Zecharia Sitchin   O Codigo Cosmico
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Zecharia Sitchin O Codigo Cosmico


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levava 
à razão de 3.600:2.160, ou 10:6 (a proporção áurea dos gregos) e o sistema sexagesimal que progride 
segundo 6 x 10 x 6 x 10, e assim por diante (resultando em 60, 360, 3.600, e assim por diante até o 
imenso número de 12.960.000). 
Nesse sistema, vários números de importância celeste ou sagrada parecem deslocados. Um é o número 
sete, cujo significado na história da criação é tão facilmente reconhecido, como o sétimo dia da Criação 
ou o nome da casa de Abraão Beer-Sheba ("O Poço dos Sete"). Na Mesopotâmia era aplicado aos Sete 
Que Julgam, Os Sete Sábios, os sete portões do Mundo Inferior, os sete tabletes do Enuma elish. Era um 
epíteto de Enlil (Enlil é sete, afirmavam os sumérios); e, sem dúvida, o que deu origem ao significado: 
era o número planetário da Terra. "A Terra (KI) é o sétimo" [planeta] afirmam todos os textos sumérios. 
Isso, como já explicamos, faz sentido apenas para alguém vindo do espaço exterior em direção ao centro 
do Sistema Solar. Para quem vem, por exemplo, do distante Nibiru, Plutão seria o primeiro planeta; 
Netuno e Urano, o segundo e terceiro; Saturno e Júpiter, o quarto e quinto; Marte seria o sexto, a Terra 
seria o sétimo; Vênus o oitavo - como, de fato, esses planetas foram representados nos monumentos e 
nos cilindros e tabletes. 
 
 (Em hinos sumérios para Enlil "o Todo-Benemérito", ele era invocado para prover comida e bem-estar 
à terra, e também para garantir tratados e acordos. Não é de espantar, então, que, em hebraico, a raiz de 
onde deriva o numeral sete - Sh-V-A - seja a mesma de onde derivam as palavras para "estar saciado" e 
para "jurar, fazer uma promessa".) 
O número 7 é um número-chave em Apocalipse (7 anjos, 7 selos, e assim por diante). Da mesma forma, 
outro número extraordinário: o 12 e seus múltiplos, como 144.000 em Apocalipse 7:3-5, 14:1 etc.). Já 
mencionamos suas aplicações e seu significado como número de membros de nosso Sistema Solar (o 
Sol, a Lua e 10 planetas - os 9 que conhecemos mais Nibiru). 
Então vem o número peculiar 72. Dizer, como já foi feito, que ele é simplesmente o resultado da 
multiplicação de 12 por 6, ou que, quando multiplicado por 5 resulta em 360 (como o número de graus 
num círculo), é afirmar o óbvio. Mas por que 72? 
Já observamos que a Cabala chegou, por meio da gematria, ao número 72 como o número secreto de 
Javé. Embora obscurecido pela passagem do tempo, quando Deus instruiu Moisés e Aarão a se 
aproximarem do Monte Sagrado levando 70 dos anciãos de Israel, o fato é que Moisés e Aarão possuíam 
72 companheiros: além dos 70 anciãos, Deus disse que convidassem dois dos filhos de Aarão (embora 
Aarão tivesse quatro), perfazendo um total de 72. 
Entre outros lugares, encontramos esse número na história egípcia que narra a contenda entre Hórus e 
Seth. Ao relatar a história a partir de textos em hieróglifos, Plutarco (em De Iside et Osiride, em que 
compara Seth com Tifão dos mitos gregos) afirma que Seth enganou Osíris para entrar no baú na 
presença de 72 "camaradas divinos". 
 
Por que então 72 nessas várias situações? A única resposta plausível, acreditamos, pode ser 
encontrada no fenômeno da precessão, pois o número 72 representa a quantidade de anos 
necessária para retardar a Terra em um grau. 
 
