Norma6118-2003
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Norma6118-2003

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pode-se adotar, em caráter orientativo, os
valores indicados em 12.3.3.

8.2.5 Resistência à tração

A resistência à tração indireta fct,sp e a resistência à tração na flexão fct,f devem ser obtidas em ensaios
realizados segundo a ABNT NBR 7222 e a ABNT NBR 12142, respectivamente.

A resistência à tração direta fct pode ser considerada igual a 0,9 fct,sp ou 0,7 fct,f ou, na falta de ensaios para
obtenção de fct,sp e fct,f, pode ser avaliado o seu valor médio ou característico por meio das equações
seguintes:

fct,m = 0,3 fck2/3

fctk,inf = 0,7 fct,m

fctk,sup = 1,3 fct,m

onde:

fct,m e fck são expressos em megapascal.

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Sendo f
ckj ≥ 7 MPa, estas expressões podem também ser usadas para idades diferentes de 28 dias.

8.2.6 Resistência no estado multiaxial de tensões

Estando o concreto submetido às tensões principais σ3 ≥ σ2 ≥ σ1, deve-se ter:

σ1 ≥ − fctk
σ3 ≤ fck + 4 σ1

sendo as tensões de compressão consideradas positivas e as de tração negativas (ver figura 8.1).

Figura 8.1 - Resistência no estado multiaxial de tensões

8.2.7 Resistência à fadiga

Ver 11.4.2.3 e 23.5.4.

deve ser obtido segundo ensaio descrito na ABNT NBR 8522, sendo considerado
 em

onde:

ssão,

ado em projeto e controlado na obra.

as de projeto, especialmente para
determinação de esforços solicitantes e verificação de estados limites de serviço, deve ser calculado pela

Ecs = 0,85 Eci

8.2.8 Módulo de elasticidade

O módulo de elasticidade
nesta Norma o módulo de deformação tangente inicial cordal a 30% fc, ou outra tensão especificada
projeto. Quando não forem feitos ensaios e não existirem dados mais precisos sobre o concreto usado na
idade de 28 d, pode-se estimar o valor do módulo de elasticidade usando a expressão:

Eci = 5 600 fck1/2

Eci e fck são dados em megapascal.

O módulo de elasticidade numa idade j ≥ 7 d pode também ser avaliado através dessa expre
substituindo-se fck por fckj.

Quando for o caso, é esse o módulo de elasticidade a ser especific

O módulo de elasticidade secante a ser utilizado nas análises elástic

expressão:

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elemento estrutural ou seção transversal pode ser adotado um
módulo de elasticidade único, à tração e à compressão, igual ao módulo de elasticidade secante (Ecs).

obal da estrutura e para o cálculo das perdas de protensão, pode ser

Coeficiente de Poisson e módulo de elasticidade transversal

de transversal Gc igual a 0,4 Ecs.

8.2.10 Diagramas tensão-deformação

8.2.10.1 Compressão

Para tensões de compressão menores que 0,5 fc, pode-se admitir uma relação linear entre tensões e
deformações, adotando-se para módulo de elasticidade o valor secante dado pela expressão constante em
8.2.8.

Para análises no estado limite último, podem ser empregados o diagrama tensão-deformação idealizado
mostrado na figura 8.2 ou as simplificações propostas na seção 17.

Na avaliação do comportamento de um

Na avaliação do comportamento gl
utilizado em projeto o módulo de defornação tangente inicial (Eci).

8.2.9

Para tensões de compressão menores que 0,5 fc e tensões de tração menores que fct, o coeficiente de
Poisson ν pode ser tomado como igual a 0,2 e o módulo de elasticida

Figura 8.2 - Diagrama tensão-deformação idealizado

Ver indicação sobre o valor de fcd em 12.3.3.

 tração, indicado

8.2.10.2 Tração

Para o concreto não fissurado, pode ser adotado o diagrama tensão-deformação bilinear de
na figura 8.3.

