Norma6118-2003
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e em elementos especiais, são tratadas nas seções 7, 18, 21 e 22,
respectivamente.

2 Níve

Os nív
vez, sã

ições seguintes:

com inclinação maior que 45° sobre a horizont

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b) menor que 45° sobre a horizontal, desde que:
⎯ ados no máximo 30 cm acima da face inferior do

elemento ou da junta de concretagem mais próxima;

⎯ para elementos estruturais com h ≥ 60 cm, localizados no mínimo 30 cm abaixo da face superior do
lem

Os trechos das barras em outras posições e quando do uso de formas deslizantes devem ser
o à aderência.

cias de aderência

bd 1 2 3 ctd

1 = 2,25 para barras nervuradas (ver tabela 8.2);

η = (132 − φ)/100 , para φ ≥ 32 mm;
onde:

creto na ancoragem de armaduras

η η
ond

⎯ cálculo do comprimento de transferência (ver 9.4.5);

η = 1,0 para fios lisos;
η

horizontais ou com inclinação

 para elementos estruturais com h < 60 cm, localiz

e ento ou da junta de concretagem mais próxima.

considerados em má situação quant

9.3.2 Valores das resistên

9.3.2.1 A resistência de aderência de cálculo entre armadura e concreto na ancoragem de armaduras
passivas deve ser obtida pela seguinte expressão:

f = η η η f
onde:

fctd = fctk,inf/γc (ver 8.2.5);
η1 = 1,0 para barras lisas (ver tabela 8.2);
η1 = 1,4 para barras entalhadas (ver tabela 8.2);
η
η2 = 1,0 para situações de boa aderência (ver 9.3.1);
η2 = 0,7 para situações de má aderência (ver 9.3.1);
η3 = 1,0 para φ < 32 mm;

3

φ é o diâmetro da barra, em milímetros.
9.3.2.2 A resistência de aderência de cálculo entre armadura e con
ativas, pré-tracionadas, deve ser obtida pela seguinte expressão:

fbpd = p1 p2 fctd

e:

fctd = fctk,inf/γc (ver 8.2.5) calculado na idade de:
 aplicação da protensão, para

⎯ 28 dias, para cálculo do comprimento de ancoragem (ver 9.4.5);

p1

p1 = 1,2 para cordoalhas de três e sete fios;

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η 2 = 1,0 para situações de boa aderência (ver 9.3.1);
ηp2 = 0,7 para situações de má aderência (ver 9.3.1).

9.3.2.3 No escorregamento da armadura, em elementos estruturais fletidos, devem ser adotados os
valores da tensão de aderência dados em 9.3.

os esforços a que estejam submetidas
cia ou de dispositivos mecânicos ou

mprimento reto ou com grande raio de curvatura,
seguido ou não de gancho.

 apoios diretos, as ancoragens por aderência devem ser confinadas por
armaduras transversais (ver 9.4.2.6) ou pelo próprio concreto, considerando-se este caso quando o
cobrimento da barra ancorada fo coradas for maior ou igual
a 3 φ.

9.4.1.2 Ancoragem por meio de dispositivos mecânicos

Acontece quando os esforços a ancorar são transmitidos ao concreto por meio de dispositivos mecânicos
acoplados à barra.

.4.2 Ancoragem de armaduras passivas por aderência

 barra ou grande raio de curvatura

a) obrigatoriamente com gancho (ver 9.4.2.3) para barras lisas;

alternância de solicitação, de tração e compressão;

ixes de barras.

s ganchos.

as para a ancoragem de barras, desde que (ver
figura 9.1):

a) diâmetro da barra soldada φt ≥ 0,60 φ;
b) a distância da barra transversal ao ponto de início da ancoragem seja ≥ 5 φ;

ηp1 = 1,4 para fios dentados;

p

2.1 e 9.3.2.2, multiplicados por 1,75.

9.4 Ancoragem das armaduras

9.4.1 Condições gerais

Todas as barras das armaduras devem ser ancoradas de forma que
sejam integralmente transmitidos ao concreto, seja por meio de aderên
combinação de ambos.

9.4.1.1 Ancoragem por aderência

Dá-se quando os esforços são ancorados por meio de um co

À exceção das regiões situadas sobre

r maior ou igual a 3 φ e a distância entre barras an

9

9.4.2.1 Prolongamento retilíneo da

As barras tracionadas podem ser ancoradas ao longo de um comprimento retilíneo ou com grande raio de
curvatura em sua extremidade, de acordo com as condições a seguir:

b) sem gancho nas que tenham

c) com ou sem gancho nos demais casos, não sendo recomendado o gancho para barras de φ > 32 mm ou
para fe

As barra comprimidas devem ser ancoradas sem

9.4.2.2 Barras transversais soldadas

Podem ser utilizadas várias barras transversais soldad

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sis ar a força mínima de 0,3 As fyd (30% da resistência da
barra ancorada).

