INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS - Instalações Prediais de Água fria
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INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS - Instalações Prediais de Água fria


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provável, usa-se a fig 
1.5 b. Não será utilizado nesse curso. 
15 20 32 25 40 50 60 
75 100 
Exercício 01: Dimensionar um ramal para atender as seguintes 
peças de uso simultâneo em uma residência: 
Sub-ramal 1: pia de cozinha 
Sub-ramal 2: vaso sanitário com válvula de descarga 
Sub-ramal 3: Lavatório 
Sub-ramal 4: Tanque de lavar 
 
 P VS LV T 
Resp.: 
Dimensionamento dos sub-ramais, ver tab. 1.8 
Pia de cozinha: DN- 15 (1/2\u201d) 
Vaso Sanitário: DN-32 (11/4\u201d) 
Lavatório: DN- 15 (1/2\u201d) 
Tanque: DN-20 (3/4\u201d) 
 
 
 
Seção equivalente: 1+ 10,9 + 1 + 2,9 = 15,8 (Tab 1.9) 
 
P VS LV T 
Com o total de 15.8, pela tabela 1.9 (seção equiv.) constata-se 
que um ramal de 1 ½\u201d satisfaz. 
 
Exercício 02: Dimensionar um ramal, alimentando 
simultaneamente 3 ch e 3 LV de um colégio. 
 
 
 
 
Seção Eq:1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 = 6 (Tab 1.9\u2026\u2026..diâmetro 
do ramal = 1\u201d (DN-25)) 
 
CH 
CH 
CH LV LV LV 
1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 
P VS LV T 
1 ½\u201d(40) 
2.3 \u2013 DIÂMETRO DAS COLUNAS DE DISTRIBUIÇÃO 
\u2022 Método de Hunter 
É bom lembrar que deve-se evitar ramais longos, é preferível 
criar novas colunas de distribuição. 
É conveniente projetar uma coluna só para os vasos sanitários e 
outra para atender as demais peças. 
 
2.3 \u2013 COLUNAS (MÉTODO DE HUNTER) 
COL TRE P.U P AC Q D VEL L REAL L EQ Lt P DISP J Hf P JUS OBS 
l/s mm m/s m m m mca m/m m mca 
(a) (b) © (d) (e) (f) (g) (h) (i) (j) (l) (m) (n) (o) 
Engº Simon Bolivar M. Mendes 
DESCRIÇÃO DA PLANILHA 
a) Numerar a coluna; 
b) Marcar com letras os trechos em que haverá; derivações 
para os ramais; 
c) Somar os pesos de todas as peças de utilização (tab. 1.3); 
d) Juntar os pesos acumulados no trecho; 
e) Determinar a vazão, em l/s, usando a fig. 1.5 a; 
f) Arbitrar um diâmetro D em polegada ou mm 
 
Engº Simon Bolivar M. Mendes 
g) Obter V em m/s e J em m/m (fig. 1.8; 1.9 ou 1.11. 
 OBS.: Se V>3,0 m/s, escolher um D maior; 
Obs. Não considerar a tab. 1.7 de vel. máx do livro do Hélio 
Creder 
h) Comprimento real ( medido em planta) 
i) Comprimento equivalente (Leq) \u2013 devido a perdas 
localizadas; 
j) Comprimento total- Lt = L+Leq; 
l) Pressão disponível no ponto considerado: diferença de nível 
entre NA do res e este ponto; 
m) Perda de carga unitária (ver item g); 
n) Perda de carga total \u2013 h = Lt x J; 
 
