aula 17 Engenhoca 1
7 pág.

aula 17 Engenhoca 1

Disciplina:Introdução à Engenharia1.402 materiais11.195 seguidores
Pré-visualização7 páginas
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO À ENGENH
GENHARIA 2013
2013
AULA PRÁT
PROFS. BATT
PRÁTICA NO 17 ENGEN
BATTISTINI, BRUNO, IVO,
ENGENHOCA (1ª P
, IVO, MAIRLOS, S
(1ª PARTE)
AIRLOS, SELMO
NOME
ME
RA
TURMA
Objetivos: Iniciar a montagem de uma máquina de Rube-Goldberg simples e verificar as
relações de energia existentes.
Conhecimentos: Conceitos básicos de física como energia potencial, energia cinética,
energia potencial elástica, plano inclinado.
Habilidades: Montagens diversas.
Atitudes esperadas: Criatividade, iniciativa, espírito de equipe.
Introdução Teórica:
Rube Goldberg (1884-1970) foi um engenheiro americano, nascido em São Francisco,
que alcançou grande sucesso como cartunista, suas publicações figuraram por mais de
50 anos nos jornais americanos e pelo seu trabalho ele foi condecorado com uma série
de prêmios, inclusive o Pulitzer (importante premiação na área de jornalismo).
Sua criação mais importante foi o Prof. Lucifer Butts com suas máquinas absurdas. Estas
máquinas posteriormente ficariam conhecidas como as máquinas de Rube Goldberg.
Atualmente existem competições para construção das mais fantásticas, criativas e
interessantes máquinas deste tipo. A mais importante competição é mantida pelo Instituto
Rube Goldberg, que executa concursos anuais. O primeiro concurso deste tipo ocorreu
em 1949, na Purdue University, EUA.
Estas competições são bastante populares entre os colégios e cursos de engenharias
americanos, que se esforçam e divertem produzindo esta máquinas para os concursos
locais e nacionais.
Máquina (Engenhoca) de Rube Goldberg
Uma máquina de Rube Goldberg é basicamente um agrupamento de soluções
absurdamente complexas para resolver tarefas simples, preferencialmente utilizando itens
de uso no dia-a-dia que são dispostos de maneira a criar passos de uma reação em
cadeia para solução da tarefa proposta. Os principais elementos destas máquinas são a
criatividade e a diversão.
ENERGIA
Embora difícil de definir, o conceito de energia é essencial dentro da física. Talvez a
definição mais difundida (e correta) seja a de que energia é a capacidade de realizar
trabalho. A própria origem da palavra, ergos (do grego) significa trabalho.
Um sistema físico qualquer esta sempre trocando energia em suas diversas formas.
Nesta aula lidamos com algumas formas de ene rgia, que fazem com que a bola se
movimente por transferência de várias formas de energia:
Energia potencial: está ligada à altura e à massa de um objeto.
(m é a massa, g a aceleração da gravidade e h é a altura do objeto em relação ao solo)
Energia cinética: forma de energia ligada à velocidade do objeto.
2
(v é a velocidade do objeto)
Energia potencial elástica: energia “armazenada” em um elástico tensionado ou em uma
mola (tensionada ou comprimida)
(k é a constante elástica, x é a deformação)
Em um sistema físico, a energia total é sempre a mesma, apenas mudando a sua forma.
PARTE PRÁTICA
1. Montagem
a) As figuras 1 e 2 abaixo mostram o esquema da montagem final.
b) A posição inicial da bola de gude é no topo da rampa;
c) a bola deve ser impulsionada por u ma fileira de no mínimo 10 peças de dominó (o
impulso inicial deve ser na primeira peça de dominó);
d) os dominós provocam a queda da bolinha pela rampa;
e) a partir do ponto final da rampa, medir uma distância de 20 cm, onde deve ser
colocado o elástico (ou mola);
f) ao bater no elástico, a ene rgia é “devolvida” à bolinha, desviando-a na direção da
segunda fileira de dominós;
g) a partir do elástico, a uma distância de 20 cm deve ser colocada uma segunda
fileira de no mínimo 10 peças de dominó.
3