Norma6118-2003
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direção.

Para sapata rígida pode-se admitir plana a distribuição de tensões normais no contato sapata-terreno, caso
não se disponha de informações mais detalhadas a respeito.

Para sapatas flexíveis ou casos extremos de fundação em rocha, mesmo com sapata rígida, essa hipótese
deve ser revista.

22.4.2 Comportamento estrutural

22.4.2.1 Generalidades

O comportamento estrutural das sapatas, eliminada a complexidade da interação solo-estrutura através da
hipótese de 22.4.1, pode ser descrito separando as sapatas em rígidas e flexíveis.

22.4.2.2 Sapatas rígidas

O comportamento estrutural pode ser caracterizado por:

a) trabalho à flexão nas duas direções, admitindo-se que, para cada uma delas, a tração na flexão seja
uniformemente distribuída na largura correspondente da sapata. Essa hipótese não se aplica à
compressão na flexão, que se concentra mais na região do pilar que se apoia na sapata e não se aplica
também ao caso de sapatas muito alongadas em relação à forma do pilar;

b) trabalho ao cisalhamento também em duas direções, não apresentando ruptura por tração diagonal, e
sim compressão diagonal verificada conforme 19.5.3.1. Isso ocorre porque a sapata rígida fica
inteiramente dentro do cone hipotético de punção, não havendo portanto possibilidade física de punção.

22.3.2.4

madura de flexão da viga deve estar bem ancorada no trecho em que se aplica ar

o esse trecho não seja suficientemente grande, é recomendado o uso de grampos horizontais de barras
sversais soldadas.

.2.4.5 Casos especiais

22.4.1 Conceituação

Sapatas são estruturas de volume usadas para transmitir a

Quando se verifica a
conside

h ≥ (a – ap)/3
onde:

h é a altura da sapata;

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22.4.2.

Embora de uso mais raro, essas s dação de cargas pequenas e solos
relativamente fracos. Seu comport cteriz

a) trabalho à flexão nas duas direções, não s possível admitir tração na flexão uniformemente
distribuída na largura correspondente da sapata. A concentração to ao pilar deve ser, em
princípio, avaliada;

b) trabalho ao cisalhamento que pode ser descrito pelo fenômeno da punção (ver 19.5).

o contato sapata-solo deve ser verificada.

ulo e dimensionamento de sapatas, devem ser utilizados modelos tridimensionais lineares ou
iela-tirante tridimensionais, podendo, quando fo e z m lo f o. Esses

ontemplar os aspectos descritos em na ulo

etalhamento

rígidas

Armadura de flexão

istr a d rg d p es en
 terminando em gancho nas duas extremidades.

Para barras com φ ≥ 20 mm devem ser usados ganchos 0°. P
ser verificado o fendilh o em plano horizontal, um de to a a
malha da armadura.

ue dos pilares

uficiente para permitir a ancoragem da armadu arranque. Nessa anco m
siderado o efeito favorável da compressão transversal às barra ecorrente da flexão da sa ata
.

22.5.1 Conceituação

Blocos são estruturas de volume us cargas de fundação, e podem ser
considerados rígidos ou flexíveis por apatas.

No caso de conjuntos de blocos e estacas rígidos, com espaçamento de 2,5 φ a 3 φ (onde φ é o diâmetro da
estaca), pode-se admitir plana a distribuição de carga nas estacas.

Para blocos flexíveis ou casos extrem de estacas curtas, apo as em substrato mu rígido, essa
hipótese deve ser revista.

3 Sapatas flexíveis

apatas são utilizadas para fun
amento se cara a por:

endo
 de flexão jun

A distribuição plana de tensões n

22.4.3 Modelo de cálculo

Para cálc
modelos b r o caso, s r utili

cio
ados

lmente os m
ode s de

odelo
lexã
s de cálmodelos devem c 22.4.2. Só excep c

precisam contemplar a interação solo-estrutura.