Até hoje não é certo como surgiu o conceito de Jubileu, o período de 50 anos decretado na Bíblia e 
usado como unidade de tempo no Livro dos Jubileus. Aqui está a resposta: para os anunnaki, cuja órbita 
ao redor do Sol durava 3.600 anos terrestres, a órbita passava por 50 graus precessionais (50 x 72 = 
3.600)! 
Talvez fosse mais do que uma coincidência que o número secreto de Enlil - e o número buscado por 
Marduk - também era 50, já que era um dos números que expressavam o relacionamento entre o Tempo 
Divino (derivado dos movimentos de Nibiru), Tempo Terrestre (relativo aos movimentos da Terra e sua 
Lua), e o Tempo Celestial (ou zodiacal, resultado da precessão). Os números 3.600, 2.160, 72 e 50 eram 
números que pertenciam às Tabelas dos Destinos no coração de DUR.AN.KI, em Nippur. Eram 
números que expressavam a verdadeira "Ligação Céu-Terra". 
A Lista de Reis Sumérios afirma que 432.000 anos (120 órbitas de Nibiru) se passaram desde a chegada 
dos anunnaki à Terra até o Dilúvio. O número 432.000 também é mencionado no conceito hindu de 
passagem das Eras e catástrofes periódicas que se abateram sobre a Terra. 
O número 432.000 também representa 72 x 6000. E talvez seja interessante lembrar que, de 
acordo com os sábios judeus, a contagem de anos no calendário hebreu - 5763 em 2003 chegará a 
um término quando alcançar 6.000; completará então seu ciclo. 
 
Parece evidente, dos antigos registros relacionados aos iniciados - Adapa, Enmeduranna, Enoch -, que o 
cerne da sabedoria e da compreensão revelado a eles, não importando o resto, era astronomia, calendário 
e matemática (o "segredo dos números"). De fato, como ficou demonstrado pelas práticas de codificação 
na Antiguidade, o elo comum entre eles, não importa qual a linguagem usada, eram os números. Se 
houve algum dia uma linguagem universal na Terra (como afirmam os textos sumérios e a Bíblia), teria 
de possuir uma base matemática; e se - ou melhor, quando - nos comunicamos com extraterrestres, 
como já foi feito com os anunnaki em suas visitas, e como faremos quando nos lançarmos ao espaço 
exterior, a linguagem cósmica será de números. 
 
Na verdade, os sistemas atuais de computação já adotaram uma linguagem de números universal. 
Quando, numa máquina de escrever, a tecla para a letra "A" é pressionada, uma alavanca se move e 
atinge o papel com o tipo "A". Nos computadores, quando a tecla "A" é pressionada, um sinal eletrônico 
é ativado, usando "0s" e "ls" para expressar o "A": a letra foi digitalizada. Os computadores modernos 
possuem, em outras palavras, letras convertidas em números; pode-se afirmar que eles apresentam uma 
escrita "gematriada". 
E, se levarmos a sério as afirmações bíblicas e sumérias sobre a inclusão de conhecimento médico na 
Sabedoria e no Entendimento passado a nós - em algum lugar dos textos meticulosamente copiados ou 
"canonizados", estará ali a chave para lidar com toda a sabedoria genética embutida em nossa criação, 
que ainda nos acompanha na saúde, na doença e na morte? 
Atingimos o ponto em que nossos cientistas identificaram um gene específico - chamando-o, vamos 
dizer, P51 - num local específico no cromossomo 1 ou 13 ou 22, relacionando-o com uma doença 
específica. Esse gene e essa localização podem ser expressos em computadores - agora em números, ou 
em letras, ou em combinações entre ambos. 
Já existe, naqueles textos antigos, especialmente na Bíblia Hebraica, essa informação genética 
codificada? Se apenas pudéssemos decifrar tal código, nos tornaríamos seres como o "Modelo Perfeito" 
que Enki e Ninharsag pretenderam criar. 
 
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PROFECIA: ESCRITOS DO PASSADO 
 
A crença da humanidade de que alguém no passado poderia prever o futuro - o que, na linguagem 
suméria, significava conhecer o Destino e determinar a Sorte - era fundada na palavra escrita. Revelada 
ou secreta, direta ou codificada, a informação tinha de ser gravada e escrita. Um pacto, um tratado, uma 
profecia - que valesse para aqueles ali presentes e também para aqueles que habitassem o futuro. 
Quando os arqueólogos escavam um local antigo, nada é mais excitante do que "alguma coisa" com 
sinais escritos - um objeto, um tijolo, uma superfície de pedra, cacos de argila e, desnecessário dizer, 
tabletes ou papiros com escrita cuneiforme ou hieroglífica. Qual era o lugar, qual o nome antigo, a que 
cultura pertencia, quem eram os governantes? Algumas cartas escritas e, claro, textos completos. 
Um dos mais antigos antiquários, se não arqueólogo, foi o rei assírio Assurbanipal. Acreditando que seu 
próprio destino e o da terra estavam determinados havia muito tempo, fez registros escritos desde os 
primeiros