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Figu .3 s o

8.2.11 Fluência e retração

Em casos onde não é necessária grande precisão, os valores finais do coeficiente de fluência ϕ(t∞,t0) e da
(t∞,t0) do concreto, submetido a tensões menores que 0,5 fc quando do
tidos, por interpolação linear, a partir da tabela 8.1.

o valor do coeficiente de fluência ϕ(t∞,t0) e da deformação específica de retração εcs(t∞,t0)

evidas à fluência e à retração mais precisas podem ser calculadas segundo
indicação do anexo A.

ra 8 - Diagrama ten ão-deformação bilinear na traçã

deformação específica de retração εcs
primeiro carregamento, podem ser ob

A tabela 8.1 fornece
em função da umidade ambiente e da espessura fictícia 2Ac/u, onde Ac é a área da seção transversal e u é o
perímetro da seção em contato com a atmosfera. Os valores dessa tabela são relativos a temperaturas do
concreto entre 10°C e 20°C, podendo-se, entretanto, admitir temperaturas entre 0°C e 40°C. Esses valores
são válidos para concretos plásticos e de cimento Portland comum.

Deformações específicas d

Tabela 8.1 - Valores característicos superiores da deformação específica de retração
εcs(t∞,t0) e do coeficiente de fluência ϕ(t∞,t0)

Umidade

ambiente

%

40 55 75 90

Espessura fictícia

2Ac/u 20 60 20 60 20 60 20 60

cm

5 4,4 3,9 8 3,3 3,0 2,6 2,3 2,1 3,

30 3,0 2,9 2,5 2,0 2,0 1,6 1,6 2,6ϕ(t∞,t )
3,0 2,6 2,2 1,7 1,8 1,4 1,4

0

60 2,2

5 − 0,44 − 0,39 7 − 0,33 − 0,23 − 0,21 − 0,09− 0,3 − 0,10
30 − 0,37 − 0,38 − 0,31 − 0,31 − 0,20 − 0,20 − 0,09 − 0,09εcs(t∞,t0) 0

− 0,32 − 0,36 − 0,27 − 0,30 − 0,17 − 0,19 − 0,08 − 0,09

t
0

dias

/00
60

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A

Nos projetos de estruturas de concreto armado deve ser utilizado aço classificado pela ABNT NBR 7480 com
cia de escoamento nas categorias CA-25, CA-50 e CA-60. Os diâmetros e

seções transversais nominais devem ser os estabelecidos na ABNT NBR 7480.

perfície

 cada categoria de aço, o
coeficiente de conformação superficial mínimo, η , determinado através de ensaios de acordo com a

Para os efeitos desta Norma, a conformação superficial é medida pelo coeficiente η , cujo valor está

Tabela 8.2 - Relação entre η1 e ηb
Coeficiente de conformação superficial

8.3 ço de armadura passiva

8.3.1 Categoria

o valor característico da resistên

8.3.2 Tipo de su

Os fios e barras podem ser lisos ou providos de saliências ou mossas. Para
b

ABNT NBR 7477, deve atender ao indicado na ABNT NBR 7480. A configuração e a geometria das saliências
ou mossas devem satisfazer também ao que é especificado nesta Norma nas seções 9 e 23, desde que
existam solicitações cíclicas importantes.

1
relacionado ao coeficiente de conformação superficial ηb, como estabelecido na tabela 8.2.

Tipo de barra
ηb η1

Lisa (CA-25) 1,0 1,0

Entalhada (CA-60) 1,2 1,4

Alta aderência (CA-50) ≥ 1,5 2,25

8.3.3 Massa específica

Pode-se adotar para massa específica do aço de armadura passiva o valor de 7 850 kg/m3.

8.3.4 Coefic

8.3.6 Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração

cia ao escoamento fyk, da
resistência à tração fstk e da deformação na ruptura εuk devem ser obtidos de ensaios de tração realizados

d 892. O valor de fyk para os aços sem patamar de escoamento é o valor da

o nos estados-limite de serviço e último pode-se utilizar o diagrama simplificado mostrado na
om ou sem patamar de escoamento.

iente de dilatação térmica

O valor 10-5/°C pode ser considerado para o coeficiente de dilatação térmica do aço, para intervalos de
temperatura entre – 20°C e 150°C.

8.3.5 Módulo de elasticidade

Na falta de ensaios ou valores fornecidos pelo fabricante, o módulo de elasticidade do aço pode ser admitido
igual a 210 GPa.

O diagrama tensão-deformação do aço, os valores característicos da resistên

segun o a ABNT NBR ISO 6
tensão correspondente à deformação permanente de 0,2%.

Para cálcul
figura 8.4, para os aços c

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Figura 8.4 - Diagrama tensão-deformação para aços de armaduras passivas

mperatura entre – 20°C e 150°C e pode ser aplicado para tração

de

am aos valores mínimos de fyk/fstk e