Administracao - Ambiente Organizacional
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Administracao - Ambiente Organizacional

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Administração: teoria e prática no contexto brasileiro — © 2008 Pearson Prentice Hall 1

Ambiente Organizacional

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Prof. Roberta Madureira

Administração: teoria e prática no contexto brasileiro — © 2008 Pearson Prentice Hall

Parâmetros da ação gerencial

 A visão onipotente da administração defende que os
administradores são diretamente responsáveis pelo

alcance dos resultados organizacionais;

 A visão simbólica da administração defende que o
papel do administrador é limitado por forças internas e

externas à organização, que escapam ao seu controle;

 Uma outra perspectiva defende a síntese dessas
posições. O papel do gestor seria equalizar, no sentido

de compensar, equilibrar e estabilizar as interações entre

os ambientes externo e interno da organização.

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Ação gerencial equalizadora

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Ambiente das organizações

 As organizações coabitam em um mesmo ambiente,
seja de forma cooperativa ou competitiva, com

outras organizações e empresas;

 Esse ambiente será ao mesmo tempo principal
fornecedor de insumos e recursos e receptor dos

seus produtos e serviços dessas organizações

formando sistemas;

 Com base na teoria de sistemas, considera-se as
organizações “sistemas abertos e orgânicos” que
necessitam tanto de “sistemas físicos”, quanto dos
“conceituais (CHIAVENATO, 1999);

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Ambiente das organizações

 O ambiente organizacional refere-se ao conjunto de

forças, tendências e instituições, tanto externas como

internas à organização, que têm potencial para influenciar o

desempenho organizacional.

 O ambiente externo é o contexto no qual as organizações

existem e operam, sendo constituído pelos elementos que

se encontram fora dos limites da organização.

 O ambiente interno é composto pelos elementos internos

da organização, como trabalhadores, administradores,

cultura organizacional, tecnologia, estrutura organizacional

e instalações físicas. 5

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Ambiente das organizações

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O Ambiente externo

 São todas as forças relevantes que se encontram
externamente em torno da organização;

 É de difícil dimensionamento e compreensão;

 Quanto mais vasto e complexo, maior sua influência nas
organizações e mais incontrolável;

 Essa complexidade pode ser dividida em:

 Ambiente geral (macroambiente) (CHIAVENATO, 1999;

BATEMAN; SNELL, 2009)

 Ambiente específico (microambiente) (CHIAVENATO,

1999) ou ambiente competitivo (BATEMAN; SNELL, 2009)

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O macroambiente

 É definido por elementos mais abrangentes que
tenham a potencialidade de influenciar as decisões

estratégicas das organizações:

 Leis e regulamentações

 Economia

 Tecnologia

 Demografia

 Questões sociais

 Ambiente natural

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Ambiente contextual

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O microambiente

 Consiste em elementos mais próximos e imediatos
com os quais as organizações interagem:

 Concorrentes (diretos e indiretos)

 Ameaças de novos entrantes

 Ameaça de substitutos

 Fornecedores (just in time)

 Consumidores (finais e intermediários)

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Ambiente operacional

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Ambiente interno e cultura organizacional

 Mesmo que os fatores do ambiente externo possam parecer

iguais para organizações que fazem parte de um mesmo

setor, a influência – potencial ou real – de cada um desses

fatores depende da singularidade da organização;

 É o ambiente interno que marca a singularidade

organizacional, uma vez que se refere às características

particulares de uma organização;

 Estrutura vertical:

 Envolve os níveis hierárquicos e suas diferentes

autoridades, delegação de poderes e responsabilidades;

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Ambiente interno e cultura organizacional

 Estrutura horizontal:

 Envolve os departamentos de linha, de apoio e
organização divisional.

 Organizações “verticalizadas” ou centralizadas X
“horizontalizadas” ou descentralizadas;

 A tendência é que as organizações sejam cada vez
mais flexíveis, priorizando o incremento da sua
capacidade de resposta ao ambiente externo em
detrimento do controle excessivo;

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Ambiente interno e cultura organizacional

 Quanto menor a empresa (ou sua unidade) maior sua
vantagem competitiva para se adaptar;

 Busca-se também uma “customização em massa”
como forma de ter uma produção enxuta e mais

compatível com a preferência do mercado;

 A cultura organizacional é definida como um
conjunto de significados compartilhados pelos

membros da organização, expressa e produzida por

meio de histórias, rituais, lendas, símbolos, linguagem

e cerimônias;

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Níveis da cultura organizacional

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Elementos da cultura Organizacional

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Obstáculos ao crescimento no Brasil

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Análise ambiental

 Importante para a redução da incerteza ambiental
originada pela complexidade e dinamismo do macro e
microambientes;

 Deve ser desenvolvido métodos e técnicas de coleta e
processamento rápido e eficaz de informações para
auxiliar na previsão de como as variáveis influenciarão
a organização (ex.: Benchmarking (comparação));

 Tem como objetivo desenvolver respostas ao ambiente
(adaptando-se, influenciando-o ou selecionando um
novo);

 Método amplamente utilizado: análise de SWAT
(Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças).

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Forças

 A força descreve quais as competências mais fortes

da sua empresa, aquelas que estão sobre sua
influência. Uma forma de encontrá-las é utilizando
as seguintes perguntas:

 O que você faz bem?

 O que sua empresa tem de melhor está sob seu
comando?

 Quais são os recursos que você tem?

 O que possui melhor que seus concorrentes?

 O que faz os clientes voltarem à sua empresa?

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Fraquezas

 As fraquezas são as competências que estão sobre

sua influência mas que, de alguma forma,
atrapalham e/ou não geram vantagem competitiva.
Você pode encontrá-las fazendo as seguintes
perguntas:

 Meus funcionários são capacitados para suas