Norma6118-2003
225 pág.

Norma6118-2003

Disciplina:Materiais de Construção Civil II399 materiais7.607 seguidores
Pré-visualização50 páginas
das resistências γm, que considera a variabilidade da resistência dos
mat

rte do coeficiente de ponderação das resistências γm, que considera a diferença entre a resistência do
material no corpo-de-prova e na estrutura

γm3 - Parte do coeficiente de ponderação das resistências γm, que considera os desvios gerados na
con do ponto de vista das resistências

12.2

Os s são os que, num lote de material, têm uma determinada

ue a resistência média
lor é maior que fm.

 lote de material.

A resistência de cálculo fd é dada pela expressão:

12.1 Simbologia específica desta seção

símbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir def

eriais envolvidos

γm2 - Pa

strução e as aproximações feitas em projeto

 Valores característicos

valores característicos fk das resistência
probabilidade de serem ultrapassados, no sentido desfavorável para a segurança.

Usualmente é de interesse a resistência característica inferior fk,inf, cujo valor é menor q
fm, embora por vezes haja interesse na resistência característica superior fk,sup, cujo va

Para os efeitos desta Norma, a resistência característica inferior é admitida como sendo o valor que tem
apenas 5% de probabilidade de não ser atingido pelos elementos de um dado

12.3 Valores de cálculo

12.3.1 Resistência de cálculo

mγ
k= fdf

12.3.2 Tensões resistentes d

As tensões resistentes de cálculo σ Rd ou τ Rd são estabelecida determinação solicitações
resistentes de cálculo dam diretamente das resistên didas conven nte em
ensaios de corpos-de-prova padronizados dos materiais empregados. Os valores de d e τ Rd são
estabelecidos, em cada icular, a partir das teorias de tência dos elem estruturais
considerados.

12.3.3 Resistência de cálculo do concreto

aso específico da resistência de cálculo do concreto (fcd), alguns detalhes adicionais são necessários,
onforme a seguir descrito:

a) quando a verificação se faz em data j igual ou superior a 28 dias, adota-se a expressão:

e cálculo

s para a
cias me

das
cionalmeque não depen
σ R

caso part resis entos

No c
c

ABNT NBR 6118:2003

64 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados

c

ck
cd γ=

f
f

Nesse caso, o controle da resistência à compressão do concreto deve ser feito aos 28 dias, de
confirmar o valor de f adotado no projeto;

forma a
ck

b) quando a verificação se faz em data j inferior a 28 dias, adota-se a expressão:

c

ck

c

ckj
cd γβ≅γ=

ff
f 1

sendo β1 a relação fckj/fck dada por:

β1 = exp { s [ 1 – (28/t)1/2 ] }

onde:

s = 0,38 para concreto de cimento CPIII e IV;

to CPI e II;

Ess essa data.

Ain .

Nes s e
aos 28 dias, de forma a confirmar os valores de ckj ck

1 γm2 γm3
12.4 cientes de ponderação das resistências no estado limite último (ELU)

γc e γs
Concreto Aço

s = 0,25 para concreto de cimen

s = 0,20 para concreto de cimento CPV-ARI;

t é a idade efetiva do concreto, em dias.

a verificação deve ser feita aos t dias, para as cargas aplicadas até

da deve ser feita a verificação para a totalidade das cargas aplicadas aos 28 dias

se caso, o controle da resistência à compressão do concreto deve ser feito em duas datas: aos t dia
f e f adotados no projeto.

12.4 Coeficientes de ponderação das resistências

As resistências devem ser minoradas pelo coeficiente:

γm = γm
.1 Coefi

Os valores para verificação no estado limite último estão indicados na tabela 12.1.

Tabela 12.1 - Valores dos coeficientes

Combinações γc γs
Normais 1,4 1,15

Especiais ou de construção 1,2 1,15

Excepcionais 1,2 1,0

ABNT NBR 6118:2003

© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 65

oráveis (por exemplo,
r concentração de

 por 1,1.

c

iciente de ponderação para o aço seja

eração das resistências no estado limite de serviço (ELS)

idos para os estados limites de serviço (ver seções 17, 19 e 23) não necessitam de
 γm = 1,0.

o da segurança das estruturas de concreto devem ser atendidas as condições construtivas e as
nça.

