 
entre os poluentes que demonstraram maior incidência negativa à saúde 
destacam-se o formaldeído, o benzeno e o tricloretileno. 
A ação contaminante do meio ambiente e da atmosfera torna-se 
extremamente nociva com a somatória das diferentes substâncias presentes no 
ar e o nível de concentração das substâncias que dependem diretamente dos 
fatores atmosféricos e meteorológicos, como o movimento do ar e dos ventos, 
da chuva, que facilitam ou dificultam a dispersão, somadas com as diferentes 
radiações ionizantes (ultravioleta, gás radônio, 
 
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etc). Ainda deve-se acrescentar as enormes quantidades de minúsculas 
partículas arrancadas da crosta terrestre pela ação do vento, como poeira, pólen 
e esporos, responsáveis por transtornos às pessoas sensíveis ou alérgicas (M. 
Bueno). 
Ao se colocar tantos aspectos nocivos existentes na Terra, todos 
perguntam: o que fazer? Ou dizem que nada podemos fazer e é o preço pago 
pela civilização moderna! Acredita-se que há a grande possibilidade de 
mudança nos hábitos desta civilização moderna e de começarmos a repensar em 
atenuantes e substituir aos poucos os poluentes por produtos eficazes, mais 
naturais e tornar o ambiente novamente equilibrado. Mas essa ação deve 
começar por cada indivíduo que ao se conscientizar consegue convencer muitas 
pessoas. Ainda não é tarde para um nascimento de uma civilização voltada para 
a preservação do meio ambiente. 
A tabela da página 240, mostra a possibilidade de mudanças de hábitos 
familiares, que Mariano Bueno chama de limpeza química do lar. Muitos dos 
produtos químicos utilizados em nossas casas podem ser substituídos por 
produtos naturais, baratos e eficazes. Mudando nossos hábitos, a indústria 
química irá nos acompanhar. 
O mesmo ocorre com a limpeza do ar de nossas casas, muito simples: 
por meio das plantas. São as nossas maiores aliadas na purificação e limpeza do 
ar, econômicas, estéticas e agradáveis. Outro aspecto importante é a ventilação 
dos locais, com a circulação do ar permanentemente. 
A NASA pesquisou, durante mais de vinte anos (M. Bueno), os efeitos 
descontaminantes e purificador que algumas plantas mais comuns exercem em 
ambientes fechados. A Aloé vera (babosa) eliminou em 24 horas os 90% de 
formaldeído de uma habitação; a margarida reduziu o benzeno em 80%; e a 
açucena limpou o ar de tricloroetileno em 50%. Os produtos químicos são 
absorvidos pelas plantas através de microporos presentes no verso das folhas. 
Elementos posteriormente metabolizados pelas raízes e integrados nos processos 
alimentares das plantas. Associando-se espécies diferentes de plantas poderemos 
controlar e eliminar os poluentes de nossas residências e ambiente de trabalho. 
 
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LAR ECOLÓGICO: LIMPEZA SEM CONTAMINAÇÃO 
 
PRODUTO 
E USO 
COMPOSTOS 
QUÍMICOS 
TOXICIDADE ALTERNATIVAS