Manual de procedimentos de água em vigilância em saúde ambiental.
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Manual de procedimentos de água em vigilância em saúde ambiental.

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RESPONSÁVEL(IS) PELO FORNECIMENTO DE ÁGUA PARA
CORREÇÃO DE SITUAÇõES DE RISCOS IDENTIFICADAS, 223

13 INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLóGICA DE SURTOS E EPIDEMIAS, 229

14 SITUAÇõES DE VULNERABILIDADE E DE EMERGêNCIA, 241

15 EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MOBILIzAÇÃO SOCIAL, 247

16 DISPONIBILIzAÇÃO DE INFORMAÇõES AO CONSUMIDOR, 253

GLOSSÁRIO, 267

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E RECOMENDADA, 271

ANExO, 279

LISTA DE FIGURAS E GRÁFICOS
Figura 1.1 – Integração das ações de vigilância da qualidade da água
para consumo humano, 23
Figura 2.1 – Organização institucional das ações de vigilância da qualidade
da água para consumo humano, 28
Figura 2.2 – Ações básicas para operacionalização da vigilância da qualidade
da água para consumo humano, 29
Figura 3.1 – Esquema geral de um sistema de abastecimento de água, 42
Figura 3.2 – Ciclo da água, 43
Figura 3.3 – Mananciais subterrâneos, 45
Figura 3.4 – Torre de tomada de água, 47
Figura 3.5 – Tomada de água flutuante, 48
Figura 3.6 – Captação de fonte de encosta (minas), 49
Figura 3.7 – Galeria de infiltração, 49
Figura 3.8 – Adutora por gravidade em conduto forçado, 51
Figura 3.9 – Adutora por gravidade em conduto livre, 52
Figura 3.10 – Adutora por recalque (conduto forçado), 52
Figura 3.11 – Ilustração esquemática do tratamento de ciclo completo, 59
Figura 3.12 – Vista de uma ETA com tratamento de ciclo completo, detalhes
do floculador e do decantador, 60
Figura 3.13 – Calha Parshall para medição de vazão e mistura rápida, 60
Figura 3.14 – Decantador, 61
Figura 3.15 – Pressurização da rede de distribuição, 67
Figura 3.16 – Ligação predial, 68
Figura 3.17 – Sistema de distribuição misto, 69
Figura 3.18 – Captação de água de chuva com detalhe de corte de cisterna
bem protegida, 72
Figura 3.19 – Dosador por difusão, 73
Figura 4.1 – Turbidez da água de um manancial superficial (médias mensais), 90
Figura 5.1 – Exemplo de identificação de perigo: manancial eutrofizado,
proliferação de macrófitas, 120
Figura 5.2 – Exemplo de identificação de perigo: elevação brusca da turbidez
da água filtrada em decorrência de falhas de controle operacional, 122

Figura 5.3 – Exemplo de identificação de perigo: instalações e controle
precários da mistura rápida e coagulação, 122
Figura 9.1 – Pontos de coleta de amostras para o monitoramento da qualidade
da água para consumo humano, 153
Figura 9.2 – Modelo de planilha de coleta de amostras de água para consumo
humano, 172
Série de Gráficos 10.1 – Histórico da qualidade da água do Sistema 1
no período de 1997 a 2002 – Água Azul, 196
Série de Gráficos 10.2 – Histórico da qualidade da água do Sistema 2
no período de 1997 a 2002 – Água Azul, 197
Gráfico 10.3 – Comparação entre análises da vigilância e do controle
de qualidade, Sistema 1, bacteriologia (2002), 212
Gráfico 10.4 – Comparação entre análises da vigilância e do controle
de qualidade, Sistema 2, bacteriologia (2002), 212
Figura 13.1 – Representação gráfica de epidemias por fonte comum, 234
Figura 13.2 – Fluxograma das etapas constituintes de investigação de surto
ou epidemia, 239
Figura 14.1 – Fluxograma das informações para execução, acompanhamento
e avaliação do plano de contingência, 246
Figura 16.1 – Demonstrativo do número de meses em que não foi atendido
o padrão bacteriológico nas avaliações efetuadas no período de 1998 a 2002
na água do Sistema 1 – Água Azul, 264