Engº Simon Bolivar M. Mendes 
FIG 1.8 - TUBO AÇO GALV. E FeFo 
FIG 1.9 -TUBOS COBRE E PVC 
Exercício 01: Dimensionar as colunas 1,2 e 3 de um edifício 
residencial de quatro pavimentos, que atendam as seguintes 
peças por pavimento: 
\u2022 Coluna 1: aquecedor, banheira, chuveiro, lavatório e bidê nos 
2o, 3o e 4o pav. e vaso sanitário com caixa de descarga, 
banheira, chuveiro, lavatório e bidê no 1o pavimento. 
Obs.: o aquecedor irá atender, B+CH+L+BD 
\u2022 Coluna 02: Vaso sanitário com válvula de descarga 
\u2022 Coluna 03: Vaso sanitário com válvula de descarga, pia, filtro, 
tanque e chuveiro 
AULA 04 
\u2022 Pé direito: 3,0 m 
\u2022 Tubulação em ferro galvanizado 
\u2022 Pressão disponível na derivação do 4o pav = 5,5 m 
\u2022 Comprimento real da tubulação até a derivação no 4o pav.: 
A-B = 10,5 m 
A-F =7,5 m 
A-J = 8,5 m 
Diâmetro do barrilete = 2 ½\u201d(63 mm) 
AQ = aquecedor; VS = vaso sanitario; BD = bidê; CH = chuveiro; B 
= banheira; L = lavatório; P = pia; F = filtro; T = tanque 
DIMENSIONAMENTO DAS COLUNAS (MÉTODO DE HUNTER) 
COL TRE PESO 
UNIT 
PESO 
AC. 
Q D VEL L REAL L EQ Lt P DISP J Hf P JUS OBS 
l/s mm m/s m m m mca m/m m mca 
(a) (b) © (d) (e) (f) (g) (h) (i) (j) (l) (m) (n) (o) 
Engº Simon Bolivar M. Mendes 
TAB 1.3 FIG 1.5 a FIG 1.5 a FIG 1.8 FIG 1.13 a FIG 1.8 
COLUNA 
(a) 
TRECHO 
(b) 
PESO 
UNIT 
© 
TAB 1.3 
PESO 
ACUMUL
ADO 
(d) 
 
Q(L/S) 
FIG 1.5a 
(e) 
D(mm) 
FIG 1.5a 
(f) 
V(m/s) 
FIG 1.8 
(g) 
L REAL 
(m) 
 
(h) 
Leq (m) 
FIG 1.13 
(i) 
L TOTAL 
(m) 
(j) 
P 
DISP(m) 
(l) 
PERDA 
CARGA 
UNIT 
FIG 1.8 
(m) 
PERDA 
CARGA 
TOTAL 
(n) 
PRESSÃO 
A JUS 
 
(o) 
1 A-B 
B-C 
C-D 
D-E 
4,2 
4,2 
4,2 
2,4 
15 
10,8 
6,6 
2,4 
1,17 
0,98 
0,78 
0,47 
32 
25 
25 
20 
1,5 
1,8 
1,5 
1,6 
10,5 
3,0 
3,0 
3,0 
 
7,43 
1,66 
1,66 
1,25 
17,93 
4,66 
4,26 
4,25 
5,50 
6,17 
7,91 
10,07 
0,13 
0,27 
0,18 
0,24 
2,33 
1,26 
0,84 
1,02 
3,17 
4,91 
7,07 
8,82 
2 A-F 
F-G 
G-H 
H-I 
40 
40 
40 
40 
160 
120 
80 
40 
3,8 
3,3 
2,7 
1,9 
50 
40 
40 
40 
1,9 
2,4 
2,0 
1,5 
7,5 
3,0 
3,0 
3,0 
12,05 
2,5 
2,5 
0,95 
19,55 
5,5 
5,5 
3,95 
5,5 
6,15 
7,77 
9,83 
0,12 
0,25 
0,17 
0,1 
 
2,35 
1,38 
0,94 
0,40 
 
3,15 
4,77 
6,83 
9,43 
3 A-J 
J-L 
L-M 
M-N 
42,3 
42,3 
42,3 
42,3 
169,2 
126,9 
84,6 
42,3 
3,9 
3,4 
2,8 
1,95 
50 
50 
40 
40 
1,8 
1,6 
2,0 
1,6 
8,5 
3,0 
3,0 
3,0 
17,48 
3,30 
2,50 
0,95 
25,98 
6,30 
5,50 
3,95 
5,50 
5,38 
7,81 
9,82 
0,12 
0,09 
0,18 
0,11 
3,12 
0,57 
0,99 
0,43 
2,32 
4,81 
6,82 
9,39 
OBS.01: CONFERIR A PRESSÃO A JUS COM A PRESSÃO DE SERVIÇO \u2013 TAB 1.6 
OBS.02: Por construção: A-B = 10,5 m; A-J = 8,5 m; A-F = 7,5 m 
RESP.: 
I - COLUNA 1 
Pesos unitários no 2o, 3o e 4o pav.(tab 1.3) 
 B CH L BD 
 
