Norma6118-2003
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e na seção 11. Em qualquer caso, não se permite pilar com seção transversal
rea inferior a 360 cm2.

Tabela 13.1 – Valores do coeficiente adicional γn
b

cm

γn 1,00 1,05 1,10 1,15 1,20 1,25 1,30 1,35
Onde:

ão da seção transversal do pilar.

γn = 1,95 – 0,05 b;
b é a menor dimens

NOTA O coeficiente γn deve majorar os esforços solicitantes finais de cálculo nos pilares, quando de seu
dimensionamento.

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13.2.4 Lajes

13.2.4.1 Lajes maciças

Nas lajes maciças devem ser respeitados os seguintes limites mínimos para a espessura:

a) 5 cm para lajes de cobertura não em balanço;

b) 7 cm para lajes de piso ou de cobertura em balanço;

c) 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30 kN;

d) 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30 kN;

e) 15 cm para lajes com protensão apoiadas em vigas,
42
l para lajes de piso b

50
liapoiadas e para lajes de

piso contínuas;

f) 16 cm para lajes lisas e 14 cm para lajes-cogumelo.

s nervuradas

mo

A espessura das nervuras não deve ser inferior a 5 cm.

Para o projeto das lajes nervuradas devem ser obedecidas as seguintes condições:

a) para sada a
verifica -se a

je;

r até 90 cm e a largura média das

13.2.5 Furos e aberturas

Qua seu efeito na resistência e na
deformação deve ser verificado e não devem ser ultrapassados os limites previstos nesta Norma, obedecido

13.2.4.2 Laje

A espessura da mesa, quando não houver tubulações horizontais embutidas, deve ser maior ou igual a 1/15
da distância entre nervuras e não menor que 3 cm.

O valor mínimo absoluto deve ser 4 cm, quando existirem tubulações embutidas de diâmetro máxi
12,5 mm.

Nervuras com espessura menor que 8 cm não devem conter armadura de compressão.

lajes com espaçamento entre eixos de nervuras menor ou igual a 65 cm, pode ser dispen
ção da flexão da mesa, e para a verificação do cisalhamento da região das nervuras, permite

consideração dos critérios de la

b) para lajes com espaçamento entre eixos de nervuras entre 65 cm e 110 cm, exige-se a verificação da
flexão da mesa e as nervuras devem ser verificadas ao cisalhamento como vigas; permite-se essa
verificação como lajes se o espaçamento entre eixos de nervuras fo
nervuras for maior que 12 cm;

c) para lajes nervuradas com espaçamento entre eixos de nervuras maior que 110 cm, a mesa deve ser
projetada como laje maciça, apoiada na grelha de vigas, respeitando-se os seus limites mínimos de
espessura.

ndo forem previstos furos e aberturas em elementos estruturais,

o disposto em 21.3.

De maneira geral os furos têm dimensões pequenas em relação ao elemento estrutural enquanto as
aberturas não. Um conjunto de furos muito próximos deve ser tratado como uma abertura.

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Em uro à face mais próxima da viga deve ser no mínimo igual a
5 cm e duas vezes o cobrimento previsto para essa face. A seção remanescente nessa região, tendo sido

ulo, além de
permitir uma boa concretagem.

Dev ondições:

b)

c) distância entre faces de furos, num mesmo tramo, de no mínimo 2 h;

d) cobrimentos suficientes e não seccionamento das armaduras (ver seção 7).

13.2.5.2 Aberturas que atravessam lajes na direção de sua espessura

Em lajes lisas ou lajes-cogumelo, a verificação de resistência e deformação previstas em 13.2.5 deve sempre
ser realizada.

Outros tipos de lajes podem ser dispensadas dessa verificação, devendo ser armadas em duas direções e
verificadas, simultaneamente, as seguintes condições:

a) as dimensões da abertura devem corresponder no máximo a 1/10 do vão menor (lx) (ver figura 13.1);

b) a distância entre a face de uma abertura e uma borda livre da laje deve ser igual ou maior que 1/4 do vão,
na direção considerada; e

c) a distância entre faces de aberturas adjacentes deve ser maior que a metade do menor vão.

