Norma6118-2003
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(As,vão) se M

18.3.2.4.1 Ancorage

Quando se tratar do caso de 18.3.2.4-a), as ancoragens devem obedecer aos critérios da figura 18.3.

Para os casos de 18.3.2.4-b) e c), em apoios extremos, as barras das armaduras devem ser ancoradas a
partir da face do apoio, com comprimentos iguais ou superiores ao maior dos seguintes valores:

⎯ lb,nec, conforme 9.4.2.5;
⎯ (r + 5,5 φ);
⎯ 60 mm.

Quando houver cobrimen
menos 70 mm, e as açõ
primeiro dos três valores anteriores pode ser desconsiderado, prevalecendo as duas condições restantes.

Para os casos de 18.3.2.4-b) e c), em apoios intermediários, o comprimento d
10 φ, desde que não haja qualquer possibilidade da ocorrência de momentos positivos nessa região,
provocados por situações imprevistas, particularmente por efeitos de vento e eventuais recalques. Quando
essa possibilidade existir, as barras devem ser contínuas ou emendadas sobre o apoio.

18.3.3.1 Generalidades

constituídas por estribos, combinados ou não com barra

18.3.3.2 Elementos estruturais armados com estribos

Os estribos para forças cortantes devem

tracionad , o estribo deve ter o ramo horiz

O diâmetro da barra que constitui o estribo deve ser maior ou igual a 5 mm, sem exceder 1/10 da largura da
alma da viga. Quando a barra for lisa, seu

precauções contra a corrosão dess

O espaçamento mínimo entre estribos, medido segundo o eixo longitudinal do elemento estrutural, deve ser
suficiente para permitir a passagem do vibrador, garantindo um bom adensamento da massa. O
espaçamento máximo deve atender às seguintes condições:

⎯ se Vd ≤ 0,67 VRd2 , então smáx = 0,6 d
⎯ se Vd > 0,67 VRd2 , então smáx = 0,3 d ≤ 200 mm.

O espaçamento transversal entre ramos sucessivos da armadura constituíd
os seguintes valores:

⎯ se Vd ≤ 0,20 VRd2 , então st,máx = d ≤ 800 mm;

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As emendas por traspasse são permitidas apenas quando os estribos forem constituídos por telas ou por

uturais armados com barras dobradas

esistentes à tração provocada por forças cortantes, o trecho reto de ancoragem
deve ser maior ou igual a lb,nec (ver 9.4.2.5).

18.3.3.3.2 Espaçamento longitudinal

O espaçamento longitudinal entre barras dobradas não deve ser superior a smáx = 0,6 d (1+ cotg α), onde α é

A armadura destinada a resistir aos esforços de tração provocados por torção deve ser constituída por
r itudinais paralelas ao mesmo eixo, e deve ser

projetada de acordo com as prescrições de 17.5.

Consideram-se efetivos na resistência os ramos dos estribos e as armaduras longitudinais contidos no
 vazada equivalente (ver 17.5.1.4).

stribos, espaçadas no máximo em 350 mm.

nde ∆u é o trecho de perímetro da seção efetiva correspondente a

os estribos de torção, pelo menos uma barra.

ada de acordo com 17.3.5.2.3 deve ser disposta de modo que o afastamento entre
as barras não ultrapasse d/3 e 20 cm.

18.3.6 Armadura de suspensão

Nas proximidades de cargas concentradas transmitidas à viga por outras vigas ou elementos discretos que
nela se apóiem ao longo ou em parte de sua altura, ou fiquem nela pendurados, deve ser colocada armadura
de suspensão.

18.3.7 Armaduras de ligação mesa-alma ou talão-alma

Os planos de ligação entre mesas e almas ou talões e almas de vigas devem ser verificados com relação aos
efeitos tangenciais decorrentes das variações de tensões normais ao longo do comprimento da viga, tanto

⎯ se Vd > 0,20 VRd2 , então st,máx = 0,6 d ≤ 350 mm.

barras de alta aderência.

18.3.3.3 Elementos estr

18.3.3.3.1 Ancoragem

No caso de barras dobradas r

o ângulo de inclinação da barra dobrada.

18.3.4 Armadura para torção

estribos no mais ao eixo da viga, combinados com barras long

interior da parede fictícia da seção

Os estribos para torção devem ser fechados em todo o seu contorno, envolvendo as barras das armaduras
longitudinais de tração, e com as extremidades adequadamente ancoradas por meio de ganchos em ângulo
de 45°.

