Norma6118-2003
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εuk indicados na ABNT NBR 7480,
 alta ductilidade. Os aços CA-60 que obedeçam também às especificações

153 e utilizando os diâmetros

o soldável, sua composição deve obedecer aos limites estabelecidos na
ABNT NBR 8965.

de aço soldada deve ser ensaiada à tração segundo a ABNT NBR 8548. A carga de ruptura
mínima, medida na barra soldada, deve satisfazer o especificado na ABNT NBR 7480 e o alongamento sob
carga deve ser tal que não comprometa a dutilidade da armadura. O alongamento total plástico medido na
barra soldada deve atender a um mínimo de 2%.

3.

Este diagrama é válido para intervalos de te
e compressão.

8.3.7 Características de ductilida

Os aços CA-25 e CA-50, que atend
podem ser considerados como de
dessa Norma podem ser considerados como de ductilidade normal.

Em ensaios de dobramento a 180°, realizados de acordo com a ABNT NBR 6
de pinos indicados na ABNT NBR 7480, não deve ocorrer ruptura ou fissuração.

8.3.8 Resistência à fadiga

Ver 23.5.5.

8.3.9 Soldabilidade

Para que um aço seja considerad

A emenda

8.4 Aço de armadura ativa

8.4.1 Classificação

Os valores de resistência característica à tração, diâmetro e área dos fios e das cordoalhas, bem como a
classificação quanto à relaxação, a serem adotados em projeto, são os nominais indicados na
ABNT NBR 7482 e na ABNT NBR 7483, respectivamente.

8.4.2 Massa específica

Pode-se adotar para massa específica do aço de armadura ativa o valor 7 850 kg/m

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e dilatação térmica

8.4.4 Módulo de elasticidade

O módulo de elasticidade deve ser obtido em ensaios ou fornecido pelo fabricante. Na falta de dados
específicos, pode-se consider

8.4.5 Dia rama tensão-deform ncia ao escoamento ação

O diagrama tensão-deformação deve ser forn o pelo fabri vés de ensaios realizados
segundo a ABNT NBR 6349.

Os valo acterísticos da stência ao amento co cional fpyk, esistência à tração fptk e o
alongam ε s cordoal devem sat ínimos estabelecidos na
ABNT NBR 7483. Os valores de f k, fptk e do alongamento ap εuk dos fios devem atender ao que é
especific ABNT NBR 7

culo nos estados-limite de serviço e último pode-se utilizar o diagrama simplificado mostrado na

8.4.3 Coeficiente d

O valor 10-5/°C pode ser considerado para coeficiente de dilatação térmica do aço, para intervalos de
temperatura entre – 20°C e 100°C.

ar o valor de 200 GPa para fios e cordoalhas.

g ação, resistê e à tr

ecid cante ou obtido atra

res car resi esco nven da r
ento após ruptura uk da has isfazer os valo

ós ruptura
res m

py
482. ado na

Para cál
figura 8.5.

Figura 8.5 - Diagrama tensão-deformação para aços de armaduras ativas

Este diagrama é válido para intervalos de temperatura entre – 20°C e 150°C.

8.4.6 Características de ductilidade

Os fios e cordoalhas cujo valor de εuk for maior que o mínimo indicado nas ABNT NBR 7482 e
ABNT NBR 7483, respectivamente, podem ser considerados como tendo ductilidade normal.

O número mínimo de dobramentos alternados dos fios de protensão, obtidos em ensaios segundo a
ABNT NBR 6004, deve atender ao que é indicado na ABNT NBR 7482.

8.4.7 Resistência à fadiga

Ver 23.5.5.

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8.4.8 Relaxação

Ψ1000) e para tensões variando de 0,5 fptk a 0,8 fptk,
não deve ultrapassar os valores dados nas

T mente.

Cordoalhas Fios

A relaxação de fios e cordoalhas, após 1 000 h a 20°C (
obtida em ensaios descritos na ABNT NBR 7484,
ABN NBR 7482 e ABNT NBR 7483, respectiva

Para efeito de projeto, os valores de Ψ1000 da tabela 8.3 podem ser adotados.

Tabela 8.3 - Valores de Ψ1000, em porcentagem

σpo
RN RB RN RB

Barras

0,5 fptk 0 0 0 0 0

0,6 fptk 3,5 1,3 2,5 1,0 1,5

0,7 f 7,0 2,5 5,0 2,0 4,0 ptk

0,8 f 12,0 ptk 3,5 8,5 3,0 7,0

Ond

RN é a relaxação normal;

RB é

e:

 a relaxação baixa.