NOTA Para barra transversal única, ver 9.4.7.1.

c) a re tência ao cisalhamento da solda deve super

Figura 9.1 - Ancoragem com barras transversais soldadas

9.4.2.3

a) semicirculares, com ponta reta de comprimento não inferior a 2 φ;
φ;

Para as barras lisas, os ganchos devem ser semicirculares.

anchos das armaduras longitudinais de tração deve ser pelo menos

 9.1 - Diâmetro dos pinos de dobramento (D)

Tipo de aço

Ganchos das armaduras de tração

Os ganchos das extremidades das barras da armadura longitudinal de tração podem ser:

b) em ângulo de 45° (interno), com ponta reta de comprimento não inferior a 4

c) em ângulo reto, com ponta reta de comprimento não inferior a 8 φ.

O diâmetro interno da curvatura dos g
igual ao estabelecido na tabela 9.1.

Tabela

Bitola

mm CA-25 CA-50 CA-60

< 20 4 φ 5 φ 6 φ
≥ 20 5 φ 8 φ -

Para ganchos de estribos, ver 9.4.6.1.

operação de dobramento ocorrer após a soldagem,
nto da tabela 9.1, se o ponto de solda situar-se na

Caso essa distância seja menor, ou o ponto se situe sobre o trecho curvo, o diâmetro do pino de dobramento
deve ser no mínimo igual a 20 φ.

tabela 9.1.

Quando houver barra soldada transversal ao gancho e a
devem ser mantidos os diâmetros dos pinos de dobrame
parte reta da barra, a uma distância mínima de 4 φ do início da curva.

Quando a operação de soldagem ocorrer após o dobramento, devem ser mantidos os diâmetros da

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Define-se comprimento de ancoragem básico como o comprimento reto de uma barra de armadura passiva

de a

O co

9.4.2.4 Comprimento de ancoragem básico

necessário para ancorar a força limite Asfyd nessa barra, admitindo, ao longo desse comprimento, resistência
derência uniforme e igual a fbd, conforme 9.3.2.1.

mprimento de ancoragem básico é dado por:

bd

yd
b 4 f

fφ=l

9.4.2.5 Comprimento de ancoragem necessário

ulado por: O comprimento de ancoragem necessário pode ser calc

min,b
ef,s

bnec,b lll ≥α= A

onde:

calc,sA

α = 1,0 para barras sem gancho;
α = 0,7 para barras tracionadas com gancho, com cobrimento no plano normal ao do gancho ≥ 3φ;
α = 0,7 quando houver barras transversais soldadas conforme 9.4.2.2;
α = 0,5 quando houver barras transversais soldadas conforme 9.4.2.2 e gancho, com cobrimento no

é o maior valor entre 0,3 , 10 φ e 100 mm.

Permite-se, em casos especiais, considerar outros fatores redutores do comprimento de ancoragem
nec

9.4.2.6 Armadura transversal na ancoragem

Para os efeitos desta subseção, observado o disposto em 9.4.1.1, consideram-se as armaduras transversais
tes ao longo do comprimento de ancoragem, caso a soma das áreas dessas armaduras seja maior ou
s especificadas em 9.4.2.6.1 e 9.4.2.6.2.

9.4.

 e ser prevista armadura transversal capaz de resistir a 25% da
s. Se a ancoragem envolver barras diferentes, prevalece para

9.4.2.6.2 Barras com 32mm

Dev sversais ao conjunto de barras ancoradas. Essas
armaduras transversais devem suportar os esforços de fendilhamento segundo os planos críticos,
respeitando espaçamento máximo de 5 φ (onde φ é o diâmetro da barra ancorada).

plano normal ao do gancho ≥ 3φ;

bl é calculado conforme 9.4.2.4;

min,bl bl

essário.

existen
igual à

2.6.1 Barras com φ < 32 mm
Ao longo do comprimento de ancoragem dev
força longitudinal de uma das barras ancorada
esse efeito, a de maior diâmetro.

φ ≥
e ser verificada a armadura em duas direções tran

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Quando se tratar de barras comprimidas, pelo menos uma das barras constituintes da armadura transversal
deve