Norma6118-2003
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Ocorrido após construção do forro /350 lForros
Revestimentos
pendurados ou com juntas

Deslocamento ocorrido após
construção do forro l /175

elementos não

correntes da
frenação

H/400

estruturais

Pontes rolantes Desalinhamento de trilhos
Deslocamento provocado
pelas ações de

Efeitos em
elementos
estruturais

Afastamento em
relação às
hipóteses de
cálculo adotadas

Se os deslocamentos forem relevantes para o elemento considerado, seus
efeitos sobre as tensões ou sobre a estabilidade da estrutura devem ser
considerados, incorporando-os ao modelo estrutural adotado.

1) As superfícies devem ser suficientemente inclinadas ou o deslocamento previsto compensado por contraflechas, de modo a não
se ter acúmulo de água.
2) Os deslocamentos podem ser parcialmente compensados pela especificação de contraflechas. Entretanto, a atuação isolada da
contraflecha não pode ocasionar um desvio do plano maior que /350.
3) O vão deve ser tomado na direção na qual a parede ou a divisória se desenvolve.
4) Rotação nos elementos que suportam paredes.
5) H é a altura total do edifício e Hi o desnível entre dois pavimentos vizinhos.
6) Esse limite aplica-se ao deslocamento lateral entre dois pavimentos consecutivos devido à atuação de ações horizontais. Não
devem ser incluídos os deslocamentos devidos a deformações axiais nos pilares. O limite também se aplica para o deslocamento
vertical relativo das extremidades de lintéis conectados a duas paredes de contraventamento, quando Hi representa o comprimento
do lintel.
7) O valo refere-se à distância entre o pilar externo e o primeiro pilar interno.
NOTAS
1 Todos os valores limites de deslocamentos supõem elementos de vão suportados em ambas as extremidades por apoios que
não se movem. Quando se tratar de balanços, o vão equivalente a ser considerado deve ser o dobro do comprimento do balanço.
2 Para o caso de elementos de superfície, os limites prescritos consideram que o valor é o menor vão, exceto em casos de
verificação de paredes e divisórias, onde interessa a direção na qual a parede ou divisória se desenvolve, limitando-se esse valor a
duas vezes o vão menor.
3 O deslocamento total deve ser obtido a partir da combinação das ações características ponderadas pelos coeficientes definidos na
seção 11.
4 Deslocamentos excessivos podem ser parcialmente compensados por contraflechas.

l
l

r l

l

l

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13.4

13.4.1 Introdução

A f ento rm o
baixa r do concreto à mo sob as açõe o (utilizaçã s de
ten o atingido bom desempe cionado à proteção rmaduras
quanto à corrosão e à aceitabilidade sensorial dos usuários, busca-se controlar a abertura dessas fissuras.

Nas e armaduras ativas (concreto protendido) existe também, com m
po ecimento e caso a r m a
possibilidade de corrosão sob tensão das armaduras.

D resen erturas que respeitem os limites dados em 13.4.2, em
estrutura projetadas, construíd submetidas às no m
pe ou p aos estados limites últimos.

As fissuras p oco como retr reações
q conc des, devend vitadas ou s
tecnológicos, especialmente na definição do traço e na cura do concreto.

13.4.2 Limites para fissuração e proteção das armaduras quanto à durabilidade

A abertura máxima caract e que nã ores da ord
0 la ções freq não tem imp a na
corrosão das armaduras passivas.

C ites devem ser mais
r e função direta da agressividade do ambiente, dada pela classe de agressividade ambiental (ver
seção 6).

