Norma6118-2003
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Norma6118-2003

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em 9.6.3.4.2, desde que satisfeitas as mesmas condições de
aplicação e que a retração não difira em mais de 25% do valor [– 8 x 10–5 ϕ(∞,t0)].
O valor absoluto da perda de tensão devida a fluência, retração e relaxação, com σc,p0g em megapascal e
considerado positivo se de compressão, é dado por:

a) para aços de relaxação normal (RN) (valor em porcentagem):

ϕ (t,t0) é o coeficiente de fluência do concreto no instante t para protensão e carga

)3()],([
47

1,18
),(

g0p,c
57,1

0
p

0p

0p σ+ϕα+=σ
σ∆

∞
∞ tt

tt

b) para aços de relaxação baixa (RB) (valor em porcentagem):

)3()],([
7,18

4,7
),(

g0p,c
07,1

0
p

0p

0p σ+ϕα+=σ
σ∆

∞
∞ tt

tt

onde:

σp0 é a tensão na armadura de protensão devida exclusivamente à força de protensão, no instante t0.

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9.6.3.4.4 Método geral de cálculo

rmanente ou protensão) são aplicadas parceladamente em idades
feitas as condições estabelecidas em 9.6.3.4.2), deve ser considerada a
s de concreto e a relaxação de cada cabo, separadamente.

a aplicação posterior de
outros esforços permanentes.

9.6.3.4.5 Relaxação do aço

ade da relaxação do aço deve ser determinada pelo coeficiente ψ(t,t0) calculado por:

Quando as ações permanentes (carga pe
diferentes (portanto não são satis
fluência de cada uma das camada

Pode ser considerada a relaxação isolada de cada cabo, independentemente d

A intensid

piσ
0pr ),(),(

σ∆=ψ tttt 0

onde:

∆σpr (t,t0) é a perda de tensão por relaxação pura desde o instante t0 do estiramento da armadura até o

Os v
tens
repr

part ser expresso em dias:

instante t considerado.

alores médios da relaxação, medidos após 1 000 h à temperatura constante de 20ºC, para as perdas de
ão referidas a valores básicos da tensão inicial de 50% a 80% da resistência característica fptk (ψ1000), são
oduzidos na tabela 8.3.

Os valores correspondentes a tempos diferentes de 1 000 h, sempre a 20ºC, podem ser determinados a
ir da seguinte expressão, onde o tempo deve

15,0
0 ⎞⎛ − tt

10000 67,41 ⎟⎠⎜⎝)( ⎟⎜ψ=ψ tt,

fixados na tabela 8.3, pode ser feita interpolação linear.

Para tensões inferiores a 0,5 fptk, admite-se que não haja perda de tensão por relaxação.

Para tensões intermediárias entre os valores

Pode-se considerar que para o tempo infinito o valor de ψ (t,t0) é dado por ψ (t∞, t0) ≅ 2,5 ψ1000.

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ça e estados limites

s limites últimos e os estados limites de

re ser verificada em relação aos seguintes estados limites

 na seção 14, e admitindo-se, em geral,
ciais; todavia, quando a interação entre elas

ma;

e da estrutura, no seu todo ou em parte,

d) estado limite último provocado por solicitações dinâmicas (ver seção 23);

e) estado limite último de colapso progressivo;

f) outros estados limites últimos que eventualmente possam ocorrer em casos especiais.

dos à durabilidade das estruturas, aparência, conforto do
os, seja em relação às máquinas

 alguns estados limites de serviço
conceituados na seção 3.

Em construções especiais pode ser necessário verificar a segurança em relação a outros estados limites de

10 Seguran

10.1 Critérios de segurança

Os critérios de segurança adotados nesta Norma baseiam-se na ABNT NBR 8681.

10.2 Estados limites

Para os efeitos desta Norma devem ser considerados os estado
serviço.

