Norma6118-2003
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Norma6118-2003

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seção. No caso de devem ser
verificadas sem considerar a resistência à tração do rte comprimida da seção deve
conter o centro de gravidade.

A máxima tensão de compressão no estado limite último, com ações majoradas, não deve ultra alor

rojetados de tal forma que no estado limite último não apareçam

global do arco, podendo ser considerado um aumento de momentos

imensionamento das seções

de.

 deve superar:

VSd ≤ Ac τwRd

 ações laterais, a carga atuante deve estar dentro ou no limite do núcleo central
atuarem concomitantemente ações laterais, como o vento, as seções

concreto. Nesse caso a pa

passar o v
de σcRd.
A menor dimensão de pilares deve ser 20 cm ou 1/10 de sua altura.

24.6.4 Arcos

Os arcos de concreto simples devem ser p
tensões de tração em nenhuma seção transversal.

Deve ser garantida a estabilidade
fletores por efeitos de 2a ordem até um máximo de 10% acima dos momentos de 1a ordem.

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25 Interfaces do projeto com a construção, utilização e manutenção

cebimento do projeto, quando cumpridas as exigências desta Norma, em

Verificada a existência de não-conformidades, deve ser emitido termo de aceitação provisório do projeto, do
qual devem constar todas as pendências.

Na falta de habilitação técnica do contratante para a aceitação do projeto, ele deve designar um preposto
legalmente habilitado para tal.

Uma vez sanadas as pendências, deve ser emitido o termo de aceitação definitiva do projeto.

25.2

O con
ABN

25.3

25.3.1 Ações corretivas

No caso de existência de não-conformidades, devem

 estrutu s da aceita,

nhos conforme disposto na ABNT NBR 7680,

o-conformidade, aplica-se o disposto em 25.3.3. Há casos em que
ova de carga, desde que não haja risco de ruptura frágil.

A prova de carga deve ser planejada procurando representar a combinação de carregamentos que
determinou na verificação analítica a não-conformidade. No caso de não-conformidade que indique a
possibilidade de ruptura frágil, a prova de carga não é um recurso recomendável. Nesse ensaio deve ser feito

nitoramento continuado do carregamento e da resposta da estrutura, de modo que esta não seja
desnecessariamente danificada durante a execução do ensaio.

Deve-se fazer a distinção entre o ensaio de aceitação e o ensaio de resistência:

a)
s icada até valores entre o valor característico e o valor de projeto

b) o ensaio de resistência tem por objetivo mostrar que a estrutura ou o elemento estrutural tem pelo menos
a resistência adotada para o projeto. Quando se seja uma avaliação somente de um elemento, é
suficiente levar o carregamento até o valor de projeto para o ELU. Obviamente, como já salientado,
deve-se tomar cuidado para não danificar a estrutura desnecessariamente.

25.1 Aceitação do projeto

Cabe ao contratante proceder ao re
particular aquelas prescritas na seção 5.

Recebimento do concreto e do aço

creto e o aço devem ser recebidos, desde que atendidas todas as exigências das ABNT NBR 12655,
T NBR 7480, ABNT NBR 7481, ABNT NBR 7482 e ABNT NBR 7483.

 Existência de não-conformidades em obras executadas

 ser adotadas as seguintes ações corretivas:

a) revisão do projeto para determinar se a ra, no todo ou em parte, pode ser con idera
considerando os valores obtidos nos ensaios;

b) no caso negativo, devem ser extraídos e ensaiados testemu
se houver também deficiência de resistência do concreto cujos resultados devem ser avaliados de
acordo com a ABNT NBR 12655, procedendo-se a seguir a nova verificação da estrutura visando sua
aceitação, podendo ser utilizado o disposto em 12.4.1;

c) não sendo finalmente eliminada a nã
pode também ser recomendada a pr

25.3.2 Ensaio de prova de carga da estrutura

um mo

o ensaio de aceitação visa confirmar que o desempenho global da estrutura está em conformidade com
as prescriçõe do projeto. A carga é apl
para o ELU. Podem ser estabelecidos requisitos para os deslocamentos, o grau de não linearidade e as
deformações residuais, após o ensaio;

de

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25.3

onstatada a não-conformidade final de parte ou do todo da estrutura, deve ser escolhida uma das seguintes
alternativas:

a) determinar as restrições de uso da estrutura;

b) providenciar o projeto de reforço;

c) decidir pela demolição parcial ou total.