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9 Comportamento conjunto dos materiais

, a aplicação dos conceitos estabelecidos nesta seção, os

 seção 4. Dessa forma, os
símbolos subscritos têm o mesmo significado apresentado em 4.3.

f - Resistência de aderência de cálculo da armadura passiva

rência de cálculo da armadura ativa

- Comprimento de ancoragem básico

iva

t - Tempo contado a partir do término das operações de protensão

0

t = 0, na seção de abscissa x

) - Força característica na armadura de protensão, no tempo t, na seção de abscissa x

x

αp - Relação entre Ep e Eci

9.1 Simbologia específica desta seção

De forma a simplificar a compreensão e, portanto
símbolos mais utilizados, ou que poderiam gerar dúvidas, encontram-se a seguir definidos.

A simbologia apresentada nesta seção segue a mesma orientação estabelecida na

bd

fbpd - Resistência de ade

k - Coeficiente de perda por metro de cabo provocada por curvaturas não intencionais do cabo

bl

bpl - Comprimento de ancoragem básico para armadura ativa

bpdl - Comprimento de ancoragem para armadura at

bptl - Comprimento de transferência da armadura pré-tracionada

ocl - Comprimento do trecho de traspasse para barras comprimidas isoladas

- Comprimento do trecho de traspasse para barras tracionadas isoladas otl

- Distância de regularização da força de protensão pl

t - Instante de aplicação de carga

t∞ - Vida útil da estrutura
x - Abscissa contada a partir da seção do cabo na qual se admite que a protensão tenha sido aplicada ao
concreto

P(x) - Força normal de protensão

P0(x) - Força na armadura de protensão no tempo

Pd,t - Força de protensão de cálculo, no tempo t

Pi - Força máxima aplicada à armadura de protensão pelo equipamento de tração

Pk,t(x

Pt(x) - Força na armadura de protensão, no tempo t, na seção de abscissa

α - Coeficiente para cálculo de comprimento de ancoragem

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 protensão

φn -
φt - Diâmetro das barras de armadura transversal
η1, η2, da armadura passiva
ηp1
σ - Tensão inicial no concreto ao nível do baricentro da armadura de protensão, devida à protensão

ada com a protensão

σp - Tensão de protensão
nsão na armadura ativa imediatamente após a aplicação da protensão

σp0 - Tensão na armadura ativa correspondente a P0
σp∞ - Tensão na armadura ativa após todas as perdas ao longo do tempo
∆P( ir de Pi, na seção de abscissa x
∆P0 e Pi no tempo t = 0, na seção de abscissa x
∆Pt( mpo t, calculada após o tempo t = 0
∆σp tamento imediato do concreto

9.2

9.2.1

 ser obedecidas no projeto as exigências estabelecidas nesta seção, no que se referem a aderência,
anc condições específicas, relativas à proteção das armaduras,
situa das e suas limitações frente à natureza dos esforços aplicados,

ões

9.2. is de protensão

eis de protensão estão relacionados com os níveis de intensidade da força de protensão que, por sua
o função da proporção de armadura ativa utilizada em relação à passiva (ver 3.1.4 e tabela 13.3).

9.3 Verificação da aderência

9.3.1 Posição da barra durante a concretagem

Consideram-se em boa situação quanto à aderência os trechos das barras que estejam em uma das
pos

a) al;

γp - Coeficiente de ponderação das cargas oriundas da
φf - Diâmetro das barras que constituem um feixe

 Diâmetro equivalente de um feixe de barras

η3 - Coeficientes para cálculo da tensão de aderência
, ηp2, ηp3 - Coeficientes para cálculo da tensão de aderência da armadura ativa

cp
simultânea de n cabos

σcg - Tensão no concreto ao nível do baricentro da armadura de protensão, devida à carga permanente
mobilizada pela protensão ou simultaneamente aplic

σpi - Te

x) - Perdas de protensão por atrito, medidas a part

(x) - Perda imediata de protensão, medida a partir d

x) - Perda de protensão na seção de abscissa x, no te

- Perda média de protensão por cabo devida ao encur

Disposições gerais

 Generalidades

Devem
oragem e emendas das armaduras. As
ções particulares de ancoragens e emen

em regi de descontinuidade