10.3 Estados limites últimos (ELU)

A segurança das estruturas de concreto deve semp
últimos:

a) estado limite último da perda do equilíbrio da estrutura, admitida como corpo rígido;

b) estado limite último de esgotamento da capacidade resistente da estrutura, no seu todo ou em parte,
devido às solicitações normais e tangenciais, admitindo-se a redistribuição de esforços internos, desde
que seja respeitada a capacidade de adaptação plástica definida
as verificações separadas das solicitações normais e tangen
for importante, ela estará explicitamente indicada nesta Nor

c) estado limite último de esgotamento da capacidade resistent
considerando os efeitos de segunda ordem;

10.4 Estados limites de serviço (ELS)

Estados limites de serviço são aqueles relaciona
usuário e à boa utilização funcional das mesmas, seja em relação aos usuári
e aos equipamentos utilizados.

A segurança das estruturas de concreto pode exigir a verificação de

serviço não definidos nesta Norma.

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11 Ações

poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir definidos.

 seção segue a mesma orientação estabelecida na seção 4. Dessa forma, os
símbolos subscritos têm o mesmo significado apresentado em 4.3.

F - Ações (ver tabelas 11.3 e 11.4)

11.1 Simbologia específica desta seção

De forma a simplificar a compreensão e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta seção, os
símbolos mais utilizados, ou que

A simbologia apresentada nesta

M1d,min - Momento total de 1a ordem de cálculo mínimo que possibilita o atendimento da verificação das
imperfeições localizadas de um lance de pilar

γ - Parte do coeficiente de ponderação das ações γf, que considera a simultaneidade de atuação das ações
γ - Parte do coeficiente de ponderação das ações γ , que considera os desvios gerados nas construções e

γq - Coeficiente de ponderação para as ações variáveis diretas
γqs - Coeficiente de ponderação para a ação variável estabilizante
γgn - Coeficiente de ponderação para as ações permanentes não estabilizantes

luência)

cado em paredes e pilares com dimensões abaixo de certos valores)

ψoj - Fator de redução de combinação para as ações variáveis diretas
ψoε - Fator de redução de combinação para as ações variáveis indiretas

mbinação para ELU

ψ2 - Fator de redução de combinação quase permanente para ELS

11.2 Ações a considerar

nsiderada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos
significativos para a segurança da estrutura em exame, levando-se em conta os possíveis estados limites

γf1 - Parte do coeficiente de ponderação das ações γf, que considera a variabilidade das ações

f2

f3 f
as aproximações feitas em projeto do ponto de vista das solicitações

γεg - Coeficiente de ponderação para as ações indiretas permanentes (retração ou f
γεq - Coeficiente de ponderação para as ações indiretas variáveis (temperatura)
γn - Coeficiente de ajuste de γf, que considera o aumento de probabilidade de ocorrência de desvios relativos
significativos na construção (apli

θ1 - Desaprumo de um elemento vertical contínuo

ψo - Fator de redução de co
ψ1 - Fator de redução de combinação freqüente para ELS

11.2.1 Generalidades

Na análise estrutural deve ser co

últimos e os de serviço.

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em permanentes, variáveis e
excepcionais.

11.3 Ações permanentes

manentes as ações que crescem no tempo, tendendo a um

As ações permanentes devem ser consideradas com seus valores representativos mais desfavoráveis para a

As ações permanentes diretas são constituídas pelo peso próprio da estrutura e pelos pesos dos elementos
construtivos fixos e das instalações permanentes.

11.3.2.1 Peso próprio

Nas construções correntes admite-se que o peso próprio da estrutura seja avaliado conforme 8.2.2.

Concretos especiais devem ter sua massa específica determinada experimentalmente em cada caso
part 8.2.2.

11.3

s com os valores nominais indicados pelos
respectivos fornecedores.

11.3.2.3 Empuxos permanentes

osos quando forem
admitidos não removíveis.

11.3.3 Ações permanentes indiretas

As ações permanentes indiretas são constituídas pelas deformações impostas por retração e fluência do

11.3.3.1 Retração do concreto

A deformação específica de retração do concreto pode ser calculada conforme indica o anexo A.

11.2.2 Classificação das ações

As ações a considerar classificam-se, de acordo com a ABNT NBR 8681,

Para cada tipo de construção, as ações a considerar devem respeitar