Comunicação de dados
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Comunicação de dados


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mais curtas, entre placas de rede e 
tomadas de parede, ou entre concentradores e \u201cpatch panels\u201d, hubs e outros equipamentos 
 
 
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montados em rack. O cabo de fios retorcidos é muito mais flexível que o cabo de núcleo sólido. A 
atenuação é mais alta no cabo de fios retorcidos e, portanto, o comprimento total de cabo retorcido 
no seu sistema deve ser o mínimo possível para reduzir a degradação do sinal no seu sistema. O 
CABO SÓLIDO deve ser usado para instalações entre dois gabinetes de cabeamento, ou do 
gabinete de cabeamento para uma tomada de parede. Um cabo de condutor sólido não deve ser 
dobrado, curvado ou torcido repetidamente. Ele é projetado para instalações de cabos horizontais e 
de backbone. A atenuação é mais baixa que nos cabos de condutores retorcidos. 
 
CAPAS METÁLICAS 
 
X CAPAS PLÁSTICAS 
 
 
 As capas (que protegem os conectores e cobrem os pinos) podem ser metálicas ou 
plásticas. Capas de metal oferecem proteção contra insterferência eletromagnética (EMI) e 
interferência de radiofreqüência (RFI) na terminação do conector. Geralmente, deve-se escolher 
capas de metal quando se estiver usando cabo blindado e capas plásticas com cabo não 
blindado. 
 
CAPAS MOLDADAS 
 
X CAPAS REMOVÍVEIS 
 
 
Capas moldadas fornecem uma terminação lacrada e evitam quebras devidas à flexão do 
cabo. Cabos com proteções moldadas não podem ser passados por conduítes e outros locais 
estreitos. Capas removíveis (em que a parte de cima da capa pode ser removida) podem ter a a 
pinagem reconfigurada. Pode-se precisar reconfigurar a pinagem dos cabos por conduítes ou outros 
espaços estreitos por onde uma capa moldada não passaria. 
 
CCCAAA TTTEEEGGGOOORRRIIIAAA 333 
 
Este cabo cumpre as recomendações elétricas e de distância do EIA/TIA 568 e TSB36 
Comercial Building Wiring Standards para cabeamentos UTP. Deve ser usado em aplicações com 
taxas de transmissão menores ou iguais a 10Mbps. Entre as utilizações possíveis estão voz e dados 
em baixa taxa, sendo o alcance igual a 100m quando operando a 10Mbs. 
 
CCCAAA TTTEEEGGGOOORRRIIIAAA 555 
 
Atualmente o tipo de cabeamento UTP preferido é o CATEGORIA 5. Indicado para 
aplicações com taxas de transmissão até 100 Mbps. Este cabo é recomendado para redes a 
grandes distâncias e redes com altas taxas de transmissão. O alcance a 10Mbs é de 150m. 
 
O padrão Categoria 5 estabelece requisitos mínimos para cabos de comunicação dentro de 
um edifício comercial, inclusive até a tomada de comunicação entre edifícios de uma área. Ele 
suporta ambiente para múltiplos produtos e fornecedores. Categoria 5 (ou CAT5 como é muitas 
vezes conhecido) é o cabo mais usado atualmente para comunicação de dados dentro da categoria 
UTP. O CAT5 deve ser capaz de suportar voz e dados a 100 MHz em fios 22 ou 24 AWG. CAT 5 é 
tipicamente usado para redes de par trançado de alta velocidade tais como 100BaseTX, Fast 
Ethernet e ANSI X3T9.5 TP-PMD a 100 MHz (FDDI em UTP). 
 
 
 
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O mercado de telecomunicações está se estruturando para acomodar fabricantes de 
equipamentos e provedores de conteúdo que estão projetando novas aplicações e equipamentos 
que demandam aumentos de velocidade e níveis de ruído mais baixo no cabo. Atualmente, existem 
aperfeiçoamentos do padrão Categoria 5 sendo votados nos fóruns de padronização EIA/TIA. Os 
novos padrões de teste serão maiores que os para CAT5 e provavelmente serão chamados de 
CAT5E (CAT5 Enhanced). O CAT5E acrescenta testes de NEXT (Near End Cross Talk), FEXT 
(Far End Cross Talk) e Perda de Retorno. 
 