LISTA DE TABELAS E PLANILHAS

Tabela 3.1 – Parâmetros de qualidade da água bruta sugeridos
para as técnicas de tratamento, 55
Tabela 3.2 – Processos unitários de tratamento: descrição, parâmetros
de controle e principais aspectos a serem observados, 56
Tabela 3.3 – Processos de tratamento de água e objetivos, 62
Tabela 3.4 – Técnicas de tratamento de água e estimativa de remoção
de substâncias químicas que representam riscos à saúde, 63
Tabela 3.5 – Características dos principais desinfetantes utilizados
no tratamento da água para consumo humano, 64
Tabela 4.1 – Organismos patogênicos de veiculação hídrica e transmissão
feco-oral e sua importância para o abastecimento, 83
Tabela 4.2 – Padrão microbiológico de potabilidade, Portaria no 518/2004,
Ministério da Saúde, 88
Tabela 4.3 – Padrão de turbidez para água pós-filtração ou pré-desinfecção,
Portaria MS no 518/2004, 91
Tabela 4.4 – Substâncias químicas inorgânicas que representam risco à saúde, 94
Tabela 4.5 – Substâncias químicas orgânicas que representam risco à saúde, 96
Tabela 4.6 – Agrotóxicos, 97
Tabela 4.7 – Desinfetantes e produtos secundários da desinfecção, 99
Tabela 4.8 – Padrão de aceitação para consumo humano, Portaria no 518/2004,
Ministério da Saúde, 100
Tabela 4.9 – Métodos analíticos empregados na aplicação da Portaria no 518/2004,
Ministério da Saúde, para a análise de parâmetros físico-químicos, 104
Tabela 4.10 – Métodos analíticos empregados na aplicação da Portaria no 518/2004,
Ministério da Saúde, para análise dos parâmetros microbiológicos, 107
Tabela 6.1 – Indicadores utilizados no Sisagua, 134
Tabela 6.2 – Indicadores sanitários complementares passíveis de serem
utilizados na vigilância da qualidade da água para consumo humano, 135
Tabela 8.1 – Itens a serem verificados em inspeções sanitárias de sistemas
de abastecimento, 147
Tabela 8.2 – Itens a serem verificados em inspeções sanitárias de soluções
alternativas coletivas e individuais, 148
Tabela 9.1 – Número mínimo de amostras para o controle da qualidade
da água de sistema de abastecimento, para fins de análises físicas, químicas
e de radioatividade, em função do ponto de amostragem, da população
abastecida e do tipo de manancial, 156

Tabela 9.2 – Freqüência mínima de amostragem para o controle da qualidade
da água de sistema de abastecimento, para fins de análises físicas, químicas
e de radioatividade, em função do ponto de amostragem, da população
abastecida e do tipo de manancial, 157
Tabela 9.3 – Número mínimo de amostras mensais para o controle da qualidade
da água de sistema de abastecimento, para fins de análises microbiológicas,
em função da população abastecida, 157
Tabela 9.4 – Número mínimo de amostras e freqüência mínima de amostragem
para o controle da qualidade da água de solução alternativa, para fins
de análises físicas, químicas e microbiológicas, em função do tipo de manancial
e do ponto de amostragem, 158
Tabela 9.5 – Sugestões de critérios a serem observados na definição dos pontos
de amostragem do monitoramento de vigilância da qualidade da água, 166
Tabela 9.6 – Número mínimo mensal de amostras para vigilância da qualidade
da água para consumo humano, para fins de análise de cloro residual livre, em
função da população total do município, 168
Tabela 9.7 – Número mínimo mensal de amostras para vigilância da qualidade
da água para consumo humano, para fins de análise química de turbidez, em
função da população total do município, 169
Tabela 9.8 – Número mínimo mensal de amostras para vigilância da qualidade
da água para consumo humano, para fins de análise química de fluoreto, em
função da população total do município, 169
Tabela 9.9 – Número mínimo mensal de amostras para vigilância da qualidade
da água para consumo humano, para fins de análise bacteriológica, em função
da população total do município, 169
Tabela 9.10 – Número mínimo anual de amostras para vigilância da qualidade
da água para consumo humano, para fins de análise de agrotóxicos
e mercúrio, 169
Planilha 10.1 – Histórico da qualidade da água dos sistemas de abastecimento
público do Município de Água Azul, 195
Planilha 10.2 – Sistema 1/2002, 198
Planilha 10.3 – Sistema 2/2002, 199
Tabela 10.1 – Ocorrência de coliformes em amostras de poços rasos escavados
(org./100 mL), 204
Planilha 10.4 – Comparação entre os dados da vigilância e do controle
de qualidade da água de Água Azul, Sistema 1, 210
Planilha 10.5 – Comparação entre os dados da vigilância e do controle
de qualidade da água de Água Azul, Sistema 2, 211
Tabela 11.1 – Avaliação dos sistemas de abastecimento da cidade de Água Azul
no biênio