AQ = 1 + 0.5 + 0.5 + 0.1 = 2,1 
AQ = 2.1 
B = 1.0 
CH = 0.5 
L = 0.5 
BD = 0.1 
TOTAL = 4,2 
 
 
Pesos unitários no 1o pav. 
VS c/ cx. descarga = 0.3 
 B = 1.0 
 L = 0.5 
 CH = 0.5 
 BD = 0.1 
 TOTAL = 2.4 
Total da coluna 01= (pav. 2,3 e 4) + pav. 1 = 3 x 4.2 + 2.4 = 15.0 
Na fig. 1.5a: com o peso acumulado de 15.0 encontra-se: 
Q = 1,17 l/s e D = 1 ¼\u201d (32 mm) 
Velocidade (fig 1.8) \u2026 V = 1,5 m/s 
Obs 01. Pode-se usar a eq da continuidade 
Obs. 02: Se a velocidade for maior que 3,0 m/s escolher um 
Diâmetro maior 
 
 
 
 
Engº Simon Bolivar M. Mendes 
FIG 1.8 - TUBO AÇO GALV. E FeFo 
Perdas de carga localizadas transformadas em comprimento eq. 
Fig. 1.13a e Fig. 1.13b 
 
Trecho A-B: 
Reg. gaveta 2 ½\u201d (63 mm) 0.4 m 
Tê de 2 ½\u201d 4.16 m 
Curva de raio longo de 1 ¼\u201d(32mm) 0,79 m (macho e femea) 
T de 1 ¼\u201d 2,08 m 
TOTAL 7,43 m 
Obs: A redução é desprezível a perda de carga 
 
\u2022 TRECHO B-C 
Tê de 1\u201d (25mm) 1,66 m 
\u2022 TRECHO C-D 
Tê de 1\u201d 1,66 m 
\u2022 TRECHO D-E 
Curva de ¾\u201d(20mm) 0,48 m 
 
PERDA DE CARGA UNITÁRIA (J) \u2013 [m/m] 
Fig 1.8 
Trecho A-B 
Com Q = 1,17 l/s e D = 32 mm (1 ¼\u201d), tem-se V=1,5 m/s e J=0.13m/m 
 hf = 0,13 x 17,93 = 2,33 m 
Trecho B-C 
Com Q = 0,98 l/s e D = 25 mm, tem-se V=1,8 m/s e J=0.27 m/m 
 hf = 0,27 x 4,66 = 1,26 m 
 
Trecho C-D 
Com Q=0,78 l/s e D=25mm, tem-se V=1,5 m/s e J=0,18 m/m 
 hf = 0,18 x 4,66 = 0,84 m 
Trecho D-E 
Com Q=0,47 l/s e D= 20 mm, tem-se V=1,6 m/s e J=0,24 m/m 
 hf = 0,24 x 4,23 = 1,02 m 
PRESSÃO DISPONIVEL 
Trecho A-B = 5,5 m (dado) 
Pressão a jusante do trecho A-B = 5,5 \u2013 2,33 = 3,17 m 
Pressão disponível do trecho B-C = (5,5 + 3.0) \u2013 perda de carga 
em A-B = 8,5 \u2013 2,33 = 6,17 m 
Pressão a jus. de B-C: 6,17 \u2013 1,26 = 4,91 m 
Pressão disp. de C-D = (5,5+3+3) \u2013 perda de carga em A-B - perda 
de carga em B-C = 11,5 \u2013 2,33 \u2013 1,26 = 7,91 m 
Pressão a jus. de C-D = 7,91-0,84 = 7,07 m 
Pressão disp. de D-E = (5,5+3+3+3) \u2013 2,33 \u2013 1,26 \u2013 0,84 = 10,07 m 
Pressão a jus. de D-E = 10,07 \u2013 1,02 = 8,82 m 
 
 
II \u2013 COLUNA 2 
Trecho A-F 
Peso unitário = 40