⎯ nas normas de controle dos materiais, especialmente a ABNT NBR 12655;
⎯ no controle de execução da obra, conforme ABNT NBR 14931 e Normas Brasileiras específicas.

12.5.2 Condições analíticas de segurança

egurança estabelecem que as resistências não devem ser menores que as
solicitações e devem ser verificadas em relação a todos os estados limites e todos os carregamentos

Para a verificação do estado limite último de perda d Rd e Sd devem assumir os
valores de cálculo das ações

12.5.3 rços entes álculo

Os valo s de c dos os re tes s term a p os v de c das
res dos materiais adotados no projeto, ou das tensões resistentes de cálculo, como definido em
12.3.1.

Para aplicações específicas, ver seções 17, 19 e 23.

12.

As solicitações de cálculo são calculadas, para a combinação de ações considerada, de acordo com a
análise estrutural (ver seção 14).

Para a execução de elementos estruturais nos quais estejam previstas condições desfav
más condições de transporte, ou adensamento manual, ou concretagem deficiente po
armadura), o coeficiente γc deve ser multiplicado
Para elementos estruturais pré-moldados e pré-fabricados, deve ser consultada a ABNT NBR 9062.

Admite-se, no caso de testemunhos extraídos da estrutura, dividir o valor de γ por 1,1.
Admite-se, nas obras de pequena importância, o emprego de aço CA-25 sem a realização do controle de
qualidade estabelecido na ABNT NBR 7480, desde que o coef
multiplicado por 1,1.

12.4.2 Coeficientes de pond

Os limites estabelec
minoração, portanto,

12.5 Verificação da segurança

Na verificaçã
condições analíticas de segura

12.5.1 Condições construtivas de segurança

Devem ser atendidas as exigências estabelecidas:

⎯ nos critérios de detalhamento constantes das seções 18 e 20;

As condições analíticas de s

especificados para o tipo de construção considerado, ou seja, em qualquer caso deve ser respeitada a
condição:

Rd ≥ Sd
e equilíbrio como corpo rígido,

 estabilizantes e desestabilizantes respectivamente.

Esfo resist de c

re álculo esforç sisten ão de inados artir d alores álculo
istências

5.4 Esforços solicitantes de cálculo

ABNT NBR 6118:2003

66 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados

para dimensões, deslocamentos e aberturas de fissuras

ica desta seção

s nesta seção, os

A simbologia apresentada nesta seção segue a mesma orientação estabelecida na seção 4. Dessa forma, os
 em 4.3.

-

A prescri s limites mínimos para as dimensões de elementos estruturais de concreto tem como
entos estruturais e propiciar condições de execução

eitando-se um mínimo absoluto de 10 cm em casos

ento das armaduras e suas interferências com as armaduras de outros elementos estruturais,
cidos nesta Norma;

dime

Em casos especiais, permite-se a consideração de dimensões entre 19 cm e 12 cm, desde que se

com
de á

≥ 19 18 17 16 15 14 13 12

13 Limites

13.1 Simbologia específ

De forma a simplificar a compreensão e, portanto, a aplicação dos conceitos estabelecido
símbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir definidos.

símbolos subscritos têm o mesmo significado apresentado

wk Abertura característica de fissuras na superfície do concreto

13.2 Dimensões limites

13.2.1 Introdução

ção de valore
objetivo evitar um desempenho inaceitável para os elem
adequadas.

13.2.2 Vigas e vigas-parede

A seção transversal das vigas não deve apresentar largura menor que 12 cm e das vigas-parede, menor que
15 cm. Estes limites podem ser reduzidos, resp
excepcionais, sendo obrigatoriamente respeitadas as seguintes condições:

a) alojam
respeitando os espaçamentos e coberturas estabele

b) lançamento e vibração do concreto de acordo com a ABNT NBR 14931.

13.2.3 Pilares e pilares-parede

A seção transversal de pilares e pilares-parede maciços, qualquer que seja a sua forma, não deve apresentar
nsão menor que 19 cm.

multipliquem as ações a serem consideradas no dimensionamento por um coeficiente adicional γn, de acordo
 o indicado na tabela 13.1