13.2.5.1 Furos que atravessam vigas na direção de sua largura

qualquer caso, a distância mínima de um f

descontada a área ocupada pelo furo, deve ser capaz de resistir aos esforços previstos no cálc

em ser respeitadas, simultaneamente, para dispensa da verificação, as seguintes c

a) furos em zona de tração e a uma distância da face do apoio de no mínimo 2 h, onde h é a altura da viga;

dimensão do furo de no máximo 12 cm e h/3;

Figura 13.1 - Dimensões limites para aberturas de lajes com dispensa de verificação

13.2.6 Canalizações embutidas

Canalizações embutidas são aberturas segundo o eixo longitudinal de um elemento linear, contidas em um
elemento de superfície ou imersas no interior de um elemento de volume.

Os elementos estruturais não devem conter canalizações embutidas nos seguintes casos:

a) canalizações sem isolamento adequado ou verificação especial quando destinadas à passagem de
fluidos com temperatura que se afaste de mais de 15°C da temperatura ambiente;

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b) canalizações destinadas a s a;

es e em pilares to, quer im e os
nto e sem a existê berturas

amentos limites

Deslocamentos alo práticos utilizados para verificação em serviço do estado limite de
deformações e es os Norma são classificados nos o grupos
básicos a seguir relacionados e devem obedecer aos limites estabelecidos na tabela 13.2:

itabilida sorial: o lim por v es indesejáveis ou efeito v dável.
para prevenir essas vibraçõe

lizada c tabelecido na seção 23;

b) efeitos esp s deslo em impedir ns

c) efeitos em não estruturais: deslocamentos estruturais podem ocasionar o mento
de elementos que, apesar d da es ;

d) efeitos em elementos estruturais: os deslocamentos podem afetar o comporta mento
estrutural, provocando afas às hi . Se os entos
forem rele ra o ele eus bre as tensões ou sobre
estrutura devem ser conside -as a tado.

uportar pressões internas maiores que 0,3 MP

c) canalizaçõ
ao eleme

mbutidas
strutural,

de concre
ncia de a

ersas no material ou em
para drenagem.

spaços vazios intern

13.3 Desloc

res limites são v
xcessivas da trutura. Para os efeit desta quatr

a) ace
A limitaçã
rea

de sen
o da flecha
omo es

ite é caracterizado ibraçõ isual desagra
s, em situações especiais de utilização, deve ser

ecíficos: o

 elementos

camentos pod a utilização adequada da co trução;

mau funciona
e não fazerem parte trutura, estão a ela ligados

mento do ele
tamento em relação
mento considerado, s

póteses de cálculo adotadas
efeitos so

 deslocam
a estabilidade da vantes pa

rados, incorporando o modelo estrutural ado

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camentos

zão da
itação Exemplo Deslocamento a considerar Deslocamento limite

Tabela 13.2 - Limites para deslo

Tipo de efeito Ralim

Visual Deslocamentos visíveis em elementos estruturais Total l /250 Aceitabilidade
sensorial

Outro Vibrações sentidas no piso Devido a cargas acidentais l /350
Superfícies que
devem drenar
água

Coberturas e varandas Total l /2501)

Total l /350+
contraflecha2)

Pavimentos que
devem Ginásios e pistas de
permanecer boliche
planos

Ocorrido após a construção
do piso l /600

Efeitos
estruturais em

equipamentos
do

equipamento
recomendação do

fabricante do

serviço
Elementos que
suportam Laboratórios Ocorrido após nivelamento

De acordo com

sensíveis equipamento

Alvenaria, caixilhos e
revestimentos Após a construção da parede

l /5003) ou
10 mm ou

θ = 0,0017 rad4)
Divisórias leves e
caixilhos telescópicos

Ocorrido após a instalação da
divisória

l /2503) ou
25 mm

Movimento lateral de
edifícios

Provocado pela ação do
vento para combinação
freqüente (ψ1=0,30)

H/1 700 ou
Hi/8505) entre
pavimentos6)

Paredes

vimentos térmicos Provocado por diferença de /4007) ou Mo
verticais temperatura 15 mm

lEfeitos em

Movimentos térmicos
horizontais

Provocado por diferença de
temperatura Hi/500

Revestimentos colados