Devem ser obedecidas as prescrições de 18.3.3.2, relativas ao diâmetro das barras que formam o estribo e
ao espaçamento longitudinal dos mesmos.

As barras longitudinais da armadura de torção podem ter arranjo distribuído ou concentrado ao longo do
perímetro interno dos e

Deve-se respeitar a relação ∆Asl /∆u, o
cada barra ou feixe de barras de área ∆Asl, exigida pelo dimensionamento.
As seções poligonais devem conter, em cada vértice d

18.3.5 Armadura de pele

A armadura de pele calcul

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sob o aspecto de res ra resistir às trações
decorrentes desses efeitos.

As armaduras de flexão da laje, existentes no plano de ligação, podem ser consideradas como parte da
armadura de ligação, complementando-se a diferença entre ambas, se necessário. A seção transversal
mínima dessa armadura, estendendo-se por toda a largura útil e ancorada na alma, deve ser de 1,5 cm2 por
metro.

18.4 Pilares

18.4.1 Introdução

As exigências que seguem referem-se a pilares cuja maior dimensão da seção transversal não exceda cinco
vezes a menor dimensão, e não são válidas para as regiões especiais (ver seção 21). Quando a primeira
condição não for satisfeita, o pilar deve ser tratado como pilar-parede, aplicando-se o disposto em 18.5.

18.4.2 Armaduras longitudinais

18.4.2.1 Diâmetro mínimo e taxa de armadura

O diâmetro das barras longitudinais não deve ser inferior a 10 mm nem superior a 1/8 da menor dimensão
transversal.

A taxa geométrica de armadura deve respeitar os valores máximos e mínimos especificados em 17.3.5.3.

18.4.2.2 Distribuição transversal

As armaduras longitudinais devem ser dispostas na seção transversal de forma a garantir a adequada
resistência do elemento estrutural. Em seções poligonais, deve existir pelo menos uma barra em cada
vértice; em seções circulares, no mínimo seis barras distribuídas ao longo do perímetro.

O espaçamento mínimo livre entre as faces das barras longitudinais, medido no plano da seção transversal,
fora da região de emendas, deve ser igual ou superior ao maior dos seguintes valores:

⎯ 20 mm;
⎯ diâmetro da barra, do feixe ou da luva;
⎯ 1,2 vez a dimensão máxima característica do agregado graúdo.

Para feixes de barras, deve-se considerar o diâmetro do feixe:

istência do concreto, quanto das armaduras necessárias pa

nφ=φn .

Esses valores se aplicam também às regiões de emendas por traspasse das barras.

Quando estiver previsto no plano de concretagem o adensamento através de abertura lateral na face da
forma, o espaçamento das armaduras deve ser suficiente para permitir a passagem do vibrador.

O espaçamento máximo entre eixos das barras, ou de centros de feixes de barras, deve ser menor ou igual a
duas vezes a menor dimensão da seção no trecho considerado, sem exceder 400 mm.

18.4.3 Armaduras transversais

A armadura transversal de pilares, constituída por estribos e, quando for o caso, por grampos suplementares,
deve ser colocada em toda a altura do pilar, sendo obrigatória sua colocação na região de cruzamento com
vigas e lajes.

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O diâmetro dos estribos em pilar 4 do diâmetro da barra isolada ou
do diâmetro equivalente do feixe

O espaçamento longitudinal entre estribos, medido na direção do eixo do pilar, para garantir o
posicionamento, impedir a flambagem das barras longitudinais e garantir a costura das emendas de barras
longitudinais nos pilares usuais, deve ser igual ou inferior ao menor dos seguintes valores:

⎯ 200 mm;
⎯ menor dimensão da seção;
⎯ 24 φ para CA-25, 12 φ para CA-50.

Pode ser adotado o valor φt < φ/4, desde que as armaduras sejam constituídas do mesmo tipo de aço e o
espaçamento respeite também a limitação:

es não deve ser inferior a 5 mm nem a 1/
que constitui a armadura longitudinal.

yk

2
t

máx
100090

f
 s ⎟⎟⎠

⎞
⎜⎜⎝
⎛

φ
φ=

com fyk em megapascal.

Quando houver necessidade de armaduras transversais