Norma6118-2003
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ou de distribuição, todas as barras podem ser

9.5.2.2.1 Quando a distância livre entre barras emendadas estiver compreendida entre 0 e 4 φ , o
comprimento do trecho de traspasse para barras tracionadas deve ser:

é o maior valor entre 0,3 α , 15 φ e 200 mm;

ivre entre barras emendadas. A armadura transversal na

9.4 - Valores do coeficiente α0t

%

emendadas na mesma seção.

9.5.2.2 Comprimento de traspasse de barras tracionadas, isoladas

min,t0t0t0 lll ≥α= necb,

onde:

 blmin,t0l 0t

α0t é o coeficiente função da porcentagem de barras emendadas na mesma seção, conforme tabela 9.4.
9.5.2.2.2 Quando a distância livre entre barras emendadas for maior que 4 φ, ao comprimento calculado
em 9.5.2.2.1 deve ser acrescida a distância l
emenda deve ser justificada, considerando o comportamento conjunto concreto-aço, atendendo ao
estabelecido em 9.5.2.4.

Tabela

Barras emendadas na mesma seção ≤ 20 25 33 50 > 50

Valores de α0t 1,2 1,4 1,6 1,8 2,0
9.5.2.3 Comprimento por traspasse de barras comprimidas, isoladas

Quando as barras estiverem comprimidas, adota-se a seguinte expressão para cálculo do comprimento de
traspasse:

onde:

min,0,0 cnecbc lll ≥=

min é o maior valor entre 0,6 bl , 15 φ e 200 mm. ,c0l

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9.5.2.4

9.5.2.4. principal (ver figura 9.4)

Quando φ < 16 mm e a proporção de barras emendadas na mesma seção for menor que 25%, a armadura
transversal deve satisfazer 9.4.2.6.

Nos casos em que φ ≥ 16 mm ou quando a proporção de barras emendadas na mesma seção for maior ou
igual a 25%, a armadura transversal deve:

⎯ ser capaz de resistir a uma força igual à de uma barra emendada, considerando os ramos paralelos
ao plano da emenda;

⎯ ser constituída por barras fechadas se a distância entre as duas barras mais próximas de duas
emendas na mesma seção for < 10 φ (φ = diâmetro da barra emendada);

⎯ concentrar-se nos terços extremos da emenda.

9.5.2.4.2 Emendas de barras comprimidas (ver figura 9.4)

Devem ser mantidos os critérios estabelecidos para o caso anterior, com pelo menos uma barra de armadura
transversal posicionada 4 φ além das extremidades da emenda.

Armadura transversal nas emendas por traspasse, em barras isoladas

1 Emendas de barras tracionadas da armadura

Figura 9 endas

 transversal deve obedecer ao estabelecido em 9.4.2.6.

itado o estabelecido em 9.5.2, as
barras constituintes do feixe forem emendadas uma de cada vez, desde que em qualquer seção do feixe

As emendas das barras do feixe devem ser separadas entre si 1,3 vez o comprimento de emenda individual
de cada uma.

9.5.3 Emendas por luvas rosqueadas

Para esse tipo de emenda, as luvas rosqueadas devem ter resistência maior que as barras emendadas.

.4 - Armadura transversal nas em

9.5.2.4.3 Emendas de barras de armaduras secundárias

A armadura

9.5.2.5 Emendas por traspasse em feixes de barras

Podem ser feitas emendas por traspasse em feixes de barras quando, respe

emendado não resultem mais de quatro barras.

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 solda

 cuidados especiais quanto às operações de soldagem que devem atender a
if aquecimento e resfriamento da barra, conforme normas específicas.

ser:

or que 20 mm;

por traspasse com pelo menos dois cordões de solda longitudinais, cada um deles com comprimento
φ, afastados no mínimo 5 φ (ver figura 9.5);

⎯ com outras b da longitudinais, fazendo-se coincidir
o s barras emendadas, devendo cada cordão

9.5.4 Emendas por

As emendas por solda exigem
espec icações de controle do

As emendas por solda podem

⎯ de topo, por caldeamento, para bitola não menor que 10 mm;
⎯ de topo, com eletrodo, para bitola não men
⎯

não inferior a 5

arras justapostas (cobrejuntas), com cordões de sol
eixo baricêntrico do conjunto com o eixo longitudinal da

ter comprimento de pelo menos 5 φ (ver figura 9.5).

