01 a 06 - Dos Bens
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01 a 06 - Dos Bens

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- Pertenças: (CC, art. 93) Não constituem parte integrante

da coisa, mas se destinam, de modo duradouro, ao uso do

principal (res annexa)

 Ex: o trator, na fazenda; o piano, na escola de música.

 Salvo disposição contrária, a negociação do principal não

abarca as pertenças (art. 94) – exceção à regra geral.

- Benfeitorias: (CC, art. 96)

- Melhoramentos no principal

NECESSÁRIAS

ÚTEIS

VOLUPTUÁRIAS

Classificação

DINIZ, M. Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 28ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011, p. 389.

- Bens públicos (CC, art. 98)

 - Proprietário (quem?)

 - Classificação

 - Usucapião

- Bens particulares

 - Todos os outros, não importando a quem pertençam.

- De uso comum do povo (Estradas e ruas)

- De uso especial (Prédios administrativos)

- Dominicais (Podem ser alienados)

C. Quanto à titularidade do domínio

DINIZ, M. Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 28ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011, p. 394.

D. Quanto à possibilidade de serem
negociados

D.1. Bens alienáveis: são suscetíveis de transferência de

um patrimônio para o outro.

a) Não possuem restrições que impeçam a

transferência.

b) Todos os bens são, em tese, alienáveis, salvo

impossibilidade física ou disposição (legal ou

voluntária) em contrário.

D.2. Bens inapropriáveis: insuscetíveis de

apropriação.

 Naturalmente indisponíveis: ar atmosférico; água do
mar;

 Legalmente indisponíveis: bens de uso comum, de

uso especial, bens de incapazes

 Indisponíveis pela vontade humana: deixados em

testamento, ou doados, com cláusula de

inalienabilidade

- Bens inalienáveis: são insuscetíveis de transferência

de um patrimônio para o outro.

a) Por sua natureza: aqueles cujo uso é inexaurível. Ex.: a luz solar,

os direitos da personalidade.

b) Por determinação legal: podem ser naturalmente apropriáveis,

mas a lei impede a sua comercialidade sem prévia autorização

legal. Ex.: bens públicos, bens de menores, bem de família, bens

das fundações, terras ocupadas pelos índios, etc.

c) Por vontade humana: quando é imposta ao bem cláusula de

inalienabilidade, temporária ou vitalícia, por ato inter vivos ou causa

mortis (ex.: na doação ou no testamento, ou mesmo em contrato).

DINIZ, M. Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 28ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011, p. 403.