NNNOOOVVV OOOSSS PPPAAA DDDRRRÕÕÕEEESSS /// AAA LLLÉÉÉMMM DDDAAA CCCAAA TTTEEEGGGOOORRRIIIAAA 555 
 
Fundamental para interligação de equipamentos e redes, a tecnologia de cabeamento está, 
atualmente despertando a atenção de fabricantes e órgãos de normatização visando desenvolver 
novos padrões que possam atender à necessidade das corporações por maiores taxas de 
transmissão, tudo isso provocada pela popularização do Fast Ethernet, ATM e Gigabit Ethernet, a 
implantação de Internet/Intranet, o crescimento das LANs e acesso remoto, o avanço da tecnologia 
de compactação de dados em modems de alta velocidade e também com o PABX digital, além do 
crescimento de aplicações de videoconferência e multimídia, 
 
A experiência tem mostrado que 2% dos custos de investimento se referem aos cabos e 
conectores. Os 98% restantes se destinam aos servidores, estações, placas, hubs, switches, 
roteadores, centrais de PABX e softwares de rede e aplicativos. No que diz respeito a falhas nas 
redes, 50% dos problemas se relacionam a falhas de cabos e conectores (\u201cdowntime\u201d), 
normalmente conseqüência de má instalação, compra de produtos de qualidade inferior, 
precariedade ou manuseio incorreto por parte do usuário. O \u201cdowntime\u201d pode acarretar prejuízos 
elevados com o tempo inativo da rede. 
 
No Brasil, o processo de abertura do setor de telecomunicações aliado ao avanço das 
tecnologias e a preocupação com o cabeamento estruturado tem motivado o interesse de empresas 
estrangeiras em se instalarem no país. Empresas tradicionais tem enfrentado concorrência em sua 
área de atuação. Algumas tem produzido cabos de alumínio e cobre para energia e telefonia além 
dos cabos UTP categoria 5 para informática, que atendem ao método de teste e medição \u201cPOWER 
SUM\u201d - previsto na norma EIA/TIA 568-A. 
 
Categoria 6 Classe E : está atualmente em revisão pelo EIA/TIA. O Categoria 6 tem por 
objetivo dar larguras de banda duas vezes maiores que as do limite do CAT5. 
 
Categoria 7 Classe F é baseado em especificações européias e nas especificações 
Categoria 6, projetado para chegar a larguras de banda de 750 MHz. Muito pouco trabalho tem 
sido despendido nas especificações Categoria 7 no momento. Os níveis 6 e 7, que não devem ser 
confundidos com Categorias 6 e 7, foram criações proprietárias para definir desempenhos além das 
exigências do Categoria 5 existente. Através do largo uso e exposição, Nível 6 e Nível 7 têm se 
tornado termos comuns porém nenhuma entidade padronização (tais como EIA/TIA) criou ou aceitou 
nenhum padrão conhecido como 6 ou Nível 7. 
 
PPPOOORRR QQQUUUEEE UUUSSSAAA RRR \u201c\u201c\u201cUUUTTTPPP\u201d\u201d\u201d ??? 
 
 
 
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PAR TRANÇADO NÃO BLINDADO é o cabo mais comumente utilizado devido a seu baixo 
custo, instalação fácil, flexibilidade para mudanças e trocas e capacidade de suportar toda a largura 
de banda das LANs. Embora originariamente projetado para voz, o cabo par trançado passou por 
vários avanços que o tornaram adequado para telefones, \u201cworkstations\u201d, terminais e sistemas 
computacionais. De fato, a Categoria 5, o par trançado de grau mais alto, pode suportar dados a até 
100 Mbps. Uma vantagem importante do cabo de par trançado sobre o cabo de par não trançado O 
a resistência ao \u201ccrosstalk\u201d. Os trançamentos evitam a interferência dos outros pares no cabo. Por 
isso, o UTP O recomendado ao invés do cabo não trançado de quatro fios em instalações com 
muitas linhas. 
 
EEESSSQQQUUUEEEMMMAAA DDDEEE LLLIIIGGGAAA ÇÇÇÃÃÃ OOO PPPAAA RRRAAA FFFAAA CCCIIILLLIIITTTAAA RRR AAA IIINNNSSSTTTAAA LLLAAA ÇÇÇÃÃÃ OOO 
 
Cuidados necessários que devem ser tomadas na conexão: 
 
· desencapar o cabo; 
· identificar e separar os pares conforme o quadro \u201cCódigo de Cores\u201d; 
· posicionar os pares identificados no conector RJ-45 seguindo a seqüência marcada 
no diagrama; 
· para obter uma boa conectividade, utilizar ferramentas adequadas, obtendo desta 
forma uma boa fixação do condutor com o conector. 
 
 
 
 
As principais vantagens são : 
· simplicidade, 
· baixo custo, 
· flexibilidade, 
· facilidade de conexão dos nós à rede e facilidade de gerenciamento da rede 
 
 
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· oferece