Figura 9.5 - Emendas por solda

As emendas por solda podem ser realizadas na totalidade das barras em uma seção transversal do elemento
estrutural.

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 de centro a centro estejam afastadas entre
si menos que 15 φ medidos na direção do eixo da barra.

rada sem redução.

9.6.

9.6.1.1 Generalidades

 e no tempo t é dada pela expressão:

ond

ra de protensão

nsão, a força de tração na armadura não deve superar os valores decorrentes
aço correspondentes a essa situação transitória, fornecidos em 9.6.1.2.1 a

 aços da classe de relaxação baixa;

⎯ por ocasião da aplicação da força Pi, a tensão σpi da armadura de protensão na saída do aparelho de
tração deve respeitar os limites 0,74 fptk e 0,87 fpyk para aços da classe de relaxação normal, e
0,74 fptk e 0,82 fpyk para aços da classe de relaxação baixa;

⎯ nos aços CP-85/105, fornecidos em barras, os limites passam a ser 0,72 fptk e 0,88 fpyk,
re

Ao término da operação de protensão, a tensão σp0(x) da armadura pré-tracionada ou pós-tracionada,
decorrente da força P0(x), não deve superar os limites estabelecidos em 9.6.1.2.1-b).

Devem ser consideradas como na mesma seção as emendas que

A resistência de cada barra emendada deve ser conside

Em caso de barra tracionada e havendo preponderância de carga acidental, a resistência deve ser reduzida
em 20%.

9.6 Protensão

1 Força de protensão

A força média na armadura de protensão na abscissa x

Pt (x) = P0 (x) – ∆Pt (x) = Pi – ∆P0 (x) – ∆Pt (x)
e:

P0(x) = Pi – ∆P0(x)

9.6.1.2 Valores limites da força na armadu

Durante as operações de prote
da limitação das tensões no
9.6.1.2.3.

Após o término das operações de protensão, as verificações de segurança devem ser feitas de acordo com
os estados limites conforme a seção 10.

9.6.1.2.1 Valores limites por ocasião da operação de protensão

Para efeito desta Norma deve ser considerado o seguinte:

a) armadura pré-tracionada:

⎯ por ocasião da aplicação da força Pi, a tensão σpi da armadura de protensão na saída do aparelho de
tração deve respeitar os limites 0,77 fptk e 0,90 fpyk para aços da classe de relaxação normal, e
0,77 fptk e 0,85 fpyk para

b) armadura pós-tracionada:

spectivamente.

9.6.1.2.2 Valores limites ao término da operação de protensão

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9.6.

entos estruturais com armadura pós-tracionada, a força de tração em qualquer cabo
pode ser elevada, limitando a tensão σpi aos valores estabelecidos em 9.6.1.2.1-b) majorados em até 10%,

 que seja garantida a segurança da estrutura, principalmente nas

os da força de protensão

 o característicos Pk,t(x) da força de protensão possam ser
uando a perda máxima [∆P0(x) + ∆Pt(x)]max for maior que

9.6.1.4 Valores de cálculo da força de protensão

sendo o valor de γ estabelecido na seção 11.

rças de protensão

s elas ancoragens de protensão somente podem ser consideradas
linearmente distribuídas na seção transversal do elemento estrutural a uma distância da extremidade dessas

r calculadas de acordo com as
disposições da seção 21.

9.6.2.2 Casos de pós-tração

tal
que tg β = 2/3 (ver figura 9.6).
Quando tal difusão, partindo da alma, atinge o plano médio da mesa, pode-se admitir que a difusão ao longo

1.2.3 Tolerância de execução

Por ocasião da aplicação da força Pi, se constatadas irregularidades na protensão, decorrentes de falhas
executivas nos elem

até o limite de 50% dos cabos, desde
regiões das ancoragens.

9.6.1.3 Valores representativ

Os valores médios, calculados de acordo com 9.6.1.1 podem ser empregados no cálculo dos valores
característicos dos efeitos hiperestáticos da protensão.

Para as bras em geral admite-se que os valores
considerados como iguais ao valor médio, exceto q
0,35 Pi. Neste caso e nas obras especiais que devem ser projetadas de acordo com normas específicas, que
considerem os valores característicos superior e inferior da força de protensão, devem ser adotados os
valores: