António Rodrigues   Radiestesia Clássica e Cabalística
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António Rodrigues Radiestesia Clássica e Cabalística


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Descascantes e 
removedores de 
Soda cáustica (NaOH), 
benzeno, diclorometano, 
produção de fosfógeno ao 
queimar-se 
Intoxicação, queimaduras 
na pele, cancerígeno 
(o benzeno) 
Lixar, polir, soprar um jato 
de areia, carbonato sódico, 
amoníaco 
Desentupidores 
Soda cáustica (70%), 
nitrito sódico (15%), 
cloreto sódico ácidos. 
Queimaduras de pele, 
narcótico Desentupidor de ventosa 
Desinfetantes 
para sanitários 
Lixívia concentrada, cloro, 
hidrocarbonetos, formaideído, 
fenol, 
Germicida, diminui as 
defesas, cancerígeno, 
mutagênico 
Essência de cedro, de cravo, 
canela, tomilho e outras, 
com vaporizador 
Descalcificantes 
para panelas, 
cafeteiras, etc. 
Ácido clorídrico (HCI, 
ácido muriático), ácido 
fosfórico, clorantes 
Perigo para as crianças Ácido cítrico, ácido tartárico 
vinagre 
Tira-manchas 
Tetracloreto de carbono, 
tricloroetileno, 
percloroetileno 
Veneno para as células, 
particularmente as nervosas: 
tetr. e tri. são cancerígenos e 
afetam o fígado 
Sabão, produtos de 
fermentação láctea 
Limpadores de 
cristais 
Isopropanol (10%), 
tensoativos (0,1%) Alergias, eczemas 
Álcool diluído, água com 
vinagre 
Limpadores 
Vários solventes (toluol, 
xilol, triclorotileno, 
gasolina), ceras sintéticas, 
amolecedores de água, 
tensoativos (30%) 
Diversas moléstias 
Sabão verde, sabão em 
flocos, preparados de 
cera apícola, lixívia de 
de cinza de lenha. 
Impregnadores de 
tecidos 
Ceras sintéticas, parafina, 
silicone, resinas sintéticas 
com sulfanamidas, 
formaideído, solventes 
(tricloroetileno ou 
percloroetileno) 
Enjôos, vômitos, erupções, 
alergias Amido 
Aerossóis para 
couro, limpadores 
Ceras sintéticas, essência de 
terebentina, gasolina, 
diluentes para laca, gás 
propulsor com propano ou 
CFC 
Tosse, inflamação dos 
olhos, conjuntivite Preparados de cera apícola 
Ambientadores Paradiclorobenzeno Contaminação aquática Airar, limpar, colocar flores 
Limpadores de 
sanitários 
Ácido fosfórico, amoníaco, 
hipoclorito sódico, 
tensoativos fermentação 
láctea 
Irritações cutâneas, alergias 
perigo infantil 
Sabão com um pouco de 
areia, produtos de 
Produtos para 
esfregar 
Areia de quartzo e 
tensoativis, aromas, 
desinfetantes 
Alergias e outras moléstias Cinzas de lenha, vinagre 
Lava-louças 
Tensoativos, fosfatos, 
branqueadores ópticos, 
enzimas, aromas 
Envenenamento de animais 
aquáticos, radioatividade, 
permeabilidade das mucosas 
a bactérias e produtos 
químicos 
Soro de leite (ácido láctico), 
vinagre, tensoativos de 
óleos vegetais 
Detergentes 
Fosfatos, tensoativos, 
branqueadores e 
branqueadores ópticos, 
enzimas e outros 
Eczemas, conjuntivite, 
alergias 
Sabão neutro, carbonato 
sódico, produtos de 
fermentação láctea, lixívia 
de cinzas de lenha (para 
roupa escura), fosfato se 
passar de 60°C 
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PLANTAS QUE PURIFICAM O AR 
 
Contaminante Fontes Riscos para a saúde Soluções 
Formaldeído Isolantes 
Compensado 
Roupa 
Carpetes 
Móveis 
Artigos de papel 
Limpadores 
domésticos 
Dores de cabeça Irritação 
dos olhos e/ou das vias 
respiratórias Asma 
(exposição prolongada) 
Câncer de garganta (raro) 
Filodendro 
Planta do milho 
Crisântemo 
Benzeno Fumaça de cigarro 
Gasolina Fibras 
sintéticas Plásticos 
Tintas 
Óleos 
Detergentes 
Borracha 
Irritação da pele e olhos 
Dor de cabeça 
Perda de apetite 
Sonolência 
Leucemia e enfermidades 
do sangue 
Hera inglesa 
Crisântemo 
Gerbera Lírio 
Tricloroetileno Tinta 
Vernizes 
Lacas 
Adesivos 
Câncer de fígado Gerbera 
Crisântemo 
Lírio 
A tabela acima mostra as plantas que podem contribuir para a 
limpeza do ar das residências. 
A radiestesia, como instrumento eficaz de avaliação, é utilizada na 
classificação dos tipos de plantas em relação às anomalias atmosféricas 
nocivas. Utiliza-se o gráfico prático de Jacques La Maya, o indicador de 
nocividade aérea e de subsolo. Realizar um controle do ar antes e depois 
de se colocar as plantas. Verificar por meio do biômetro de Bovis em que 
nível a planta conserva-se, com saúde com cerca de 7.000 Å ou mais, ou 
doente com 4.850 Å ou abaixo de 6.500 Å de unidades Bovis. Se a planta 
estiver com saúde, pode significar que ela conseguiu transmutar os 
elementos químicos nocivos no ar atmosférico e transformá-los em 
alimento metabolizado pela raiz. Desse modo, podemos comprovar a 
veracidade das pesquisas realizadas pela NASA e avançar em novas 
pesquisas com variedades de plantas. 
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Poluentes dos solos e das águas 
O estudo dos poluentes, denominados de resíduos sólidos, é motivo 
recente da sociedade moderna. Em todas as partes do mundo, é alarmante o 
caráter avançado da contaminação dos solos e dos aqüíferos terrestres. No 
Brasil, recentemente, foi realizado um encontro preliminar sobre os resíduos 
sólidos (Resid'99) e dentre os debatedores destacamos a pesquisadora 
Wanda Maria Risso Günther, com o artigo "Saúde ambiental comprometida 
pelos resíduos sólidos", que citamos a seguir. 
O ser humano gera resíduos diariamente em todas as suas atividades: 
domiciliares, industriais, comerciais e de serviços, agrícolas, de esporte e 
lazer, limpeza urbana e outras. O descarte não controlado de resíduos pode 
acarretar sérios problemas ambientais, sanitários, sociais e econômicos, 
pondo em risco a qualidade de vida da população e a própria sobrevivência 
do planeta Terra e da raça humana. Os chamados resíduos da modernidade 
tecnológica, como as carcaças de microcomputadores, aparelhos 
eletrodomésticos de vida útil reduzida, plásticos de todos os tipos, pilhas e 
baterias para equipamentos elétrico-eletrônicos, incluindo as baterias de 
telefones celulares e de veículos em geral, resultam dos novos hábitos 
vigentes nas chamadas sociedades modernas, caracterizando um estilo de 
vida que dificilmente poderá ser mantido sem inviabilizar, a médio prazo, a 
existência da vida humana no planeta. 
Ambientalmente, a disposição inadequada do lixo pode agravar a 
poluição do ar, das águas (superficiais e subterrâneas) e do solo. Os resíduos 
orgânicos depositados a céu aberto sofrem decomposição anaeróbica, que se 
inicia quando há falta de oxigênio na massa de lixo. Essa decomposição 
origina dois subprodutos: os gases e o chorume. Os gases gerados (gás 
sulfídrico, metano, mercaptanas) possuem odor desagradável característico. 
O gás metano, por sua vez, é inflamável, apresentando o risco de incêndio e, 
mesmo quando queimado, é um dos gases que contribuem para o efeito 
estufa. O chorume, líquido de cor negra, é altamente poluente, pode escoar 
superficialmente e chegar até os rios ou lagos, poluindo-os, ou pode infiltrar 
no solo e atingir os aqüíferos freáticos, poluindo e contaminando as águas 
subterrâneas. As águas de chuva que atingem os lixões a céu aberto podem 
arrastar os poluentes e contribuir para o aumento do volume de líquidos 
percolados que atingem os mananciais de águas superficiais ou subterrâneos. 
O grande problema da contaminação desses reservatórios de água é que, uma 
vez 
 
 
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contaminados, eles tornam-se impróprios para o abastecimento público. Quando 
a contaminação atinge os mananciais de águas superficiais ou aqüíferos 
subterrâneos, por meio do carreamento e da percolação de compostos tóxicos, 
pode acarretar o abandono dos mananciais de água potável subterrâneos, 
principalmente devido à migração de compostos do solo contaminado, como 
exemplo: contaminação por agrotóxicos, para os aqüíferos confinantes. Outro 
caso é a