N
p o adequada das armaduras quanto à corrosão. Entretanto, devido ao
estágio atual dos conhecimentos e da alta variabilidade das grandezas envolvidas, esses limites devem ser
vistos apenas como critérios para um projeto adequado de estruturas.

s limites, não se deve

 Controle da fissuração e proteção das armaduras

issuração em elem
esistência

s estruturais de concreto a
tração; mes

ado é inevitável, devid
s de serviç

à grande variabilidade e à
o), valores crítico

sões de tração sã s. Visando obter nho rela das a

struturas com
ssibilidade de apar

enor probabilidade, a
ais nocivas, pois existe de fissuras. Ness s fissuras podem se

e maneira geral, a p
s bem

rda de durabilidade

ça de fissuras com ab
as e

erda de segurança quanto
 cargas previstas na rmalização, não denota

odem ainda
uímicas internas do

rrer por outras causas,
reto nas primeiras ida

ação plástica térmica ou devido a
o ser e limitadas por cuidado

erística wk das fissuras, desd
 13.3) sob ação das combina

o exceda val
üentes,

em de 0,2 mm a
ortância significativ,4 mm, (conforme tabe

omo para as armaduras ativas existe a possibilidade de corrosão sob tensão, esses lim
estritos

a tabela 13.3 são dados valores limites da abertura característica wk das fissuras, assim como outras
rovidências visando garantir proteçã

Embora as estimativas de abertura de fissuras feitas em 17.3.3.2 devam respeitar esse
esperar que as aberturas de fissuras reais correspondam estritamente aos valores estimados, isto é, fissuras
reais podem eventualmente ultrapassar esses limites.

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s de durabilidade relacionadas à fissuração e à proteção da armadura,
 função das classes de agressividade ambiental

estrutural

ade
o de Exigências relativas à fissuração

Combinação de ações em
serviço a utilizar

Tabela 13.3 - Exigência
em

Tipo de concreto Classe de agressividambiental (CAA) e tip
protensão

Concreto simples CAA I a CAA IV Não há --

CAA I ELS-W wk ≤ 0,4 mm
CAA II e CAA III ELS-W wk ≤ 0,3 mm Concreto armado

CAA IV ELS-W wk ≤ 0,2 mm
Combinação freqüente

Concreto protendido Pré-tração com CAA I
ou

 I e II
ELS-W wk ≤ 0,2 mm Combinação freqüente nível 1

(protensão parcial) Pós-tração com CAA

Verificar as duas condições abaixo

ELS-F Combinação freqüente Concreto protendido Pré-trnível 2
(protensão limitada)

ação com CAA II
ou

Pós-tração com CAA III e IV
ELS-D1) Combinação quase permanente

Verificar as duas condições abaixo

ELS-F Combinação rara
Concreto protendido

(protensão completa) 1) te

nível 3 Pré-tração com CAA III e IV

ELS-D Combinação freqüen
1) A critério do projetista, o ELS-D pode ser substituído pelo ELS-DP com a = 25 mm (figura 3.1).

e que as cordoalhas não aderentes tenham proteção

p

NOTAS

1 As definições de ELS-W, ELS-F e ELS-D encontram-se em 3.2.

2 Para as classes de agressividade ambiental CAA-III e IV exige-s
especial na região de suas ancoragens.

13.4.3

No caso de as fissuras afetarem a funcionalidade da estrutura, como, por exemplo, no caso da
ervatórios, devem ser adotados limites menores para as aberturas das fissuras. Para

controles mais efetivos da fissuração nessas estruturas, é conveniente a utilização da protensão.

Por controle de fissuração quanto à aceitabilidade sensorial, entende-se a situação em que as fissuras
ários, embora não representem perda de segurança da
ras podem ser estabelecidos com o contratante.

Controle da fissuração quanto à aceitabilidade sensorial e à utilização

estanqueidade de res

passam a causar desconforto psicológico aos usu
estrutura. Limites mais severos de aberturas de fissu

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14 Análise estrutural

poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir definidos.

momento fletor nulo

onsecutivos

inf mo inferior de pilar-viga-tramo superior de pilar

 em uma ligação tramo inferior de pilar-viga-tramo superior de pilar

ento do apoio paralelo ao vão da viga analisada

θpl - Rotação plástica
∆M - Parcela de momento reduzida no arredondamento

s ações em uma estrutura, com a finalidade de
viço.

permite estabelecer as distribuições de esforços internos, tensões, deformações e
deslocamentos, em uma parte ou em toda a estrutura.

cessárias à análise estrutural

a com um modelo estrutural realista, que permita representar de maneira clara todos os
caminhos percorridos pelas ações até os apoios