22.4.4 D

22.4.4.1 Sapatas

22.4.4.1.1

A armadura de flexão deve ser uniformemente d
integralmente de face a face da mesma e

ibuíd ao longo a la ura a sa ata, tend do-se

 de 135° ou 18 ara barras com φ ≥ 25mm deve
a vez que pode ocorrer o destacamentoament d

22.4.4.1.2 Armadura de arranq

A sapata deve ter altura s ra de rage
pode ser con
(ver seção 9)

s, d p

22.4.4.1.3 Sapatas flexíveis

Devem ser atendidos os requisitos relativos a lajes e punção (ver seções 19 e 20).

22.5 Blocos sobre estacas

adas para transmitir às estacas as
critério análogo ao definido para as s

os iad ito

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22.5.2.1 Bloco rígido

O comportamento estrutural se caracteriza por:

a) trabalho à flexão nas duas direções, mas com trações essencialmente concentradas nas linhas sobre as
estacas (reticulado definido pelo eixo das estacas, com faixas de largura igual a 1,2 vez seu diâmetro);

b) cargas transmitidas do pilar para as estacas essencialmente por bielas de compressão, de forma e
dimensões complexas;

c) trabalho ao cisalhamento também em duas direções, não apresentando ruptura por tração diagonal, e
sim por compressão das bielas, analogamente às sapatas.

22.5.2.2 Bloco flexível

Para esse tipo de bloco deve ser realizada uma análise mais completa, desde a distribuição dos esforços nas
esta

s. Esses modelos devem contemplar adequadamente os aspectos descritos em 22.5.2.

22.5.4.1.1

dura de flexão deve ser disposta essencialmente (mais de 85%) nas faixas definidas pelas estacas,
das respectivas bielas.

As ba r de face a face do bloco e terminar em gancho nas duas extremidades. Para
barr

las (ver seção 9).

22.5.4.1.3 Armadura de suspensão

Se for prevista armadura de distribuição para mais de 25% dos esforços totais ou se o espaçamento entre
estacas for maior que 3 φ, deve ser prevista armadura de suspensão para a parcela de carga a ser
equilibrada.

22.5.2 Comportamento estrutural

cas, dos tirantes de tração, até a necessidade da verificação da punção.

22.5.3 Modelo de cálculo

Para cálculo e dimensionamento dos blocos são aceitos modelos tridimensionais lineares ou não e modelos
biela-tirante tridimensionais, sendo esses últimos os preferidos por definir melhor a distribuição de esforços
pelos tirante

Sempre que houver esforços horizontais significativos ou forte assimetria, o modelo deve contemplar a
interação solo-estrutura.

22.5.4 Detalhamento

22.5.4.1 Blocos rígidos

Armadura de flexão

A arma
em proporções de equilíbrio

rras devem se estende
as com φ ≥ 20 mm devem ser usados ganchos de 135° ou 180°.

Deve ser garantida a ancoragem das armaduras de cada uma dessas faixas, sobre as estacas, medida a
partir da face das estacas. Pode ser considerado o efeito favorável da compressão transversal às barras,
decorrente da compressão das bie

22.5.4.1.2 Armadura de distribuição

Para controlar a fissuração, deve ser prevista armadura adicional em malha uniformemente distribuída em
duas direções para no máximo 20% dos esforços totais, completando a armadura principal, calculada com
uma resistência de cálculo de 80% de fyd.

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ficiente para permitir a ancoragem da armadura de arranque. Nessa ancoragem
pode-se considerar o efeito favorável da compressão transversal às barras decorrente da flexão da sapata
(ver seção 9).

2 Blocos flexíveis

Devem ser atendidos os requisitos relativos a lajes e punção (ver seções 19 e 20).

22.5.4.1.4 Armadura de arranque dos pilares

O bloco deve ter altura su

22.5.4.

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fadiga

i s podem provocar estados limites de serviço e estados limites últimos por vibração

 regime linear no caso das estruturas usuais.

as sujeitas a vibrações, deve-se afastar o máximo
üência crítica (fcrit), que depende da destinação da

O comportamento das estruturas sujeitas a ações dinâmicas cíclicas que originam vibrações pode ser
es dinâmicas, freqüência natural (pela

mudança da rigidez da estrutura ou da massa em vibração) e aumento das características de amortecimento.

Quando a ação crítica é originada numa máquina, a freqüência crítica passa a ser a da operação da máquina.

astar as duas freqüências, própria