PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS ESTRUTURANTES DA ADMINISTRAÇÃO
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PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS ESTRUTURANTES DA ADMINISTRAÇÃO


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dos Tribunais, out.-dez. 1969.
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2. BALEEIRO, Aliomar. Limitações constitucionais ao poder de tributar. 7. ed. Rio de Janeiro:
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3. CARRAZZA, Antônio Roque. Curso de direito constitucional tributário. 18. ed. São Paulo:
Malheiros, 2002, p. 29 .
4. KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. 6. ed. Trad. João Baptista Machado. São Paulo: Martins
Fontes, 1998.
5. Como anotado por Paulo Bonavides: "e sem ordem constitucional não há garantia para as
liberdades, cujo exercício somente se faz possível fora do reino do arbítrio e dos poderes absolutos".
BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional. 17. ed. São Paulo: Malheiros, 2005, p. 435.
6. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 808.
7. CARRAZZA, Antônio Roque. Curso de direito constitucional tributário, cit., p. 35.
8. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 1993, p. 90.
9. CARRAZZA, Antônio Roque. Curso de direito constitucional tributário, cit., p. 32.
10. BALEEIRO, Aliomar. Limitações constitucionais ao poder de tributar, cit., p. 15.
11. CARRAZA, Antônio Roque. Curso de direito constitucional tributário, cit., p. 34-35.
12. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 807-808.
13. BALEEIRO, Aliomar. Limitações constitucionais ao poder de tributar, cit., p. 21.
14. CARRAZZA, Antônio Roque. Curso de direito constitucional tributário, cit., p. 41.
15. Idem, ibidem, p. 32.
16. ROCHA, Carmen Lúcia Antunes. Princípios constitucionais da Administração Pública. Belo
Horizonte: Del Rey, 1994, p. 26.
17. CANOTILHO, J. J. Gomes. Direito constitucional. 6. ed. Coimbra: Almedina, 1991, p. 173.
18. Para Carmem Lúcia Antunes Rocha os princípios constitucionais têm substância política ativa,
que os torna passíveis de serem mutáveis para se adaptarem às novas contingências sociais
apresentadas e sedimentadas. A poliformia principiológica na Constituição é que possibilita a
multiplicidade de sentidos que se acrescentam e se sucedem, a fim de que o sistema tenha
permanência, presença e eficácia social e jurídica. Idem, ibidem, p. 39.
19. CANOTILHO, J. J. Gomes. Direito constitucional, cit., p. 174.
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Administração Pública
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20. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 83.
21. RIBAS, Lídia Maria Lopes Rodrigues. Processo administrativo tributário. São Paulo: Malheiros,
2000, p. 38.
22. BACELLAR FILHO, Romeu Felipe. Processo administrativo disciplinar. 2. ed. São Paulo: Max
Limonad, 2003, p. 163.
23. Idem, ibidem, p. 163-164.
24. SILVA, José Afonso da Silva. Curso de direito constitucional positivo. 13. ed. São Paulo:
Malheiros, 1997, p. 407-408.
25. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 88.
26. Idem, ibidem, p. 96
27. SILVA, José Afonso da Silva. Curso de direito constitucional positivo, cit., p. 615.
28. BACELLAR FILHO, Romeu Felipe. Processo administrativo disciplinar, cit., p. 189.
29. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2000, p. 79.
30. SILVA, José Afonso da Silva. Curso de direito constitucional positivo, cit., p. 616.
31. BACELLAR FILHO, Romeu Felipe. Processo administrativo disciplinar, cit., p. 192.
32. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 96.
33. MEIRELLES, Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 28. ed. São Paulo: Malheiros, 2003, p.
94.
34. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo, cit., p. 84.
35. MORAES, Alexandre. Direito constitucional. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2001, p. 313.
36. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 89.
37. HOFFMANN, Susy Gomes. Prova no direito tributário. Campinas: Copola, 1999.
38. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo, cit., p. 83.
39. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit, p. 95.
40. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit, p. 93.
41. Nesse sentido, é a orientação do STF, que editou as seguintes súmulas a respeito: Súmula 70:
"É inadmissível a interdição de estabelecimentos como meio coercitivo para cobrança de tributo."
Súmula 323: "É inadmissível a apreensão de mercadorias como meio coercitivo para pagamento de
tributos."
42. BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional, cit., p. 434.
43. BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional, cit., p. 398.
44. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 92.
45. Paulo Bonavides vai além de tais ensinamentos e ressalta que a noção do princípio da
proporcionalidade se avulta em primeiro lugar do princípio da igualdade, sobretudo em se atentando
para a passagem da igualdade - identidade à igualdade - proporcionalidade, tão característica da
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derradeira fase do Estado de direito. BONAVIDES, Paulo. Curso de direito constitucional, cit., p. 434.
46. Idem, ibidem, p. 436.
47. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 106.
48. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo, cit., p. 105.
49. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo, cit., p. 85.
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Administração Pública
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