25.4 Manual de utilização, inspeção e manutenção

Dependendo do porte da construção e da agressividade do meio e de posse das informações dos projetos,
dos materiais e produtos utilizados e da execução da obra, deve ser produzido por profissional habilitado,
devidamente contratado pelo contratante, um manual de utilização, inspeção e manutenção. Esse manual
deve especificar de forma clara e sucinta, os requisitos básicos para a utilização e a manutenção preventiva,
necessárias para garantir a vida útil prevista para a estrutura, conforme indicado na ABNT NBR 5674.

.3 Não-conformidade final

C

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Efeito do tempo no concreto estrutural

to

εc (

cc
calculado pela mesma expressão para

1

εcc

ϕ =

Anexo A
(informativo)

A.1 Generalidades

As p crições deste anexo têm caráter informativo que podem, na falta de dados melhores, ser usados no
proje de estruturas com concretos do grupo I da ABNT NBR 8953 cobertos por esta Norma. Outros valores

res

podem ser usados, desde que comprovados experimentalmente, por meio de ensaios realizados de acordo
com Normas Brasileiras específicas, levando em conta variações nas características e propriedades dos
componentes do concreto, ou ainda desde que respaldados por normas internacionais ou literatura técnica.

A.2 Deformações do concreto

A.2.1 Introdução

Quando não há impedimento à livre deformação do concreto, e a ele é aplicada, no tempo t0, uma tensão
constante no intervalo t – t0, sua deformação total, no tempo t, vale:

t) = εc (t0) + εcc (t) + εcs (t)
onde:

εc (t0) = σc (t0) / Eci (t0) é a deformação imediata, por ocasião do carregamento, com Eci (t0) calculado,
1/2para j = t0, pela expressão: Eci(t0) = 5 600 fckj ;

ε (t) = [σc (t0) / Eci28] ϕ (t, t0) é a deformação por fluência, no intervalo de tempo (t, t0), com Eci28
j = 28 dias;

εcs (t) é a deformação por retração, no intervalo de tempo (t, t0).

A.2.2 Fluência do concreto

A.2.2. Generalidades

A deformação por fluência do concreto (εcc) compõe-se de duas partes, uma rápida e outra lenta. A
deformação rápida (εcca) é irreversível e ocorre durante as primeiras 24 h após a aplicação da carga que a
originou. A deformação lenta é por sua vez composta por duas outras parcelas: a deformação lenta
irreversível (εccf) e a deformação lenta reversível (εccd).

= ε cca + εccf + εccd
εc,tot = εc + εcc = εc (1 + ϕ)

 ϕa + ϕf + ϕd
onde:

ϕa é o coeficiente de deformação rápida;

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 c

ϕf é o coeficiente de deformação lenta irreversível;
ϕd é o coeficiente de deformação lenta reversível.

A.2.2.2 Hipóteses

Para o cálculo dos efeitos da fluência, do as tensões no concreto são as de serviço, admitem-se as quan
seguintes hipóteses:

a) a deformação por fluência εcc varia linearmente com a tensão aplicada;
b) para acréscimos de tensão aplicados em instantes distintos, os respectivos efeitos de fluência se

superpõem;

c) a formação rápida produz deformações constantes ao longo do tempo; os valores do coeficiente ϕde a são
função da relação entre a resistência do concreto no momento da aplicação da carga e a sua resistência
final;

d) o oeficiente de deformação lenta reversível ϕd depende apenas da duração do carregamento; o seu
valor final e o seu desenvolvimento ao longo do tempo são independentes da idade do concreto no
momento da aplicação da carga;

e) o coeficiente de deformação lenta irreversível ϕf depende de:
⎯ umidade relativa do ambiente (U);
⎯ consistência